Meu Caminho e cada Manha
A ansiedade não se resume a dificuldades para respirar. Ela é acordar às 3h da manhã com o coração acelerado, mesmo após uma noite de sono profundo. A ansiedade pode surgir de forma repentina, sem explicação. É se preocupar com situações que podem ou não ser reais. A ansiedade é um banho às 2h da manhã. É a mudança de humor em questão de minutos. É um tremor que você não consegue controlar. Ansiedade é choro, lágrimas que doem. É sentir náuseas. A ansiedade pode ser paralisante e sombria. É ter que inventar uma desculpa após um ataque de ansiedade. É medo e preocupação. É um cansaço físico e emocional. A ansiedade é crua e real. É uma discussão com seu parceiro, mesmo que você não esteja realmente bravo. Ela te fragiliza com o menor incômodo. Ansiedade é reviver memórias. É o "e se?". É um turbilhão de "o que está errado?" e "eu não sei". Seus sentimentos são válidos; só porque você se preocupa com o que os outros fazem, isso não te torna louco(a) ou sem valor. Muitas pessoas bem-sucedidas também enfrentam a ansiedade. A culpa não é sua. Isso não é o fim. Você é forte. Você é corajoso(a). Você é digno(a)!
Não é porque sorrio que eu sou feliz, uma pessoa pode comer de manhã mas quem garante que ela não sentirá fome a noite?
O sol tá raiando
Lá no horizonte desapontando.
Pela manhã é
morninho.e de tarde
é bem quentinho.
Mas em todo momento, seu brilho é reluzento.
Sol radiante.🌞
O sol tá raiando
Lá no horizonte desapontando.
Pela manhã é
morninho e de tarde
é bem quentinho.
Mas o tempo todo cintilante, com seu brilho reluzente!
Dona de casa não para de trabalhar, de manhã, de tarde e, à noite, é descansar.
Aproveite para viver de uma maneira mais tranquila.
Estar 24 horas direto só em casa traz canseira.
Saia pra passear, nem que seja na esquina, na pracinha perto da sua casa ou na vizinha. Não importa que espaço ocupará, o que importa mesmo é que feliz estará. Seu corpo e sua mente com certeza vão relaxar pra dali a pouco voltar pra sua casa trabalhar.
Hoje o sol não apareceu nem de manhã nem de tarde ,hoje ele se escondeu.Entre as nuvens cinza uma hora vi seu dourado,imaginei as nuvens se rasgando no céu ,e o sol clareando com seu brilho encantado.
Bom dia!
Que sua manhã seja de muita luz e oração,a tarde seja de muito amor e perdão,e a noite continue com Jesus no coração!⁵
Capítulo — 14 de Outubro, 4h20
Era dia 14 de outubro.
04h20 da manhã.
O portão ecoou com um grito.
— Carolina!
Reconheci a voz do meu primo. Não éramos próximos. Ele não apareceria ali, naquela hora, por qualquer motivo comum. Antes mesmo de levantar da cama, pensei: alguém morreu.
Meu marido foi atender. Eu fiz o que sempre faço quando o nervosismo me invade: corri para o banheiro. Era como se o azulejo frio e a porta fechada pudessem me proteger do que quer que estivesse por vir.
Quando saí, ele já havia voltado.
— Sua mãe está em Saquarema, na casa da irmã. Passou mal. Está no hospital.
Meus dois filhos dormiam. A casa estava em silêncio, mas dentro de mim algo já gritava.
— Cuida das crianças. Eu vou pra lá ver minha mãe.
Comecei a arrumar uma mala às pressas. Ele tentou me convencer a não ir.
— Não precisa. Sua irmã disse que, quando você chegar, provavelmente ela já vai estar de alta.
O telefone dele tocou. Era minha irmã.
Estranhei. Por que ela ligaria para ele e não para mim?
Ele desligou e repetiu a mesma história: que eu não precisava ir, que não era grave.
Continuei arrumando minhas coisas.
Então ele disse:
— Procura um documento da sua mãe. Ela foi para Saquarema sem identidade.
Parei.
Minha mãe nunca sairia sem documentos. Nunca.
Peguei o telefone e liguei para minha irmã.
Assim que ela atendeu, fui direta:
— O que aconteceu com a minha mãe?
Do outro lado, silêncio. Depois:
— Teu marido não te deu o recado?
— Ele disse que ela estava internada.
Então ouvi o som que nenhuma filha deveria ouvir: o choro quebrado de uma irmã tentando ser forte.
— Carolina… nós perdemos a nossa mãe.
Eu sabia o que aquelas palavras significavam. Mas meu cérebro se recusava a aceitar.
— O quê? — repeti.
— Nós perdemos a nossa mãe.
