Meu Caminho e cada Manha

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Os Que tem seus princípios nunca irão perder o seu caminho.

O obstáculo que vemos no nosso caminho, somos nós mesmos.

Portas para o Infinito




Uma passagem e um caminho sem volta.

Momentos reflexivos e tempos de mudança.

São tantas portas!

Não sabemos em qual bater.

Dúvidas, pontos de interrogações, indecisões

E ansiedades no limite.

Cada porta um mistério

E um caminho diferente a seguir

São as portas para o infinito mundo

Das incógnitas e dos ocultos

Que só vamos descobrir entrando

E se arriscando a seguir sem medo.




Rita Padoin

O medo abandona nossos sonhos pelo meio do caminho.

Quando o outro encontra a porta aberta, entende que o caminho está livre para ser ocupado.

O Caminho da Aceitação


“A esperança é a última que morre”, assim ouvimos desde sempre. Durante minha caminhada, entendi que sonhar é bom, ter esperança também; porém, os acontecimentos estão nas mãos de Deus. Queremos, desejamos, mas se Ele não quer, não adianta sonhar. Nosso destino já está traçado.
Querendo ou não, precisamos aceitar. E é na aceitação que compreendemos que nada nos pertence – nem mesmo nossos desejos.


Aceitar faz parte do nosso crescimento e desenvolvimento. Ao aceitar, percebemos que a vida flui naturalmente, sem magoas nem ressentimentos. Nosso peito vibra, e a alma se torna leve. É nessa leveza que a felicidade habita. É ali que tudo encontra seu curso, e passamos a enxergar aquilo que, há muito tempo, não víamos.


Somos um misto de emoções e sensações. Por isso, é necessário viver em paz, para que aquilo que a vida tem reservado para nós venha ao nosso encontro. A aceitação é o segredo do nosso crescimento e da nossa felicidade.

O sinal: as perdas te levam para o caminho sem você querer.

Não existe outro caminho... ou você anda com amor e pelo amor ou na rigidez na insensatez do coração.

Não é preciso saber o caminho,
nem onde vai chegar.
Basta sentir —
é a sua fé que te guia.
Não adianta se prender à razão,
porque os maiores milagres
não são explicados pela
ciência.

Na Tua companhia


Melhor é o dia caminhando sobre o fogo
na tua companhia, do que um caminho
de paz dado pelo mundo.


Marcelo HB

Passos da Perseverança

Pelo caminho encontro pedras (obstáculos).
Agacho-me e recolho algumas delas,
faço um pedido a cada punhado e as
lanço ao rio.

Se o desejo não se cumprir, me resta
um alento: por um instante, distraí a
mente das outras pedras que ainda
restam pela estrada da vida.

— Se não avistar um rio?
— As guardo no bolso até que encontre um."

Marcelo HB

Equilíbrio

"A caminho do primeiro milhão, algumas renúncias, muitos acertos e, principalmente, acordos interiores em conformidade com o objetivo."

O Duque

O Caminho das Estrelas

"Aos que ousam sonhar, desejo que segurem
suas caudas de fogo, por mais quentes e
incandescentes que pareçam. São esses
asteroides de alegria interior que nos
transportam para o melhor de nós.

A vida cumpre, de forma magnífica, seu
destino luminoso — rumo ao sol durante
o dia, e em direção à lua à noite."

Jorge B Silva

Antes de opinar, calce o caminho.

Deus colocou a criança sob a tutela dos pais para que eles a conduzam no caminho do bem, e lhes facilitou a tarefa ao conceder à criança uma constituição frágil e delicada que a torna acessível a todas as impressões.

Allan Kardec
O Livro dos Espíritos

Quem escolhe o caminho da indiferença caminha na luz, mas carrega dentro de si a escuridão da alma.

Capítulo Quinto — O Caminho que Aprende com os Passos

Depois de atravessar noites densas e conversas silenciosas com a própria alma, o personagem desperta diferente. Não é um despertar triunfal, desses que aparecem em filmes com luz dourada entrando pela janela. É um despertar real — daqueles em que o corpo ainda está cansado, a mente ainda está desconfiada, mas existe uma força discreta puxando o peito pra frente.

Ele percebe que a vida não é uma estrada reta; é uma espiral. A gente passa pelo mesmo ponto várias vezes, mas sempre num nível diferente. Dor antiga volta com cara nova. Medo antigo reaparece com outra roupa. E ainda assim, cada volta deixa o espírito mais atento, mais sensível, mais preparado.

É nesse despertar espiralado que o personagem encontra um tipo estranho de sabedoria: ele não está curado… e, ainda assim, está mais inteiro.
Parece parado… mas, por dentro, está avançando.
Parece frágil… mas aprendeu a usar a vulnerabilidade como bússola.

O mundo ao redor não mudou, mas ele mudou a forma de pisar no mundo.

Existe uma cena forte aqui: ele caminha até um lugar onde sempre ia quando se sentia perdido. Pode ser a beira de um rio, o topo de um morro, um pedaço da cidade onde o vento bate de um jeito que acalma. E ali, sentado, ele percebe que não precisa mais lutar contra tudo o tempo todo.

Ele não precisa vencer o medo.
Só precisa conversar com ele.
O medo é quase um guia — duro, mas honesto.

A espiritualidade começa a aparecer de forma mais madura. Não é mais aquela busca desesperada por salvação, mas uma troca sincera. Ele fala com Deus como quem fala com um velho amigo que entende os silêncios. Ele lembra das palavras de Jesus, não como dogma, mas como direção: “Segue comigo, mesmo que seja mancando.”

E o mais bonito: a fé não vem como luz que expulsa a escuridão, mas como brasa que continua acesa mesmo quando o vento tenta apagar. Uma brasa pequena, discreta, mas persistente. Aquele pouquinho de calor que garante que a noite não vai congelar o coração.

De repente, ele entende uma coisa que muda tudo:
as batalhas que viveu não o diminuíram — ampliaram seus olhos.
Ensinam a perceber o sofrimento dos outros.
Ensinam a reconhecer a solidão escondida nos sorrisos alheios.
Ensinam a dar a mão sem pedir explicação.

Ele se torna alguém capaz de acolher.
E isso não é pouca coisa.

A narrativa desse capítulo fecha com uma imagem simbólica: o personagem observa o próprio caminho — cheio de marcas, curvas e tempestades — e percebe que está caminhando não apesar delas, mas através delas. O caminho não ensina antes do passo; ele ensina durante.

E o personagem, finalmente, entende que está se transformando em algo raro:
uma pessoa que carrega a própria dor como lâmpada para iluminar outras almas perdidas.

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"As pessoas mais realizadas estão ocupadas demais construindo o seu caminho para perderem tempo tentando sabotar o dos outros."

NA PRÓXIMA ESTAÇÃO

No vácuo espesso da minha incoerência,
caminho sobre trilhos que eu mesmo forjei.
Teu silêncio ressoa em mim
como ferro antigo rangendo no frio.
Aprendi cedo a vestir armaduras.
A confundir silêncio com força,
rigidez com caráter,
distância com equilíbrio.
Mas há um trem parado dentro do meu peito,
um apito que insiste em nascer
e não aceita mais o aço como morada.
Sou peregrino do que ainda não compreendi,
exilado nas fronteiras da própria resistência.
E começo a perceber:
não é o mundo que me endurece —
sou eu que ainda tenho medo de sentir.
Se a vida é viagem incerta,
talvez o erro seja parte da rota,
e cada queda, um ajuste de direção.
Não sou aço.
Sou travessia.
Na próxima estação,
desarmo-me.
Deixo no banco vazio
a armadura que me protegeu
e também me isolou.
Liberto-me de mim
não para desaparecer,
mas para existir sem defesa.
E então, no cais do teu ser,
o mar já não me ameaça.
O naufrágio deixa de ser destino
quando compreendo que amar
não é perder força —
é escolher vulnerabilidade com consciência.
Não te encontro como salvação.
Encontro-te como escolha.
Deixo de ser busca tensa
para ser presença inteira.
Na próxima estação,
não sou menos homem —
sou mais verdadeiro.

J Rabello de Carvalho

"Comer as próprias sementes é o caminho matemático mais rápido e garantido para a pobreza financeira."


Laerson Endrigo Ely, Método R.E.N.D.A. de Investimentos⁠