Mentiras
Quando somos levados a não crer ou a esquecer que Deus está no controle de todas as coisas, então já estamos bem distantes e perdidos; assim, devemos pedir ajuda a quem é o caminho, a verdade e a vida!
Quando não estamos dispostos a compreender os porquês dos outros não adiantará saber as razões, pois nosso cegamento nos distanciará da verdade!
Que a honra ao ser humano não afete nossa integridade cristã e que a mesma não ofusque o equilíbrio da visão moral da verdade.
Se um reconhecimento ilegítimo vem de uma pessoa injusta, então queira ser reconhecido apenas por alguém justo, pois será verdadeiro e terá valor!
Depois do "ChatGPT" todo mundo "virará" escritor, consultor e especialista em várias áreas dos saberes.
Até onde irão querer mostrar algo que é plágio? Fruto do trabalho escravo da IA. Até onde irão convencer os outros? Até quando terão consciência o bastante de serem justos, honestos e verdadeiros?Teremos daqui por diante uma enxurrada de aproveitadores e cínicos sanguessugas da tecnologia! Uma coisa é você aprimorar algo seu, outra coisa é você usar o que não é seu nem fruto do que você criou! Pois originalidade, criatividade e esforço é para somente gente justa, honesta e verdadeira.
É tão difícil ajudar o próximo quando se trata de assuntos desumanos.
A opinião nem sempre tem razão.
Os disse me disse são maioria.
A injustiça espreita esperando se dar bem.
Mas a justiça tarda, mas não falha!
Ainda bem!
IGNORÂNCIA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Em muitas situações da vida
é a "ignorância" que nos protege...
Pois a "verdade" destruiria-nos...
Não sou uma pessoa boa. Tenho defeitos. Tenho manias. Tenho tiques.
Não sou perfeito. Te incomoda. Foda-se!
Quem te gosta não fala de ti.
Quem te gosta não te diminui.
Quem tem amizade não te desmerece.
Quem te gosta não te apunhala.
Quem é amigo segura sua mão e caminha contigo.
Rótulos Superficiais
Dizem por aí que sou arrogante, desinteressado, descompromissado. Na verdade, até me importo com algumas pessoas, mas a maior questão é, que, eu não tenho tempo para coisas triviais, sentimentos supérfluos... Gosto daquilo que verdadeiramente incendeia a alma, toca o espírito, que nos molda, que ressoa por dentro, que genuinamente nos conecta, entende? Gosto daquilo que é substancialmente verdadeiro.
Narrativa Inspirada no Conto Sufi.
Fragmentos do Infinito.
Conta um antigo conto da tradição sufi, atribuído a diversas escolas do Oriente Médio, que a Verdade em sua pureza integral desceu à Terra e os homens não puderam contemplá-la em sua totalidade. Para que não se perdesse por completo, Deus partiu a Verdade como se fosse um espelho, e lançou seus estilhaços ao mundo.
Desde então, cada ser humano carrega em si um pequeno fragmento desse espelho divino, refletindo uma porção da Verdade, mas jamais o seu todo. Aqueles que tentam impor seu pedaço como sendo a totalidade do espelho, sem reconhecer os fragmentos que os outros portam, caem na ilusão do orgulho e da cegueira espiritual.
Entre a História e o Mito: Teodora e o Concílio de Constantinopla
A história da Igreja e do Império Bizantino está repleta de episódios marcantes, nos quais fé, política e poder se entrelaçam. Um desses episódios envolve a Imperatriz Teodora e o II Concílio de Constantinopla (553 d.C.), cercado de interpretações populares que, ao longo dos séculos, deram origem a uma narrativa mítica.
O poder de Teodora em vida
Nascida por volta do ano 500 d.C., Teodora ascendeu de origens humildes até tornar-se esposa do imperador Justiniano I. Inteligente, astuta e de personalidade firme, foi uma das mulheres mais influentes de sua época. Sua atuação durante a Revolta de Nika (532), quando convenceu Justiniano a não abandonar o trono, garantiu sua fama de estrategista e de figura essencial no governo.