Ela repetia. Eu repetia.
Até que ele tirou o telefone da minha mão.
Fiquei sentada na beira da cama por uns dez minutos. Ou talvez uma vida inteira. Eu me senti como uma criança de três anos perdida numa feira, olhando ao redor e não encontrando a mão que sempre segurou a sua.
Senti um vazio brutal. Uma dor física no peito. Um rasgo.
Respirei fundo.
Como vou contar para os meus filhos?
Fiz café. Esquentei o leite. Preparei pão com queijo e ovos. A rotina parecia cruelmente normal. A cozinha tinha cheiro de manhã comum, mas nada mais era comum.
Acordei as crianças.
Tomamos café.
Ao final, disse:
— Filhos, a mamãe tem uma notícia muito triste.
Eles se sentaram no sofá. Eu fiquei de frente para eles.
— A vovó estava passeando em Saquarema. Ela passou mal, foi levada para o hospital… mas infelizmente não resistiu.
Eles se abraçaram e choraram. Havia tristeza, mas também uma serenidade que me surpreendeu. Talvez porque o amor que ela plantou neles fosse maior que o medo da morte.
Meu marido ficou com as crianças. Eu precisava fazer o que ninguém queria fazer.
Dar a notícia ao meu pai.
Entrei na casa que, a partir daquele momento, deixava de ser “a casa dos meus pais” para se tornar apenas a casa do meu pai. Eu tinha a chave.
Ele não estava lá.
Comecei a procurar a certidão de casamento — necessária para emitir a certidão de óbito. Enquanto isso, ligava para tios, tias, amigas, primos. Minha mãe era amada. Muito amada.
Quando meu pai chegou e me viu ali, tão cedo, estranhou.
— Quem morreu? — perguntou, direto.
Respirei.
— Minha mãe. Sua mulher.
Ele sentou.
Expliquei como soube: que ela passou mal na casa da irmã, foi levada à UPA, depois transferida para o hospital de Bacaxá. Que, no caminho, teve um infarto dentro da ambulância. Que tentaram reanimá-la. Que não conseguiram.
Ficamos sentados na varanda esperando minha irmã chegar.
Quando o corpo chegou, já era fim de tarde. Foi levado direto para a capela, no mesmo local do sepultamento.
Meu filho ficou em casa com uma prima. Minha filha foi comigo. Meu marido também foi, mas ficou distante. Não me amparou. E, naquele momento, eu não tinha espaço para analisar ausências. Eu só queria me despedir.
Minha filha e eu entramos juntas na capela. No caminho, ela foi abraçar parentes. Eu tracei uma linha reta até o caixão.
Lá estava ela.
Inerte.
Coberta de flores brancas. O rosto pálido, mas sereno. Vestia uma camisa de Nossa Senhora de Fátima, sua devoção maior.
Eu me plantei ao lado dela como uma guarda.
E não saí mais.
Aquela era a última vez que eu estaria ao lado da mulher que me deu a vida e nunca poupou esforços para que eu vivesse bem. O choro começou contido, mas a certeza de que nunca mais teríamos nosso café da tarde juntas me atravessou como lâmina.
Deram-me quatro tranquilizantes.
Nenhum fez efeito.
Nada me tiraria dali.
Quando avisaram que era hora de fechar o caixão, pediram que todos saíssem.
Eu disse:
— Eu não saio. Pode fechar na minha frente.
E assim foi.
Seguimos em procissão até o jazigo. Houve oração. Falaram de Nossa Senhora, como ela gostaria. O caixão desceu.
Aquele era o fim.
As pessoas começaram a ir embora. Mas meus pés não se moviam. Era o último dia. A última imagem. O último adeus físico.
Minha filha, minha irmã e minha prima ficaram comigo.
— Ficamos aqui o tempo que você precisar — disseram.
As horas passaram.
Até que minha prima falou, com doçura:
— Vamos? Já está na hora. Sua filha está cansada. Seu filho te espera.
Olhei para o jazigo e, dentro de mim, falei:
— Mãe, eu ficaria aqui por dias. Mas a vida continua. E eu sei que você ama seus netos. Vou cuidar deles o dobro do que já cuidava.
Respirei fundo.
E fui embora.
Sabendo que, naquele 14 de outubro, às 4h20 da manhã, eu deixei de ser filha no mundo —
mas passei a carregar minha mãe inteira dentro de mim.
A vida segue, entre responsabilidades, rotinas e pensamentos que se organizam pela manhã e se desorganizam à noite. E talvez seja exatamente isso, pois viver é esse equilíbrio imperfeito entre tentar entender tudo e aceitar que nem tudo está em nossas mãos.
Somos mais como livros na estante da vida: fechados por um tempo, mas nunca esquecidos.
