Meu Erro foi te Querer

Cerca de 164471 frases e pensamentos: Meu Erro foi te Querer

“” Foi quando percebi que tinha me despido de ti
Que me vestistes...””

Inserida por OscarKlemz

"" Então veio o tempo e foi levando tudo
Como o vento varreu a casa, limpou o quintal
e sacudiu o coração...""

Inserida por OscarKlemz

“” Eu vi um disco voador
E não foi um só
Eram vários
Vindo de sei lá onde
Radares falhos
Segurança estudada
Voam livres
Feito aves
Rapinando seus jantares
Et`s à sombra do paraíso
O que querem aqui
Nosso lixo sideral
Na moral
São mais loucos que nós...””

Inserida por OscarKlemz

“” O poeta se foi
Deixou um recado
Amor rabiscado...””

Inserida por OscarKlemz

“” Enquanto vivo
Brinco um pouco a mais
Quando a viagem acabar
Tchau, foi divertida demais...””

Inserida por OscarKlemz

Pegar chuva juntos, foi tipo um batismo do casal, do nosso amor, da nossa união❤

Inserida por rodrigosantospoeta

⁠a distância nem sempre foi ruim, mas hoje ela vem me consumindo com um fumante compulsivo faz com o cigarro.
Eu não tenho muitas forçar para reagir mas tento me manter em movimento, mesmo sabendo que você não quer mais me esperar.

Inserida por Moa89reis

''E foi sem você ...
Que a letra fez mais sentido
Parei de cantar, simplesmente
comecei a senti-la.''
-Macedo

Inserida por DMacedo

''Não consigo parar de lembrar de nós , da nossa viagem...
Que foi acharmos que iriamos da certo.''
-DMacedo

Inserida por DMacedo

Ontem ela veio me ver,
Foi ruim vê-la ir embora... de novo
De novo não tem nada.

Inserida por DMacedo

TÃO PERTO DE TE 30/05/2018

Foi um dia de sol
um tal mirabolante
naquele instante, achei graças em te
uma luz divina, um sentimento.

Háaa! sombras, que desgosto
alma perdida no vazio deste esgoto
que por muito te quis sem duvida
trazendo a liberdade a esta vida.

Hoje, já és o meu firme solo
espelhando a vontade de Deus no ar
algo que me traz tanto consolo
pois se Deus quer, o Homem pode sonhar.

Cá estamos nós, juntos e prontos
sendo eu o teu e tu a minha,
formando um só reino
sendo tu a minha rainha.


Autor: Ezequiel Barroz
Estilo: Indo, vindo e vivendo

Inserida por EzequielBarros

Independência. 12/07/2018

Foi pela liberdade
Que a rebeldia surgiu,
Um selo marcado nesta cidade
onde a escravidão sucumbiu.

Uma história escrita com sangue
A memória dos negros quilombolas.
Um batalhão com Machim e cassetete
De armadura negra, tatuada e reluzente.

A independência se constrói
Gritos de liberdade arrastados pelo vento,
Das cinzas, nasce a esperança do povo
Robusto, vitalício, uma nação de heróis.

Com gritos e dor, se faz a história
História de uma povo sofredor,
Cada tiro, um machina sem dó
Espalha sangue, deixa macha na mata.

Ainda hoje ouvisse gritos lânguidos
Gritos e gritas, gritos de liberdade.

Autores: Ezequiel Barros / Lisinaite Vaz
Estilo: Ezbnd/ideias.

Inserida por EzequielBarros

⁠"A solidão, nasceu no mesmo dia em que a amizade foi sepultada."

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Quem não verte uma lágrima em transes de emoção e dor, foi forjado em ferro frio, ou então disfarça muito bem, por fora.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠A MENINA E O PATINHO

Um dia, um poeta foi pai
De uma menina pequenina
Engraçadinha e redondinha
Que era o seu ai, ai.
Dava-lhe tudo o que ela pedia
Mesmo quando a menina cresceu
Em idade e sabedoria
Pela graça que Deus lhe deu.
E a menina cresceu, cresceu
E ficou sempre pequenina
E redondinha
Mas não de fala mansinha.
E o poeta lembrou-se do antanho
Quando lhe comprou um patinho
Pequenino, amarelinho
E fez-lhe um pequeno laguinho
Onde ela e o pato tomavam banho.
Um dia, o patinho morreu.
A menina, graças, ainda é viva
Mas muito cruel e altiva.
Então esse poeta como eu
Resolveu
Não querer comprar mais patinhos
Amarelinhos
Nem fazer mais laguinhos.

(Carlos De Castro, in Outeiro de Pena, 29-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠O amor-ódio foi sempre o sentimento dos indecisos e dos covardes em assumir um ou outro.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠E L E

Era ele, de canastro robusto,
Sempre o foi, mas de cintura fina,
Calçava no pé, com perna de menina,
Quarenta a quarenta e um de justo.

Isto, é história dos anos de fusto:
Forte, baixote e de rosto sisudo,
Cantando e declamando poetas de rudo,
Mas moço bom de ímpeto augusto.

Poeta, por favores e epítetos tais,
Em recriações de fugidios tempos,
Tornados tormentos de amores reais.

Pouco desfrutou ele de galais eventos
Com luzes malignas, de cores fatais:
Por ser amante do escuro dos mortais.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 08-01-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

PÁSCOA SEM PASSAGEM

⁠Foi Páscoa.
Só dei por ela e pela aragem,
Na singeleza do nome passagem,
Só mesmo, sem mais,
Neste mundo dos mortais.

O sol, estava tão triste,
O vento, sem ação,
E se a memória resiste
Caía uma melancolia
Na cruz erguida,
Ferida, do meu coração.

Páscoa, para mim,
Não é doce nem salgada,
É assim
Como quase tudo do nada
Em desprender de vícios
E estrupícios
Na minha fé amansada.

Que interessa Páscoa
Se na passagem
Da mensagem,
O mundo vive em clausura
Mesmo sem grades,
Nestas minhas saudades
De uma Páscoa pura?

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 11-04-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

DORA DA MINHA DOR

⁠Clamei por ti noites inteiras.
Eras a Dora
Da minha hora,
Que foi amar-te nas clareiras
Das selvas em que vivi.

E eu sempre a chamar por ti.
E a Dora que agora
Me desadora,
Esta perfumada e rica senhora
De berloques de jóias gamadas,
De mamas por gigas sustentadas,
Faz de conta que não existo
Na sua memória cruel!

Não adiantou eu dizer: Sou o Manel,
O que te aliviou o "vírgulo"!
Pelo visto e sem mais vírgula
É triste lembrar assim
Quem não se lembra de mim...

Ah, Dora, mulher fatal,
Que matas qualquer mortal
Como me mataste por fim!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 31-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ESPERANÇA E VIDA

Ando por cá, pela esperança,
Já porque a vida
Prometida,
Foi-se esvaindo
Desde o passado findo,
Rumo a um sonho de mudança.

Um poeta jamais descansa,
Sempre que descreve as dores
Que o espetam como uma lança,
No peito dos seus fervores.

Foi uma vida de dissabores,
De desgostos e alguns amores,
Num nascimento talhado
Debaixo dum pobre telhado,
Numa noite fria e breve
E dizem que caía neve
Gélida, branca e borralheira,
Nas mãos da minha parteira.

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 26-11-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro