Meu Caminho e cada Manha
Os acertos nos leva para a alegria tal como os erros nos leva para a aprendizagem. Aproveite cada momento.
Entre Dores e Amores
Entre dores e amores,
eu vivi intensamente.
Vivi cada dor,
cada amor,
sem me preocupar com o “e se”.
E se der certo?
E se acontecer?
E se não acontecer?
Pra mim, o importante sempre foi viver.
Viver o momento.
Viver o amor.
Viver o que pulsa agora.
São lembranças que ficam —
umas marcadas na memória,
outras gravadas no coração.
Porque memórias são como cicatrizes:
eternizadas na alma,
lembranças que o tempo não apaga,
só ensina a doer diferente.
Momentos bons,
e outros nem tão bons assim.
Mas todos necessários.
Porque é vivendo, sentindo,
caindo e reerguendo,
que a gente se constrói.
Algumas dores chegam sem explicação,
sem aviso,
sem sentido.
Mas que a gente possa — ainda assim —
transformar cada dor em construção,
cada queda em aprendizado,
e cada amor em recomeço.
Vamos celebrar a vida
Vamos celebrar o amor
Todo mundo um dia sente dor
Mas nos cabe a cada dia
sorrir e enxergar o lado belo da vida .
Até no céu nublado existe cor!
Bendito seja aquele, que consegue ver um novo sol, uma nova esperança a cada Amanhecer... E que nunca perde a fé em si mesmo...
"Quando você chegar ao fundo do poço utilize cada resquício de oportunidades que você jogou fora para subir ao topo."
Viver cada instante como se fosse o último;
Admirar cada detalhe como se fosse único;
Apreciar cada momento como se fosse efêmero;
Esta é a lei da vida...nada se leva, tudo se deixa!
Pés no chão, evita grandes tombos;
Um passo de cada vez, evita grandes perdas;
Molhar o pé, evita grandes frustrações;
Pé atrás, evita decepções;
Passo maior que a perna, causa arrependimentos;
Enfiar o pé na jaca, causa confusões;
Estar aos pés de alguém, causa desilusões;
Meter os pés pelas mãos, causa conflitos.
Viva cada minuto, pois o relógio da vida, ora atrasa, ora adianta; mas uma hora o ponteiro pára e não recomeça.
Aceitar a sua cor
...E me diz um cidadão,
que nunca passou por tal situação:
“Cada um tem que aceitar a sua cor...”
Como assim, aceitar?
A minha cor não é um câncer,
não é uma síndrome,
não é uma deficiência.
A minha cor não é uma doença
para ser aceita, superada, removida ou esquecida.
Posso ser uma mulher negra e doente,
mas não sou doente por ser negra.
É esse surto silencioso,
disfarçado, maquiado, hipócrita,
que enfrentamos todos os dias —
nos olhares, nas atitudes,
nas perguntas retóricas que ferem mais que o silêncio.
Eu sou livre.
Posso ser o que eu quiser,
e como eu quiser.
A minha cor não me define.
Não define o meu caráter,
os meus valores,
a minha competência.
Pelo menos...
não deveria.
Racismo não é doença a ser curada.
Racismo é burrice.
É ignorância.
É maldade.
Mais de cento e trinta anos
lutando contra o que nunca deveria ter existido.
Centos e trinta anos lutando
por uma liberdade que humilha,
que sufoca,
que prende,
que mata.
"Cada livro é uma ponte silenciosa que nos leva a mundos que ainda não habitamos; e a cada página, nossa alma se enriquece com experiências que jamais viveríamos sem o abraço da leitura."
Roberto Ikeda
Algo para o natal,
Mais um natal, remete-nos ao nascimento do Cristo, portanto, que cada um de nós possa renascer para Deus para morrer o homem velho em que nos achamos, e que pelos olhos de nossa existência possamos enxergar os novos horizontes que deve enlaçar toda a nossa vida.
Um feliz Natal!