Por isso, não é de estranhar que a memória de sua influência tenha sobrevivido muito além de sua morte. A tradição bizantina frequentemente a descreve como decisiva em assuntos de Estado e de fé, atributos que favoreceram o surgimento de lendas envolvendo seu nome.
Cronograma histórico
c. 500 d.C. – Nascimento de Teodora.
527 d.C. – Justiniano torna-se imperador, com Teodora ao seu lado como imperatriz.
532 d.C. – Revolta de Nika: Teodora impede a fuga do imperador, consolidando o poder do casal.
548 d.C. (28 de junho) – Morte de Teodora, em Constantinopla, provavelmente de câncer.
553 d.C. (5 de maio a 2 de junho) – Realização do II Concílio de Constantinopla, convocado por Justiniano. Teodora já havia falecido há quase cinco anos.
O Concílio e a questão da reencarnação
A reunião de 553 buscava reforçar a ortodoxia cristã e combater o chamado “origenismo” — doutrinas inspiradas em Orígenes de Alexandria (séc. III), que incluíam a ideia da preexistência das almas. Essa doutrina, ainda que não fosse uma formulação de “reencarnação” nos moldes conhecidos hoje, foi considerada perigosa para a unidade da Igreja.
Daí surgiu, em tradições populares posteriores, a versão de que Justiniano e Teodora proibiram a crença na reencarnação durante o concílio. No entanto, a realidade histórica desmonta essa narrativa: Teodora já havia morrido. Assim, qualquer menção à sua participação é fruto de lenda ou de interpretações simbólicas que perpetuaram sua memória como conselheira firme do imperador.
A permanência do mito
Por que, então, a ideia da participação de Teodora se perpetuou? A resposta pode estar no poder da memória coletiva. Teodora foi uma mulher de grande autoridade e presença histórica. Mesmo após sua morte, continuou sendo associada às grandes decisões do Império. Nesse sentido, o mito talvez traduza menos um erro histórico e mais uma forma de reconhecer a força de sua influência, como se sua sombra ainda pairasse sobre Justiniano e sobre os rumos da Igreja.
Reflexão final
Esse episódio nos convida a refletir sobre como a história é construída. Entre documentos, tradições e interpretações, os fatos podem ser distorcidos, e figuras históricas acabam envolvidas em narrativas que não lhes pertencem literalmente, mas que expressam algo de sua força simbólica.
Teodora não esteve fisicamente no II Concílio de Constantinopla — mas o mito de sua participação revela o quanto sua presença era sentida, mesmo após a morte. É a memória coletiva tentando manter viva a influência de uma das mulheres mais poderosas de Bizâncio.
Reflexão motivacional:
A história nos mostra que, ainda que o corpo pereça, a influência moral e espiritual de uma vida permanece. Aquilo que construímos em termos de coragem, justiça e dignidade pode ecoar além do tempo, moldando consciências e inspirando gerações.
De que Deus nós estamos falando? Se tudo que tenho não entra no Céu.
E o que peço, muito menos.
Reflexão e sabedoria é a chave.
Mas que porta estamos abrindo?"Que Deus o todo poderoso nos guie para o caminho verdadeiro."
"Quem bem me conhece sabe que eu sou chata, arengueira, encrenqueira, sem besteira e muito verdadeira.
Exigente, urgente e óbvia,
-Sem discussão!
Eu apenas me mostro como sou.
Não encare isso como uma ameça!"
☆Haredita Angel- 11.09.2012
"Somos todos visitantes deste planetinha.
Estamos aqui só de passagem com um unico objetivo "EVOLUIR".
Depois, voltamos para a casa do Pai, que é o nosso verdadeiro lar.
☆Haredita Angel
Ouço, observo, acolho… mas filtro com sabedoria.
Guardo só o que edifica, só o que me aproxima do céu, só o que faz morada no coração de Deus. Porque meu manual não é este mundo… é a Palavra.
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