Meu Espírito
Quanto a mim, jamais presumi que meu espírito fosse em nada mais perfeito que o comum dos homens; muitas vezes até desejei ter o pensamento tão pronto ou a imaginação tão nítida e distinta, ou a memória tão ampla ou tão presente como alguns outros. Aprendi a não crer com muita firmeza em nada do que só me fora persuadido pelo exemplo e pelo costume; e assim desvencilhava-me pouco a pouco de muitos erros, que podem ofuscar nossa luz natural e nos tornar menos capazes de ouvir a razão.
Ao interceder pela minha cidade a primeira impressão que vem ao meu espírito é: Que o avivamento genuíno nunca chegará aqui em nossa cidade por falta de perdão, liberação de perdão e falta de arrependimento.
Olhe para as escrituras, perceba que quando o arrependimento nasce o avivamento também surge e vidas são transformadas.
"Reflexões". Resende, 07 de Fevereiro de 2016.
Segurar minha mão - se não abraça meu coração, não afaga minha alma e não traz paz ao meu espírito - não serve pra nada.
Me perguntou
porque te olho tanto
te digo
admiro a materia
de quem alcancou
o meu espirito
quando eu te disser
pela primeira vez
que te amo
repreenda-me!!
terei demorado muito a admitir
#ADIANTE
Momentos da minha vida...
Eu sobrevivi a tudo que passei...
Meu espírito foi trucidado...
Corpo expurgado...
A cura ainda não me abençoou...
Eu vi a maldade pura diante de mim...
Mas eu sobrevivi...
Dizem que isso é bom...
Gosto de viver, mas é difícil seguir...
Com algumas memórias...
DIfícil torna-se a acordar e dormir...
Difícil saber que quem faz isso vive uma vida normal...
E sabem porquê eu passei por isso?
Porque eu existo....
Só isso.
Mas eu sobrevivi...
Estou aqui...
E nesse dia eu comemoro a proeza de ser...
Eu...
Sandro Paschoal Nogueira
Pai....
Refrigera minh'alma, alegra meu espirito, livra-me dos sofrimentos, cicatriza minhas feridas, me transforme em alguém melhor, inunda- me com tua glória.
Me perdoa Pai, abençoa pai a mim, a minha família e a todos que recomeçam está semana confiantes em ti.
“Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.” MT 5:4
Debruço no peitoral da existência esperando a luz do fim do túnel brilhar no meu espírito.(Do livro de crônicas Romanceiro de Goiânia - Doracino Naves).
A única justiça que respeito,és a de Deus que pode tocar o meu Espírito, me elevar , transformar e me julgar; a do homem nada faz além da carne da matéria que se dissipa !
Meus ouvidos podem ouvir e minha boca pode falar
Meu espírito fala, eu sei que minha alma acredita
Mas estamos ficando sem tempo
Todos os ecos em minha mente choram
vida,que a relevância se faça sob força de minha presença por aquilo que meu espírito possa lhe oferecer e não pelo que eu tenha a lhe ceder.
Apagado em minha cama, sinto meu espírito vagando pela noite totalmente perdido, nessa caminhada subi a montanha o mais alto que pude e gritei aos quatros ventos . Uma hora dessas partirei só com a minha alma, tal como nasci.Vou parar em cada estrela que eu encontrar e a todas vou perguntar em qual estrela você foi morar. Sou sujeito imperfeito, sou feito de sonhos . Ainda escuto aquela música, da primeira noite que eu dormi no seu ap. Ainda lembro do seu cheiro. Alma gêmea de minha alma em qual estrela você foi morar. Boa noite.
