Metáforas

Cerca de 156 frases e pensamentos: Metáforas

Nunca defina quem você ama, você deixará de percebê-lo. O amor se dá às metáforas, hipérboles, adjetividades, às vírgulas, mas jamais ao ponto.

TROCANDO PIMENTAS POR CAQUIS (Ou pequenas metáforas de perda ou passagem)

Não quero mais os líquidos ardentes que me fazem fogueira, mas depois se acabam e deixam somente a seca sede do pós-chama. Quero, sim, as águas do rio que lavam, nutrem e acalantam, e quando seguem, carregam a poeira e me ajudam a seguir. Não quero mais os adereços que perfuram minha pele e ao serem retirados, espalham vãos pelo meu corpo. Quero, sim, as flores que acolho em minha orelha e, ao murcharem, ainda deixam seu perfume em meus cabelos. Não quero mais os contratos de imóveis que, ao serem destruídos, me deixam perdida e sem teto. Quero, sim, as areias da praia que não me preocupo em chamar de minhas, mas que dedicam caminho e carinho para os meus pés...

Eu não quero sentir falta.
Quero, sim, sentir saudade.

⁠Senti que ia morrer hoje
Não, não é nenhuma daquelas metáforas
Eu senti mesmo
Sempre me pergunto
Quem ela quer
Quão triste
Ela me quer
Até que finalmente
- adeus

Não se brinca com as metáforas. O amor pode nascer de uma simples metáfora.

Milan Kundera
A insustentável leveza do ser. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.

Quem disse que a vida é festa ou combate reduziu o indizível a metáforas fatigadas. A vida, na essência mais fina, é apenas um convite — desses que chegam sem assinatura e sem manual, pousando na palma como um bilhete anônimo. Cada ser decide se atravessa a porta sem saber o que respira do outro lado, ou se permanece na soleira, colhendo a falsa segurança da borda. E é nesse gesto — entrar ou recusar — que todo destino começa a se escrever.

A linguagem sempre revela algo. Nietzsche dizia que as palavras são metáforas esquecidas. Então quando alguém fala “pobrema”, talvez não seja só erro — pode ser retrato de um sistema que nunca ensinou direito. E isso é um problema muito maior que o “pobrema”.


“Os brasileiros que mais tem problema são aqueles que vivem de ‘pobrema pobremas’ — porque às vezes o maior erro não está na gramática, mas na maneira de enxergar o mundo.”

​As metáforas que fogem à compreensão: dentro desta mesma compreensão, vemos o espaço criado pela inércia num volume constante e relativo de informação. Não compreendemos o que começou diante do início; damos livre-arbítrio a nós mesmos para sermos capazes de transcender a compreensão.
​O procedimento foi feito para que a metáfora seja a fronteira dos entornos da realidade.
​Mesmo no estado crítico, ainda vemos parte do paradoxo do passado, pois a distância define o que foi ou o que é. Nunca ficaria visível, pois o presságio é de que o presente seja o colapso da ausência do fato — visto que o fato em si não aconteceu dentro da possibilidade. As probabilidades são vagas, pois o presente foi escrito pelo contínuo momento em que o efeito foi elaborado: um momento único onde caminhamos simultaneamente dentro do passado, do presente e do futuro.