O tempo arrasta o vento
lançando dores no mar
a cada vento arrasta o tormento
de lágrimas que não se pode chorar.
Há em cada ser humano um mecanismo interno, quase sempre silencioso, que tenta orientar nossas escolhas. Chamamos isso de consciência. Muitos imaginam que ela funciona como uma estrela polar constante, infalível, autossuficiente. Mas não é assim. A consciência é um instrumento sensível, influenciável pelo meio, pelos hábitos e, sobretudo, pelas ideias às quais decidimos dar autoridade.
Paulo é um exemplo claro. Não lhe faltavam convicção ou disciplina; faltavam-lhe mapas adequados. Ele caminhava com segurança por caminhos errados, não por negligência, mas porque sua bússola moral havia sido calibrada por informações imprecisas. Somente quando uma luz maior confrontou seu modo de ver o mundo sua orientação interna pôde ser corrigida.
O mesmo ocorre conosco. Vivemos cercados por opiniões, ruídos e costumes que se impõem com a força da repetição. A consciência, submetida a isso continuamente, pode perder a precisão. Aquilo que fere passa a parecer normal; aquilo que é erro se confunde com tradição; aquilo que obscurece se disfarça de clareza. E, quando a consciência finalmente adormece, o erro deixa de incomodar não porque se tornou certo, mas porque deixamos de percebê-lo.
Por isso, não busco apenas a aprovação imediata ou a moral variável do momento. Essas coisas mudam depressa demais para servir de referência confiável. Procuro, antes, alinhar minha consciência com aquilo que não se altera o permanente, o que merece ser chamado de verdadeiro por resistir ao tempo e às circunstâncias.
Se minha consciência puder ser afinada por essa luz constante, então ela poderá funcionar como deve: um instrumento claro, um fio íntegro, um espelho que reflete sem distorcer. E assim viverei não segundo o bem que invento, mas segundo o bem que é o único capaz de orientar, de fato, quem deseja caminhar sem se perder.
Que a cada dia possamos nos tornar mais forte, que nunca nos falte a nossa fé na vida, tenhamos sempre beleza no coração e espírito humilde.
Cada gota d'água, aos poucos enche o oceano da minha dor.
A neblina limita enxergar quão extenso é esse mar e quando aparece o lamento dessa dor, é mais um dia a ter que superar.
A venda que não me faz enxergar de onde vem cada gota que cai nesse mar, é amiga traiçoeira que diz proteger, bate nas costas dizendo que está tudo bem mas na verdade ajuda a esconder que cada gota é uma questão a resolver.
E assim meus limites vão se rasgando pouco a pouco para caber mais água dentro do meu ser.
Auto ajuda, leitura de trechos prontos, uma música, as fazem evaporar em uma hora de ebulição, mas não fazem que as gotas cessem seu caminhar no oceano da minha dor.
E cada dor que passei, confesso até pensei, que não passaria jamais. As dores, por vezes, se solidificam em nossos corações. E como água passada não move moinho, não deixei minhas lágrimas transbordarem. Acumulei-as em meu coração. Lágrima batendo na dor, espatifando a dor, dor aumentando as lágrimas. Uma batalha travada. E pouco a pouco, aquela dor latente foi virando água, e como água passada, deixei a dor passar. E agora vou por aí, plantando flor e amor em um asteroide qualquer, sem jamais olhar para traz. Jamais.
Cuidado com o que pensas. Cada pensamento é uma semente. E ao tornar-se ação, será plantado no tempo e no tempo certo chegará a hora da sua colheita. O que colhes é responsabilidade, exclusivamente, sua. Então cuidas para que teus pensamentos sejam de luz e não de trevas.
Cada amor, cada dor, cada derrota, cada vitória, cada momento é um fragmento, uma nova história.
Um nó aqui, um ponto ali.
Atar, desfazer, refazer, amarrar.
Sem volta.
Passagem só de ida. Carpie Diem e teça a sua vida.
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