No escuro do meu quarto , deito e adormeço, meu espirito viaja rumo a outra dimensão. O templo dos sonhos de tesouros de saudades . De recordações rasgadas, e amansadas pelo tempo. Nesse templo eu intendo a força do vento contrario. Compreender a culpa do engano nunca foi uma declaração de amor. Para te ter por perto eu precisei congelar minhas emoções. Entretanto aprendi da pior maneira que o amor não é justo, ele e egoísta. Perde-se na trama dos pensamentos, foca nos objetivos num plural. A queda é imensuravelmente mais dolorida. Das oportunidades perdidas, descobri que amor é tipo colher flores. Não que eu goste de colher flores, mas eu sei que se as arrancar não serão mais as mesmas, iram murchar por maior que seja o cuidado. Entenda que se por acaso isso tudo parecer uma declaração de amor, é mera coincidência. Sei que ou eu te mato dentro de mim, ou vou continuar me deteriorando aos pouquinhos. Só não intendo ; se da vida não se leva nada. Porque ainda insisto em te ter comigo.
Boa noite .
Aquele velho piano foi capaz de comover meu espírito, não sei tocar, mas sei que dele sai às belas canções.
Quando o mundo julga, eu confio em Deus,
minha mente não se curva à maldade.
Meu espírito é livre, minha alma é segura,
pois quem me sustenta é o Criador.
Mesmo na escuridão, vejo a luz de Cristo,
e cada passo se torna testemunho vivo.
Estou dentro de uma caixa
Meu espirito estar quebrado
Meu corpo frasco frágil
Se um ser ocular me observasse seria como a noite se esfuma
Como se a sombra abraçasse outra...
Como se na aureola circulasse o tempo
No vácuo vazio do firmamento um cisco a deriva no gelado espaço flutuasse...
A prisão eterna do nada para segura e proteger o silencio dele mesmo...entregue circula sem próprio efeito que se esvai pedido...
Nunca vir tamanho silencio...
O fio invisível entre a vida e a morte.
tão frágil quanto o pó que dança na luz,
tão vazio quanto o eco que eu mesmo criei.
Mas é nesse vazio que encontro algo meu,
uma pequena centelha que insiste em arder
mesmo quando a noite inteira sopra contra ela.
Aos poucos entendo
que existir não é mais do que ser testemunha:
testemunha do meu medo,
do meu silêncio,
da minha queda,
e ainda assim, do meu espanto diante do mundo.
Há uma beleza simples nisso,
uma beleza tênue, quase secreta
a beleza de ser mortal.
De saber que o tempo me atravessa,
mas ainda assim sentir,
ainda assim querer,
ainda assim seguir.
Sou observador e parte,
sou poeira e pensamento.
E no encontro entre o nada que me envolve
e o pouco que sou,
surge um propósito que ninguém me deu:
o propósito de sentir o que é existir,
de existir enquanto ainda posso ir,
mesmo frágil,
mesmo pequeno,
mesmo efêmero como um sopro no espaço.
E talvez seja isso—
meu descobrimento silencioso:
não sou grande,
não sou eterno,
mas sou.
E ser, por um instante, já ilumina tudo como coração bate fraco constante
mas ainda pulsa um lampejo tênue,
como se a noite respirasse dentro do meu peito
e a sombra aprendesse a sussurrar meu nome.
Sou corpo-frasco frágil,
translúcido ao toque do vento,
e se um ser ocular me observasse,
veria o tempo escorrer pelos meus contornos
como um anel que gira sem nunca se perder,
um ciclo preso à própria eternidade.
No vazio do firmamento,
sou cisco errante,
flutuando entre o frio e o silêncio,
entre o tudo que não alcanço
e o nada que me envolve.
A prisão eterna do nada
parece guardar-me com cuidado,
como se protegesse meu silêncio
do ruído de existir.
E eu, entregue, circulo sem direção,
um efeito que se esvai, sem dono, sem eco,
esquecido pela própria ausência.
Nunca vi tamanho silêncio...
e mesmo assim, ele me olha de volta,
invadindo-me com sua boca invisível,
a devorar o que resta do meu som,
até que eu seja apenas bruma,
e a caixa, apenas um suspiro preso no infinito.