​As metáforas que fogem ao paradoxo inicial são vistas como aceitáveis na beirada da alucinação coletiva.
​As flores do conhecimento — reminiscência evolutiva — são apenas o carvão na fogueira alucinada dos deuses místicos. O loop temporal de ideias flutua nas profundezas da razão racional, enquanto a linguagem verbal guarda segredos para a metáfora que se torna semântica. Traços de realidade observam equações dentro da função da física: uma evolução existencial determinada pelas heranças da geometria, que reluta, mas permanece genuína.
​O fluxo temporal no egocentrismo e, bilateralmente, na geopolítica, transforma o cidadão em um fluxo abrangente de dados. Dize-se que o bot sabe mais de filosofia do que a gravidade na continuidade relativa, sendo a translação do curso abstrato uma condição pré-determinada pelo algoritmo — aceita e validada pela ciência e pela física.
​As metáforas no tom vermelho realçam sua presença; a arte enfeitiça a mente e o olhar se fixa nos lábios rubros. O vestido vermelho reforça a ideia de controle e domínio mental — o terreno ideal para a alienação. O vídeo rápido entrega satisfação e dopamina barata, preparando o terreno para que outras drogas colonizem a mente. O que é uma ideia diante da vontade e do desejo? Simplicidade: o acúmulo de imagens configurado para que a atenção seja rápida e funcional. A venda de produtos nada agrega à vida; é apenas o comércio acelerado alimentando a compulsão até o limite da obsessão. Esta dinâmica é uma patologia coletiva. Como em um buraco negro, nem a luz escapa da sua gravidade: a atenção é movimento que transcende o campo massivo.
​No macrocosmo e na socialização do emaranhado quântico, os fótons se movem e somem quando observados. Contudo, a existência espontânea mostra dois indivíduos no mesmo espaço seguindo este mesmo pensamento. Vemos deepfakes existenciais: dois seres se obliteram no campo das ideias — um preso, o outro com um simulacro de livre-arbítrio —, duas consciências agindo simultaneamente. Enquanto isso, a política ganha um mito que não passa de um canastrão mequetrefe. A moça de vermelho passa; você pensará na moça de vermelho, no político ou no trecho de física e filosofia?
​As metáforas, como sombras do conhecimento e reminiscências evolutivas, compõem o mosaico que torna o cotidiano aceitável diante das maquinações do mundo. São escolhas toleráveis na Teoria do Caos: mesmo no caos absoluto, a beleza predomina e encontra sentido em nossas mentes.
​Os vieses da filosofia são expostos por experiências manipuladas pela extrema-direita, reduzindo o absurdo a um loop temporal de respostas curtas e diretas. Nessa disfunção mental, as decisões se tornam extremas, descambando no terrorismo doméstico, enquanto o senso comum se degrada no fenômeno terraplanista.
​O Problema dos Três Corpos é apenas a equivalência dessa mentalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Cubismo político cognitivo

Morada dos deuses e épico ético...
Política do humano pensante e suas metáforas.
Algumas vezes o dilema do dogmas são histórias de um passado,
Pode se refletir no presente?
Temos que ter essas histórias como exemplo?

Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.

Suas balelas são metáforas...
Canastrão, no meio da resenha faz cenas impagáveis...
Seus atos medonhos são figuras....


Laços de recuperação são apagados pela condenação... ( e essas figuras são alucinações ou apse da degradação do ser humano.)


Vulgaridade...
As tendências compulsivas e iluminadas pela angústia de ser o navegante da floresta negra...


Nos encontramos em apenas na notoriedade da floresta inconsciente.
Abrangência do início da exposição.
Ate a empatia declaração se derrota nos espaços influentes.

Renasce a semântica.
Remanescentes dos ancestrais.
Os ditos pronomes são metáforas.
E essas metáforas são pronomes...
Na disfunção da gramática sonhos são condenados.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

Metáforas de cores reluzentes transcendem a percepção aguda sob um ângulo corretivo.
​A percepção do azul, na velocidade magnética, atinge o ápice do ego expressivo; no espaço contínuo, essa mesma velocidade projeta o vermelho como cor de fenda, num pequeno rasgo do espaço-tempo.
​A translação do ar reflete o status do fluxo no meio ambiente. Quando o ar é quebrado pela velocidade do som, as ondas de impacto materializam a sonoridade em cor que se dissipa no exato instante do estampido.
​O ar comprimido da existência — metáfora quadriculada em estado primitivo de inércia — desperta. A energia se manifesta na primazia do branco, como o rastro da difusão de uma viagem temporal que deixa em seu rastro a pura sensação do vazio.

Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...

​Metáforas entre metáforas: pensamentos para pensamentos dentro de pensamentos


​Entre falas e falácias, as desculpas não passam de discursos para ocultar e enganar quem ainda acredita em histórias de palhaço. Em ocasiões especiais, suas trapaças revelam-se como episódios de um bobo ganancioso.


