Mente
Posso pressentir o perigo e o caos, e ninguém agora vai me amedrontar... Com a minha mente vou a mil lugares. E a imaginação me dá forças pra voar.
Sonhos desejamos alcançar. Ser alguém com o poder maior que você já tem!
Liberdade é correr pelo céu... Sempre unidos vamos triunfar. E se a nossa luta é pra valer vou mostrar meu valor...
Dragon Ball Z meu compromisso é sempre vencer...
Sabe oque mata a alma ? São os pensamentos negativos ,a mente que está acostumada a levar tanto não !
Hoje tá foda... #aborrecido #chateado
Eu ate tento manter minha mente num limbo de sanidade, mas tem dias que o castelo todo desmorona, entao tenho que começar tudo de novo. Reconstruir o que as vezes penso que não tem conserto!!!
Deixa insônia,
Só por um dia minha mente descansar,
Pelo menos na hora de dormir,
Porque amanhã preciso de mim.
Vagalumes...
Quando vc está longe,fico apagado quando vc volta minha mente acende.
Tudo em vc brilha!nunca se afaste
Sua luz me fortalece sem vc tudo escurece!
“Quando o Palco Apaga”
Lá fora, todo mundo promete.
Mas quando o palco apaga e a mente grita,
é no bastidor que a verdade se revela.
Depressão não é fraqueza — é o corpo pedindo pausa,
é a alma implorando por abrigo.
A dependência nasce do medo de perder quem nunca ficou.
E o abandono ensina: amar também é saber ir,
sem se perder tentando ser o que esperam.
— Purificação
Dos labirintos da mente,
sombrio, o vazio se sente.
Longos os passos da noite,
distante, o caminho ao longe.
Nisso, em campo do desconhecido,
minh'alma não desvia do esquecido.
"O arrependimento é fruto de uma mente que, iluminada pela graça divina, compreende a necessidade de por um fim ao seu comportamento inadequado, dando origem a uma série de ações transformadoras que, guiadas pelo Espírito Santo, renovam seu modo de pensar, agir e viver segundo a vontade de Deus."
Quando não temos nada de bom para pensar,
o mal pode nos atormentar.
Devemos ocupar a nossa mente com coisas boas
para os pensamentos ruins não nos perturbar.
DIÁLOGOS COM A SOMBRA
Eu te ignorei por anos, trancada no sótão da mente
Doeu menos fingir que eras obra da poeira e do tempo
Mas nas noites de insônia, quando o mundo desmaia
Sinto teu peso no colchão, um afundamento calmo, lento
És o hóspede não convidado que paga aluguel em silêncio
A parte da história que nunca me contaram completa
A raiz que cresce na direção oposta da flor
A única verdade que minha alegria aceita discreta
E hoje, cansei da guerra. Baixei as armas da razão.
Abri a porta do sótão e disse, sem triunfo, apenas:
"Entra. Já que insistes em habitar esta casa,
ao menos vem da penumbra. Vamos ter uma conversa,
afinal somos inquilinos do mesmo osso, da mesma carne,
dividimos o mesmo teto quando a tempestade desaba."
Refrão:
E assim começou o diálogo com a sombra:
"O que queres de mim, além do medo que já te dei?"
E ela, feita de vozes antigas e pó de espelho:
"Nada que já não seja teu. Apenas devolver o que esqueceu de ser.
Sou a cidade submersa sob teu mar de tranquilidade.
O nome que riscaste da tua própria biografia.
Não vim para te destruir, apenas lembrar-te
que a luz que tanto cultuas nasceu da minha geografia."
Confessei meus segredos mais claros, os de pleno sol
Ela riu um riso de terra: "Ingênua. Esses não interessam.
Fala-me da inveja que vestiste de ambição.
Do ódio que baptizaste de 'justiça'. Da crueldade
que chamas de 'franqueza'. Dos desejos que afogas
no álcool da resignação. Desses sim, somos parentes."
E eu, sentada no chão com meu duplo noturno,
vi minha história reescrever-se com tintas diferentes.
Ela mostrou-me as feridas que eu causara e chamara de 'conquista'
Os amores que asfixiei em nome do 'amor próprio'
A criança que abandonei no caminho da 'maturidade'
E eu chorei. Não de arrependimento, mas de reconhecimento.
Era como ler um livro escrito em língua estrangeira
e descobrir, página após página, que era a própria história.
A sombra não era monstro. Era o arquivo, o repositório
de tudo o que joguei fora para brilhar na memória
E assim seguiu o diálogo com a sombra:
"O que faço contigo agora, se já não te posso temer?"
E ela, feita de silêncios e verdades truncadas:
"Integra-me. Não como inimiga, mas como contraponto.
Sou o contorno que dá forma à tua luz.
A nota grave na tua melodia.
Sem mim, és apenas claridade sem definição,
uma bondade plana, sem história, sem profundidade, sem dia."
Bridge (Musical: cresce para um clímax orquestral, depois cai em absoluto silêncio por 2 segundos)
E no ápice do confronto, veio a quietude.
A rendição. A sombra não se dissolveu em luz.
A luz não venceu a sombra.
Elas apenas... se reconheceram.
Dois rios correndo no mesmo leito.
Dois vocais na mesma canção.
E eu, que era a guerra,
tornei-me o campo de batalha pacificado.
E depois, o próprio tratado de paz.
Outro (Sussurrado, sobre um piano solitário que retorna):
E agora carrego-te comigo. Já não és um fardo às costas.
És a mochila com as provisões para a noite.
Aprendi a linguagem das tuas pausas,
e tu aprendeste a melodia dos meus desejos aceites.
Já não sou 'eu contra ti'.
Somos... um nós.
Uma alma com suas nuances.
E quando a luz do dia me define,
és tu, na penumbra, quem me dá dimensão.
Obrigada, estranha.
Minha mais íntima estrangeira.
Minha sombra.
Minha... dona de casa
