Meu Caminho So

Cerca de 234483 frases e pensamentos: Meu Caminho So

⁠Retidão é como uma linha reta: o caminho direto, correto e sem desvios.

Inserida por paulodgt

⁠Bons conselhos ignorados tornam-se pedras no caminho da queda.

Inserida por paulodgt

⁠Aquele que vive na embriaguez da insensatez nunca achará o caminho da moralidade.

Inserida por paulodgt

⁠Uma mente ocupada na oração é o caminho mais curto para fugir da tentação.
Mt 26:41

Inserida por paulodgt

⁠Ser cristão de verdade é carregar o jugo da misericórdia e da compaixão, pois nelas está o caminho para a santificação e a salvação.

Inserida por paulodgt

⁠Antes de julgar alguém, calce seus sapatos e percorra seu caminho.

Inserida por paulodgt

A prática segue o caminho invertido do aprendizado: aplicar, saber e entender.

Inserida por paulodgt

⁠A filosofia do lobo solitário é escolher o próprio caminho, sem medo da solidão, porque sabe que sua verdade não precisa de plateia — apenas de coragem para seguir.

Inserida por paulodgt

⁠A mente é como a água: agitada, destrói tudo em seu caminho; tranquila, reflete tudo ao seu redor; e, quando dirigida, corta até a rocha mais dura.

Inserida por paulodgt

⁠Liberdade é o caminho que se consegue trilhar no compasso da renúncia.

Inserida por paulodgt

⁠A água não pergunta ao caminho se deve seguir.

Inserida por paulodgt

⁠O conforto excessivo enfraquece o espírito, que se afasta do caminho.

Inserida por paulodgt

⁠O caminho do orgulho é um abismo sem volta.

Inserida por paulodgt

⁠A água flui no caminho das pedras.

Inserida por paulodgt

⁠O tolo acha que encontra a sabedoria no caminho amoral.

Inserida por paulodgt

⁠Se nunca trilhou o caminho do sofrimento, nunca saberá o significado da compaixão.

Inserida por paulodgt

⁠Romaria: caminho da devoção

Era um caminho que começava nas dores. Peregrinos da esperança atravessavam promessas em silêncios agradecidos. As pessoas vinham como quem busca um colo, mas um colo que não se vê, apenas se sente. Cada devoto carrega um desejo particular. Os passos lentos, as preces silenciosas e os olhos que pedem. É fácil reconhecer quem anda com um pedido no peito, quem se carrega em busca de um milagre. Não falam alto, mas as pernas denunciam suas urgências.

A Basílica de Aparecida sempre esteve lá, como um ventre aberto, acolhendo cada alma que chegava. Não importa a distância, não importa o fardo. A fé nunca precisou de mapa; ela reconhece o chão onde deve se ajoelhar. Nas paredes da Basílica, a devoção: cada vela acesa é um pedaço da dor que se desprende, que arde e se transforma em chama de esperança.

As promessas são sussurros invisíveis, e cada um que entra, sem perceber, escreve ali, entre os azulejos, uma parte de si. Mães carregam filhos; filhos carregam mães. Não importa a ordem dos papéis; todos se rendem ao mesmo pedido de alívio, proteção e paz.

Os romeiros e devotos possuem uma fé que não é espetacular, que não faz alarde. É a fé que aparece no ordinário: na vela que queima devagar, no suor que escorre pelo rosto do peregrino, na lágrima que ninguém percebe cair. É no silêncio de um rosário que Nossa Senhora escuta, entende e responde.

Ali, na simplicidade de cada prece, Aparecida surge como uma resposta silenciosa, uma verdadeira mãe brasileira que tem nosso tom de pele e nossas urgências de alma. A santa não fala, mas, na humildade de sua imagem, diz. Não anda, mas abraça.

Enquanto a fé se ajoelha na presença de Nossa Senhora Aparecida, recordamos que, assim como crianças, também celebramos o seu dia. Somente uma mãe se desdobra assim e, mesmo no seu dia, se reparte com seus filhos. Todos buscamos colo, conforto e a certeza de que a Mãe Celestial, de tantos títulos e nomes, abraça os sonhos e os pedidos com a delicadeza que só ela possui, ouvindo nossos segredos e anseios de sermos, a cada dia, melhores para podermos nos perceber, enfim, mais parecidos com um de seus filhos. Amém!

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Manifesto analógico

Caminho ao contrário da pressa digital.
Meus pés fazem questão de tropeçar.
Gosto de esbarrar nos nomes,
perder o rosto e achá-lo na lembrança.
Lembrar os números e discar.
Deixar a voz ferver no ouvido sem acelerar o áudio.

Não quero que um robô faça o que minhas
mãos ainda tremem para fazer.
Escrever torto, borrar o caderno, errar sem a
opção de apagar.
Minha mente é ilógica, se perde no meio da
frase porque está ocupada sentindo.

Fora do trabalho, me divorciei do virtual.
Não confio o que amo às nuvens —
nuvens não sabem ficar.
Mudam de forma, trocam de nome,
desaparecem sem se despedir.

Voltei a imprimir memórias,
fazer backup na gaveta,
guardar fotos para que o tempo não as engula.
Escrever cartas com minha letra,
imprimir no texto minha personalidade.

Não tenho pressa de chegar a lugar algum.
Dificilmente chegarei ao dobro dos anos de hoje.
O destino já não me interessa tanto quanto o caminho.
Quero o que importa perto.
Quero ter rabiscos nas margens dos livros,
esperando o reencontro com minha versão mais ingênua.

Inserida por Epifaniasurbanas

Em breve, os que zombaram das suas tempestades, verão o seu 'guarda-chuva'. A Vitória está a caminho!

Inserida por ateodoro72

⁠Você começa perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto, e se vê lendo pessoas.

Inserida por ateodoro72