​Por que existir dentro de uma mera existência? "Sou bonito ou sou engraçado? Faço dancinhas para enganar e entorpecer com dopamina barata? Escrevo discursos incrédulos para que perpetuem a escravidão do seis por um?"


​Emerge a covardia e o insuportável sentimento de indignação: ser pobre só dá o direito de existir, enquanto terras e mansões parecem reservadas aos "grandes imortais". Mal sabem que, no cemitério, não há rico nem pobre — apenas pó sobre pó.
​Mesmo numa linda sepultura, repousa um cadáver cercado de riquezas que em nada adiantaram, pois o tempo o consumiu. Ninguém se lembrará de quem ele foi ou será; restará apenas o pó sobre o pó, um nome gravado numa placa de bronze e uma estátua coberta de poeira.
Nada mais.
​O tempo devorou cada imperador, rei, monarca ou presidente. Restam apenas a luz do dia e a luz da lua. Os descendentes seguem caminhos distantes daquela ilusória grandeza, pois cada um traça o próprio destino.
​Mansões se tornam ruínas, lugares abandonados pelo estado de luxúria onde o ego singelo e infinito doma a alma e expõe o espírito.


O vento sopra a poeira, espalhando sonhos num estado primitivo da matéria.

Por Celso Roberto Nadilo

​Metáforas entre Metáforas
​Entre falas e falácias,
as desculpas não passam de discursos
para ocultar e enganar quem ainda acredita em histórias de palhaço.
Em ocasiões especiais, suas trapaças revelam-se
como episódios de um bobo ganancioso.
​Por que existir dentro de uma mera existência?
"Sou bonito ou sou engraçado?
Faço dancinhas para enganar e entorpecer com dopamina barata?
Escrevo discursos incrédulos para que perpetuem a escravidão do seis por um?"
​Emerge a covardia e o insuportável sentimento de indignação:
ser pobre só dá o direito de existir,
enquanto terras e mansões parecem reservadas aos "grandes imortais".
Mal sabem que, no cemitério, não há rico nem pobre —
apenas pó sobre pó.
​Mesmo numa linda sepultura,
repousa um cadáver cercado de riquezas que em nada adiantaram,
pois o tempo o consumiu.
Ninguém se lembrará de quem ele foi ou será;
restará apenas o pó sobre o pó,
um nome gravado numa placa de bronze
e uma estátua coberta de poeira.
Nada mais.
​O tempo devorou cada imperador, rei, monarca ou presidente.
Restam apenas a luz do dia e a luz da lua.
Os descendentes seguem caminhos distantes daquela ilusória grandeza,
pois cada um traça o próprio destino.
​Mansões se tornam ruínas,
lugares abandonados pelo estado de luxúria
onde o ego singelo e infinito doma a alma e expõe o espírito.
O vento sopra a poeira,
espalhando sonhos num estado primitivo da matéria.
​O ser reluta em ter resiliência
quando não passa de aparência.
Para existir, tenta sobreviver dentro de si.
Houve um olhar que sentiu o tom da ilusão:
o que parecia profundo
é apenas a equivalência da inércia.
​Para além e em frente,
buscar o frescor das almas cansadas pelos vultos
— um abade em formato metafórico.
​O que reluz no campo neurológico
serviu a poucos do além;
perpetua a perspectiva de sonhos repletos de ironias,
diluídas na verdade somada do passado.

Problemas são metáforas que ainda não se tornaram pontos minuciados de solução.

Inserida por AndersonCDO

A tristeza é um definhamento cíclico feito por metáforas e metonímias ambulantes e frígidas do coração.

Inserida por AndersonCDO

Metáforas surgem na solidão...
lagrimas comprimem o coração,
muitos vezes sinto ouvir o sentimento,
mais que paira longo caminha dos sonhos,
pode ser teu olhar atravesse as janelas dos céus,
enquanto a tinta da arte seca... tudo se reduz...
subitamente se desdem num ar no apogeu...

Inserida por celsonadilo