Meu Coracao Dispara

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Das dores do estômago, da falta no bolso e das feridas do coração, nascem as lições mais duradouras.

Três situações que levam as pessoas a agirem com ingratidão: a dureza do coração, a amargura de espírito e a inveja.

A hipocrisia que você menciona existir em algumas igrejas também está presente em seu coração; a diferença é que, com Cristo, você consegue enxergá-la, enquanto fora d'Ele, não.

Ser como criança é ter um coração aberto para acreditar no impensável, crer no impossível e confiar no incompreensível.

É mais prudente para o homem avançar um passo de cada vez e proteger o coração das tentações do que apressar-se sem pensar e acabar sendo consumido pela ambição.

O coração do homem é tão idólatra que, quando não idolatra coisas ou pessoas, idolatra a si mesmo.

« O bolso vazio revela o coração.


A maneira como um casal se trata
sem dinheiro no bolso
dirá se o "até que a morte os separe"
é voto ou só protocolo. »

‹‹ Alguns pregam, mas não oram;
por isso, o coração é duro.


Pregam, mas não vivem;
por isso, a alma é amarga.


Pregam, pregam, mas não chegaram onde queriam;
por isso, o coração é invejoso. ››


✧ _168 Verdades pra Homem de Deus_

Sejamos bons de coração. Façamos apenas o bem. Nada na vida virá ao nosso encontro se não nos propormos a fazer o que está determinado pelas Leis universais.

Somos imbatíveis quando a saudade de quem gostamos reflete como um espelho no nosso coração.

Num espaço vazio sempre há um coração partido...

Dentro das almas o impensável desejo.
Num suposto estado gelado o calor do coração.
Virtude julgada nas profundezas da alma.

Há dores que não fazem barulho,
mas reorganizam a alma inteira no escuro,
ensinando o coração a continuar mesmo ferido,
porque certas quedas não vêm para destruir,
vêm para mostrar a força que ainda não se conhecia.

Por mais distante que a presença pareça, por mais que a saudade aperte o coração, nada nos impede de ir além da nossa imaginação. Nada nos impede de buscar um caminho que nos leve muito mais perto do sonho de estar ao lado de quem tanto desejamos.

De repente, uma forma de dizer com os olhos, o que há muito tempo o coração esboça de forma sutil.

Sejamos bons de coração. Nem tudo o que acontece, é para o nosso mal. O que vem até nós, tem um propósito, uma razão e um porquê. Sejamos compassíveis com a vida. Ela apenas nos dá aquilo que podemos suportar. O insuportável, somos nós quem determinamos o seu grau de importância.

Sempre que o silêncio se tornar ensurdecedor, buscai nele a saída que no coração habita.

⁠Ainda que o coração se esqueça de bater, jamais se esquecerá daqueles que o aceleraram.

Aquietai o vosso coração, tudo que a Tempestade de Fora precisa — é saber o tamanho do Deus que vive nele.


Tenha fé, aquietai o vosso coração!


Porque, por mais que os ventos lá fora pareçam berrar tragédias e anunciar derrotas, eles, nada sabem sobre o tamanho do Deus que se levanta aí dentro.


A tempestade só mede forças com o que vê; nós, porém, só caminhamos sustentados pelo quanto cremos.


Aquietai o vosso coração!


A fúria do lado de fora só precisa descobrir que, dentro de cada um de nós, habita um Deus que não se intimida com ondas, nem se retrai diante de trovões.


Ele não entra em pânico, não se atrasa e nem negocia Sua soberania.


Aquietai o vosso coração!


Porque quando o interior se alinha à paz que vem do Alto, o exterior perde o direito de comandar o medo.


E a tempestade — por maior que seja — percebe enfim que jamais poderá derrotar um coração onde Deus faz morada.


Aquietai-o, portanto — não porque tudo está calmo, mas, porque Aquele que vive em nós, é infinitamente maior do que tudo que ousa rugir lá fora.


Assim seja, amém!⁠

⁠Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!


Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.


Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.


Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.


Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.


Lugar pequeno, porém disponível.


Pobre de si, rico de entregas.


E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.


Feliz e abençoado Natal!