Meu Amor Viajou
Meu coração é muito pequeno; meu cérebro, médio, mas não consigo esquecer você. Ainda que me esforce.
Sou estrangeiro, um andarilho e meu destino é caminhar sozinho. Sempre caminhei a passos largos, sem objetivos ou planos correndo na contra mão.
Olha meu bem,
Não me julgue pelo que és..
Não sou normal.
Não me coloque em catálogos, não sou um objeto.
Não me etiquetes, não sou uma mercadoria.
Não me julgues, não sou seu réu.
Não me acuses, não és meu fiscal.
Não me condenes, não és meu juiz.
Não me emoldure, não sou um quadro.
E,
NÃO ME DEFINAS....SOU UM MISTÉRIO.
NÃO MENOSPREZE MINHA INTELIGÊNCIA..
VOCÊ VAI TER UMA SURPRESA..
..
É difícil olhar para dentro e ver o monstro que me tornei, ver meu coração de pedra ser coberto por uma pele de porcelana.
Meu coração é muito pequeno, está com a lotação esgotada.
Bate pouco, está sobrecarregado..
Por isso se machuca, quando se esbarra em mais "um".
..
Meu voo
Prefiro voar
Na verdade...
Navegar, no meu caso, nunca foi preciso.
Prefiro voar... Faz mais o meu gênero
Gosto de voar... Voar alto, bem alto
Gosto de ter sonhos e quem tem sonhos não navega, voa.
Voo a altas distâncias e de lá de cima vejo que sou tão pequenina
No entanto, sei que posso atingir a altura certa para que eu possa
pousar ...
Não um pouso tão seguro, as vezes quebro uma asa, uma pata e
me causa uma dor atroz essas quedas mal jeitosas, mas continuo
voando ou sonhando, não vejo diferença.
Minha meta é sempre o cume, o ponto mais alto da maior montanha;
é lá que tento fazer o meu ninho, é mais seguro e sem concorrência....
Só que às vezes, como já disse erro o pouso - montanha errada, piso em falso e ai "catacumba"! Lá vou eu...
De volta ao chão, mas sei que de novo vou tentar voar ou sonhar!
Teu olhar tocou minha alma
Teu sorriso invadiu meu coração
De repente as cores ficaram vivas
De repente o sonho se desprende do medo
E tudo que eu falar vai exigir o silêncio
Porque só no silêncio absoluto
Perceberás que o infinito nos une...
Poesia bailarina
A poesia se faz menina
quando baila e rodopia,
feito bailarina,
dentro do meu coração!
E dança... Dança...
Como se não fosse noite.
Como se fosse sempre dia...
Baila _ bailarina!
És tu, a minha poesia!...
Me procure quando você precisar de mim, mais nunca esqueça meu nome quando você der uma festa...by.fmayoral
A rosa que um dia você me deu,
Guardei em meu coração,
Mesmo quando seu perfume se for,
Ainda que se seque...
Permanecerá em meu coração;
Em um lugar especial...
Assim te guardo em meu coração.
Anjo meu...
Meu amigo guardião,
Você me tem para sempre,
Porque meu coração é seu.
A sua morada...
Te adoro anjo meu...
Amigo de sempre...
Amigo da onça – Histórias engraçadas
Numa entrevista de emprego:
- Muito bem meu rapaz!...Eu até que gostei de você, achei você bastante simpático. Vamos fazer um último teste:
- Vamos dizer que você está no pantanal e de repente aparece uma onça enorme, o que você faz? Perguntou a entrevistadora.
- Se eu tiver uma arma eu atiro nela. Disse o entrevistado.
- E se o senhor não tiver uma arma?
- Aí eu pego uma faca e vou pra cima dela. Cheio de valentia respondeu o entrevistado.
- E se você não tiver uma faca? Continuou a entrevistadora.
- Aí eu saio correndo.
- E se o senhor não puder correr?
- Tem certeza que a senhora gostou de mim?
Se apossou de mim, não pediu permissão...entrou sem convite, se alojou no meu coração, me fez refém dos teus olhos, prisioneira do teu olhar. Me ganhou em silêncio, me cantou sem falar. Como ladrão me roubou, me acorrentou...jogou as chaves fora para não sair, não me libertar...me condenou a ter você em mim para todo o sempre !
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor.
Quem sabe a sorte
Desprovido de ânimo
meu coração enlanguesceu
Fatigado pelo tempo
meu coração esmoreceu
Desiludido com os homens
meu coração enrijeceu
Meu coração cansou-se
de ser súdito da vontade de outrem
Sinto o seu ardor arrefecer
o seu rúbido empalidecer
Nem mesmo a poesia
pode salvá-lo da morte
Quem sabe a sorte?
“Ser” austero
Castigado pelos meus atos
o meu “Ser”, soluçante,
geme alto dentro de mim.
A altivez é uma tendência
do meu caráter impetuoso!
Agô meu pai
O soluçar do tambor
faz o gemido de um cântaro vazio
lúgubre, lamurioso e triste
Sua epiderme magoada
segrega a seiva bílis encarnada
dos golpes do açoite
Palpita forte e sensível
invocando o velhusco negro
adormecido no seu oco
Agô meu pai!
Quando a saudade ataca,
Com a intensão de ferir,
minha ALMA...
Meu violão combate,
Com seus acordes vibrantes,
e me ACALMA...
