Meu Caminho So

Cerca de 235976 frases e pensamentos: Meu Caminho So

⁠Os animais vão ter você pra vida toda, mas você só vai ter eles por uma parte da sua vida... Pensando por este lado é tão triste...

Inserida por Vicky2

⁠Você nunca sabe quando é a última vez, talvez eu tenha feito algo cruel. Ou talvez só tenho observado acontecer

Inserida por Vicky2

⁠Há muita esperança, só não para pessoas como eu...

Inserida por Vicky2

⁠O final da sua história é só quando você desiste...

Inserida por Vicky2

⁠A garota se sente totalmente sozinha, só com a voz em sua cabeça que a atormenta, escreve para relaxar, dança e até mesmo tenta cantar, seus livros a levam para outra realidade, a música que entra em seus ouvidos a relaxa, suas lágrimas escorrem e o coração aperta, a cabeça dela tem um bilhão de pensamentos e a maioria apavora a pequena garota, sentada no chão de seu quarto ela começa a pensar e tenta não desanimar, ela tem um sorriso tão resplandente, ela amava seu sorriso mais a insegurança a dominou e a pobre garota de coração doce começou a desmoronar.

Inserida por Vicky2

⁠Acho que só não estou oca porque estou cheia de saudades.
É ela que me preenche quando você falta.
Uma presença dolorosa, mas viva.

Inserida por Vicky2

"E quando naquela noite acabaram as tintas, só me restou o sangue para expressar a dor que consumia minha sanidade."

Inserida por RafaelZafalon

Retalhar as horas em segundos - "[...] só pra ficar vendo quem me acha bonito(a) [...]" - e foi assim que "descambamos" ao fim!

Inserida por RafaelZafalon

Toda ideia existe, por si só e, é fruto do convívio do ser no meio.

Inserida por RafaelZafalon

Eu só queria que tudo isso acabasse logo!

Inserida por RafaelZafalon

⁠Alguns só querem amar pela primeira vez, outros só querem esquecer esse laço que se fez.

Inserida por RafaelZafalon

⁠Só existe miséria no Brasil porque esperamos o bolo crescer, para depois de frio, dividir! Esse processo letárgico sacrificou nosso país!

Inserida por RafaelZafalon

⁠Bibliosmia

O cheiro… ah, o cheiro de você.
Não é só cheiro. É o resto do mundo.
O cheiro da descoberta, o odor almiscado do que se ignora,
do que ainda falta.
É cheiro de livro novo.
Você é o odor do não dito.

Entre os dedos, suas páginas se abrem.
A palavra toma corpo, o verbo se faz carne.
Eu quero conjugar o que está entre as palavras,
capa, bordas. Ir até as margens da linguagem, onomatopeias.
Seu gênero é esse, eu sei: fantasia e suspense. Experiência sensorial.

Respira, você. E eu também respiro, exalo.
É o amor que se disfarça de saber,
ou saber que se dissolve em desejo?

A capa é corpo fechado. O que não se diz.
Aberta, toque. Você é o que não se lê.

Inserida por Epifaniasurbanas

Tamoatá

Tamoatá não é só um peixe,
é uma palavra que aprendeu a andar.
Inventou pés onde só havia barbatanas,
carrega no casco histórias que desafiam o seco
e planta memórias no fundo das lagoas vazias.

Quando a água foge, ele permanece.
Não se assusta com a ausência,
seu sonho o umedece.
Respirar fora d’água é a poesia do Tamoatá:
ele mastiga o ar como quem se alimenta de esperanças.

É peixe do mato, de água pouca e chão úmido,
veste o barro como quem carrega sua pele.
Faz-se rio onde só há poeira,
e, no silêncio das várzeas secas,
aprendeu a ouvir a fala das poças.

Tamoatá é peixe caipira,
conhece o mato como quem conhece o caminho de casa.
Ele não tem pressa,
faz do brejo um campo de repouso.
Com seus pés de peixe, planta passos na terra molhada,
ensinando ao tempo a ser lento, a ser raiz.

Ele prova que, fora da água, a vida também tem suas correntes,
mesmo que sejam mais lentas.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Alforria das Palavras

Depois da ordem das coisas,
as pedras só podiam rolar,
tão certas quanto o vento,
que não indaga os caminhos.

Não havia mais o inverso.
De tudo, só as palavras
escapavam à sujeição.
Flutuavam livres,
no deslimite das coisas,
nas bordas do impossível.

Iam e vinham,
urgentes em se espalhar,
como quem entende os despropósitos da vida
sem jamais se perder.

As pedras sabiam o seu lugar,
mas a palavra, alforriada,
não se aquietava,
não se atava ao chão.

As pedras,
escravas de seu destino,
rolavam para cumprir o que lhes foi dado.
Enquanto as palavras existiam,
suspensas entre o céu e a terra,
preenchendo os vãos do não dito.

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Asa de um lado só

Só tenho uma asa.
Um lado mudo de pássaro.
O céu me namora,
mas eu sou do chão.

Se tivesse duas,
voava em linhas tortas,
fazia rasantes no azul
e inventava nuvens novas.

Com uma só,
fico brincando com o vento,
sonhando ser passinho,
pés no chão e cabeça nos ares.

Quem sabe um dia,
no finalzinho da lida,
a asa murcha cresça
e eu, enfim, conheça o céu.

Minha asa pulsa,
como se já soubesse do infinito.
Uma asa é quase nada,
ou tudo — depende do corpo que sonha.

Inserida por Epifaniasurbanas

Eu olhei a tristeza nos olhos e acolhi a sua presença.
Quem sabe ela só precisasse de um ouvido generoso.

Eu olhei a tristeza nos olhos e a abracei demoradamente.
Quem sabe ela me abraçasse também.

Sentir um pouco de tristeza é fundamental para provarmos nossa humana capacidade de reinvenção.
Seria ela um sopro de felicidade em fase de germinação?

Eu olhei a tristeza nos olhos e encarei-a com esperança.
Dei-lhe um ombro macio e pedaços novos de velhos sentimentos.

Despedimo-nos. De mim, nada levou.

Eu olhei a tristeza nos olhos e a deixei ir.
Até a tristeza precisa de um adeus para partir...

Eu olhei a tristeza nos olhos e sorri.

Inserida por Epifaniasurbanas

“Toda vez que enfrento um dilema pratico o exercício de minha morte.
Na minha cabeça só assim se é possível enxergar as próprias vísceras.
A morte, ainda que encenada, me garante esse distanciamento necessário para não me deixar corromper com o objeto ou assunto por mim observado.
Só morto consigo ser imparcial.”

Inserida por Epifaniasurbanas

“Só quem perdeu um Cristo sabe a falta que ele faz a mesa.”

Inserida por Epifaniasurbanas

Em um mundo de relações tão liquidas só pode se sentir realmente realizado aquele que;
• descobriu a importância de se perseverar,
• que se alegra com o que já tem,
• que não desistiu de observar,
• que não ignorou a teimosia d'uma flor em brotar,
• que ainda se encanta em procurar, novidades na sua rotina.

Inserida por Epifaniasurbanas