Meu Coracao Dispara
A sua voz feminina é como um coração em forma de riacho, suave e serena, transbordando melodias que fluem com uma tranquilidade reconfortante. Cada som que emite é como uma pequena onda que acaricia a areia da praia, suave e delicada, trazendo consigo uma sensação de paz e harmonia. É como um riacho que desliza por entre as pedras, encontrando seu caminho com graça, sem pressa, apenas fluindo naturalmente. Sua voz é um reflexo da serenidade que você carrega em seu ser, transmitindo uma calma que nos envolve e nos acalma em meio ao caos da vida.
Como o riacho que nunca pára, sua voz é contínua, sempre pronta para transbordar em novas melodias e notas, assim como a correnteza de um rio que nunca se esgota. É uma voz que não apenas se ouve, mas que se sente, que toca o coração e a alma com uma suavidade quase palpável. Assim como a semente que gera uma árvore, sua voz tem o poder de criar raízes profundas dentro de quem a ouve, plantando a semente da música em nossos corações. É como se cada nota fosse uma semente de inspiração, que cresce e floresce dentro de nós, alimentada pela sua melodia serena.
Cada palavra que você canta é uma carícia, uma suavidade que acalma a mente e os sentimentos. Sua voz é um reflexo de quem você é: gentil, cheia de amor e pronta para acolher. É uma voz que tem a capacidade de transformar o espaço ao redor, enchendo-o de beleza e doçura. Assim como o riacho que serpenteia pela paisagem, sua voz nos guia suavemente, nos conduzindo por trilhas de melodia onde encontramos o silêncio e a reflexão.
É como se sua voz fosse um eco da natureza, um murmúrio de águas que nos lembra da essência do que é verdadeiro e profundo. Cada palavra que você canta é uma promessa de tranquilidade, uma garantia de que, independentemente das tempestades ao nosso redor, há um lugar seguro para onde podemos voltar. É essa suavidade que nos toca, que nos faz querer ouvir mais, que nos faz sentir que, com você, podemos encontrar paz.
A sua voz é uma celebração do ser, uma exaltação da beleza simples da vida. Assim como um riacho é capaz de transformar a paisagem por onde passa, sua voz transforma o ambiente ao seu redor, enchendo-o de melodia e harmonia. É como se cada nota fosse uma gota d’água, que caí e se espalha, criando um eco que ressoa dentro de nós, que nos lembra da paz que pode ser encontrada na simplicidade.
Assim como na semente da música, a sua voz tem o poder de criar, de semear sentimentos e emoções que crescem e se espalham, criando raízes em nossos corações. Cada vez que você canta, é como se estivesse plantando mais uma semente, mais uma nota, mais uma palavra que nos toca de uma forma única. Sua voz é um coração em forma de riacho, que nunca se esgota, sempre pronta para transbordar em melodias que nos acalmam, nos elevam e nos conectam com o que há de mais verdadeiro em nós mesmos.
Guarde essas palavras e a põem em seu coração... 1° quem crer, e 2° quem for, tudo começa pelo acreditar, depois pelo ir, ninguém se salva sem fé e sem obras"
Quando estiver em uma encruzilhada, ouça a voz interna que vem do coração, ele já sabe o caminho a ser tomado.
Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia,
Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha.
No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto.
Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário,
Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário.
A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero,
E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro.
Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua,
Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua
Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio,
E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio.
As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor,
Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora.
A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão,
Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão.
Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa,
Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa.
A mulher ainda vive nos recantos da tua mente,
Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente.
Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo,
E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo.
Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão,
Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção.
Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita,
E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita.
Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia,
Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.
Nas entranhas da saudade, o coração geme em agonia,
Ecos de uma separação que cravam fundo, como espinhos na via.
O homem, marcado pela sombra da ausência querida,
Ama na distância, sofre na carência da alma ferida.
Em cada pedaço da noite, murmúrios do passado ressoam,
A mulher que partiu deixou um vazio que seus sonhos devoram.
Ainda o amor persiste, como um farol em noite escura,
Guiando a esperança, enquanto a dor perdura.
Cada toque, cada beijo, permanecem tatuados na pele,
Como promessas que o tempo não consegue apagar, nem cancelar.
Enquanto o homem sonha, acordado, com reencontros possíveis,
O coração se recusa a desistir, alimentando esperanças incríveis.
No ballet da vida, outras bailarinas tentam sua dança,
Mas ele, na teimosia do amor, recusa a oferta, recusa a mudança.
Pois a mulher que ama, mesmo distante, é seu farol,
E qualquer sombra de felicidade parece pálida, sem calor.
Recusa-se a aceitar o consolo de outros braços,
Pois neles não encontra a magia, nem os laços,
Que o uniam àquela que ainda é dona dos seus suspiros,
Mesmo que o tempo teima em ser o senhor dos retiros.
Oh, homem que ama com a chama da eternidade,
Ainda há esperança na alvorada da felicidade.
Que o destino, fiandeiro dos fios do coração,
Teça um reencontro com a mulher da tua canção.
Que a dor da separação seja um prelúdio,
Para um capítulo onde o amor é o núcleo.
E nos braços dela, encontre a paz merecida,
Na sinfonia da vida, uma harmonia restabelecida.
Na dança suave da vida, um fotógrafo a caminhar,
Entre luzes e sombras, o coração a palpitar.
Um capítulo encerra, um amor que se desfez,
Mas na resiliência encontro força outra vez.
Nas lentes da vida, capturo a superação,
Cada clique, um passo em direção à redenção.
A separação, qual negativo a revelar,
Mas na revelação, a força a desabrochar.
O obturador da dor, em meu peito pulsante,
Cada lágrima caída, uma cena marcante.
A separação, um foco desajustado,
Mas na resiliência, um novo olhar é forjado.
As fotos do passado, um álbum a fechar,
Memórias que persistem, mas o futuro a esculpir.
No estúdio da alma, moldo a minha trajetória,
A resiliência é a luz, a guiar-me com glória.
Entre poses de tristeza, sorrisos ressurgem,
A cada revelação, mais forte me ergo.
O coração, como câmera, guarda o aprendizado,
Na força da resiliência, o amor é renovado.
No tripé da esperança, firmo meus passos,
Como um fotógrafo que encontra em seus traços,
A beleza da vida, mesmo após despedidas,
Na resiliência, a alma se refaz e se desdobra.
Assim, eu sigo, um fotógrafo resiliente,
Clicando a alegria que emerge, mesmo após o lamento.
A separação, uma paisagem no meu caminhar,
Mas na resiliência, um novo horizonte a se revelar.
Na separação, o amor se transforma em memórias que aquecem o coração, enquanto o ódio se torna o frio silêncio que preenche o vazio deixado pela partida.
Fale com Deus...
Nenhum caminho é dificil
Quando você tem Deus no coração...
Pode crê irmão,
Sempre que você quiser conversar
E níngém querer te escutar
Fale com Deus
Ele ouvi até o seu pulsar,
Se ajoelhe e comece a orar.
Coração descartável...
Quem tem o coração descartável
Não tem nenhum sentimento,
Só tem no coração um ou vários
passatempo. Cuidado coração que
Nessas idas e vindas
Você pode acabar na solidão.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
O coração não esquece...
O que na mente permanece,
O coração não esquece.
Um intenso amor...
Passa um dia , uma hora,
Um minuto, um segundo
Não te equeço nem por um
Milésimo de segundo.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Se eu esquecer de te esquecer...
Você ficou gravada
No meus coração
E na minha mente.
E se eu esquecer
De te esquecer,
Eu fico doente!
(Autor: Edvan Pereira) ''O Poeta"
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