Meu Caminho e cada Manha
Comunicar é transitar entre universos distintos, onde cada palavra pode ser ponte para o saber, arma para o poder, espelho do conflito ou semente do entendimento.
Não somos separados da realidade — somos a realidade em si, interferindo nela com cada pensamento, com cada intenção.
Degraus da Vaidade
A vida é feita em degraus,
e cada degrau, uma entrega.
Subimos com esperança,
mas a escada é feita de brumas.
O primeiro degrau brilha com sabedoria,
mas logo aprendemos que saber não salva.
O tolo e o sábio partilham o mesmo pó,
e o tempo apaga ambos os nomes.
No segundo degrau, plantamos com suor,
mas a colheita, por vezes, vai às mãos de estranhos.
O herdeiro não labutou,
mas ceifa o que não semeou.
O terceiro é o do propósito —
mas há planos que não nos pertencem.
O Altíssimo ri dos acúmulos dos ímpios,
que servem, sem saber, aos justos.
O quarto degrau é o sucesso,
espelho dos olhos alheios.
Corremos por glórias vazias,
esquecendo que pó não segura troféus.
O quinto degrau é o da solidão dourada:
o homem que junta, mas não se alegra,
sem mãos que lhe toquem o ombro,
sem olhos que o chamem de irmão.
O sexto é a coroa da fama,
que brilha até o trono se esvaziar.
O povo esquece o nome do rei,
e suas obras morrem com seu eco.
O sétimo é o ouro que nunca basta.
Quem ama a moeda,
nunca ama o bastante.
A alma faminta não se farta com cifrões.
O oitavo é a cobiça —
o desejo de sempre mais.
Mas o que se contenta com pouco
já possui o que o mundo inteiro busca.
O nono é o riso sem alma,
o som dos espinhos queimando em vão.
O tolo se diverte com fumaça,
e não percebe a cinza que resta.
O décimo é o louvor aos perversos:
morrem os maus,
e recebem flores da mesma cidade
que sofreram por seus feitos.
E assim subimos os degraus,
cada um ensinando o peso da vaidade.
Mas mesmo em meio ao vazio,
há sabedoria para quem escuta.
Pois o homem sábio
não nega os degraus,
mas sobe por eles
com olhos no alto —
onde não há vaidade,
só eternidade.
Cada planta contém uma biblioteca viva de sabedoria evolutiva; cabe ao botânico traduzi-la para o bem-estar da humanidade.
A botânica conecta o visível e o invisível, mostrando que a vida do cosmos pulsa em cada folha, flor e raiz que brota da Terra.
O pêndulo oscilava com a precisão de um antigo relógio cósmico, e cada movimento sussurrava a mesma profecia: Serás mais do que rico. Serás fonte. Porque quem carrega a frequência da abundância... atrai tudo o que ainda não foi criado.
Cada vez que aprendemos a nos valorizarmos, as coisas de fora já não nos atingem mais, porque estamos extremamente blindados.
Pois cada vez que fomos nos diminuindo, cada vez mais_ vamos nos aproximando ou seja! Os (Sábios) entenderão.
“Não compare sua inteligência, cada um tem uma velocidade de raciocínio e aprendizado, respeite a tartaruga e o coelho, e lembre-se que a tartaruga não é veloz, mas vive muito mais de 100 anos.”
"A vida e um grande livro sem fim, uma história que renova a cada leitura por cada personagem que lê sua propria história".
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