E basta um dia diferente, uma luz que incida de outro ângulo, para que voltemos a percorrer aquelas páginas. Entre lembranças, saudades e silêncios, existe também crescimento.
Existe continuidade. Existe o reconhecimento de que somos feitos de tudo aquilo que vivemos, inclusive das versões que já fomos.
Algumas conexões não se explicam, se sentem. E permanecem.
Como o sol e o girassol: um não prende o outro, mas, ainda assim, existe um movimento natural, sempre em direção à luz. 🌻☀️
POTE DE OURO
As flores do campo são tuas...
Põe o girassol na manhã
Virado para o leste
As rosas vermelhas, põe no teu quarto
São as paixões que desconheceste...
Põe um siamês na tua janela...
Os gatos são adornos
E mistérios indecifráveis...
Põe um cachorro na tua sala,
O cachorro é um amigo leal...
Arma a tua rede em firmes paredes,
provém tua moringa, teus potes...
Cultiva tuas plantações...
Alimenta tuas criações...
E no final da tarde, depois da neblina,
Quando o arco-íris cair sobre o vale,
Teu pote de ouro já estará guardado...
Manhã de sonhos...
Parei para pensar por um momento...
São tantos os caminhos que me trouxeram até aqui...
Fecho os olhos para lembrar com perfeição a paixão...
E um Anjo sorriu-me e eras tu...
Um passarinho falou-me dos sentimentos que ainda
Habitam em mim...e eu sorri...!
Ah! Eu quero ouvir tuas palavras
O suntuoso de teus rubores
Quero beber a magia deste sol
Que te queima a pele...
Voar nas asas de uma ilusão presente...
...o sol brilha não importa o tempo...
Abraça-me anjo nesta manhã de sonhos!
O tempo... Quem dera fazê-lo voltar atrás e aproveitar as oportunidades perdidas. De manhã, dá vontade de esganar o galo cantando, como se isso fosse prolongar alguma coisa na nossa vida tão curta. A única coisa que vai valer a pena para nós é o fato de que tudo será apenas uma lembrança do que já foi um dia!
De bom dia ao senhor pela manhã, siga o até o entardecer, se despeça ao anoitecer e o aguarde voltar amanhã.
Desabrochar de alegrias
em doce manhã que
o amor faz - me companhia.
O amor é a minha perfeita poesia.
Há de desabrochar o amor
sempre que o meu olhar com teu se encontrar.
O meu amor só sabe com o teu coração rimar.
És meu lar.
Juntos vamos desabrochar á cada manhã que o sol nos despertar.
O amor é o melhor lugar, o amor é o meu par.
Com ele sempre hei de florescer, mesmo se o sol se esconder.
Ele é o sol que faz meu coração se aquecer.
Hoje ao me levantar pela manhã notei que minhas mãos estavam mais enrugadas de que de costume e que minhas costas doíam, olhei-me no espelho e senti meu rosto cansado, de repente minhas pernas ficaram bambas. Senti o choque da realidade.
Não se preocupe
Eu vou cuidar de você
Você é muito
Idoso
Eu vou te dar o café da manhã
Que foi feito para um rei
Todas as suas refeições eu faço
Do zero
Nada é congelado
Você parece gostar do café da manhã
Que eu faço
Agora eu vou te preparar
Para começar o dia
Primeiro eu vou te barbear
O antigo jeito embora
Com uma lâmina e creme de barbear
Fique parado
Não mova a cabeça
Porque se você fizer
Eu vou te cortar
Vai levar alguns minutos
Para fazer isso
Então eu vou te dar um banho
Eu vou lavar todo o seu corpo
Agora é hora de enxaguar
Agora eu vou secar seu corpo com
Uma toalha de banho
E vestir você
Com suas roupas casuais
Amor intenso
Era uma manhã
Ensolarada quando
Me lembrei do nosso
Encontro.
Nós estávamos em um
Parque, cercado por
Árvores e flores coloridas,
O aroma verão estava no ar,
Nós nos olhávamos com um
Brilho nos olhos,
Como se o mundo à nossa volta
Tivesse desaparecido.
Naquele momento tudo parecia
Possível.
Lembro-me de como você me
Puxou para mais perto.
Beijei você ..... e você sorriu,
Como estivesse querendo que
Que aquele momento durasse
Para sempre.
Havia algo mágico em nós.
No início, Sentia um nervoso,
Uma vontade de fugir, tudo
Era tão intenso. Mas, em vez
De fugir, escolhi ficar.
A química entre nós era tão
Forte, não conseguia resistir.
......
Espero que você se sinta abraçado pela manhã com esta mensagem de bom dia repleta de carinho que te mando neste momento. Tenha uma excelente manhã!
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