Mente

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Um imenso campo de pensamentos brota em minha mente como girassóis.

⁠"Um homem pode escolher 3 decisões na vida: a da mente, a da alma e do coração"

A fé clareia a minha mente e a mente clareia os meus caminhos
A minha arma não é pistola mais o poder do raciocínio

A mente cansada não precisa de cobrança, mas de acolhimento. Você não é definido pelas tempestades que enfrenta, e sim pela forma como atravessa. Dê tempo ao tempo, pois até as feridas ensinam quando cicatrizam. Ser forte não é não cair, é aprender a se levantar com mais consciência. A maior liberdade é viver em paz com quem você é.

Ninguém mente tanto quanto o indignado.

⁠O passado e o futuro em minha mente brigavam,
o sangue transparente em meus olhos sussurravam,
aos baixos dele eu ouvia que no fim eu
seria o que eu era antes da
minha vida.

Complicada é a mente humana, nem a própria pessoa é capaz de se compreender. Pode até dizer que se conhece, mas não é capaz de conduzir plenamente a sua vida, sem que tome decisões as quais mais tarde vai meditar, como pôde tal decisão tomar.

Nave vai ao espaço
Versos vêm assim
Decolamos


Mente
Mente
Mente


Decoramos

Nave vai ao espaço
Versos vêm, assim,
De
co
la
mos


Mente
Mente
Mente


De
co
ra
mos

Inspiração

Se distraiu, na nave da mente, olhou
e não viu mais o pensamento, batendo cabeça no branco da confiança... amassando às palavras que não são
as mesmas da loja da surpresa da
língua, agora então? é o jeito martelar
o poema com versos da própria
cachola depois do prejuízo de bater
pestana e a frase não ter na mão...

Inspiração

Se distraiu, na nave da mente, olhou
e não viu mais o pensamento, batendo cabeça no branco da confiança... amassando às palavras que não são
as mesmas da loja da surpresa da
língua, agora então? é o jeito martelar
o poema com versos da própria
cachola depois do prejuízo de bater
pestana e a frase não ter na mão...

A palavra pinta a coisa
A coisa não cabe na palavra
A coisa foge pro verso — universo na mente
A coisa de sair da palavra, ser a moldura
Peguimentar a tela
Abastecer a palavra com imaginação
Com investigação própria
A coisa não se prende no verso
No volante do verso
A gente se pega
Lê de verdade é parar na coisa;
Não se pega a palavra
Sem por a mão na massa

Uma palavra enraiza na mente
E se segura na explicação
Espalha o contexto ouvida ou brotada
Pelo tempo de discussão
Uma toca um novo sentido
Pro assunto não ficar parado
Num olha só, mente é terra
E terra é para produzir palavras
Palavras plantada podada no
Rumo que quer o dono da
Frase que pega na mente
Que lê que sente
Poesia pô

Já ter falado a palavra selva é se embrenhar nessa aventura chamada mente.

... Encostou a orelha na orelha da... tentando escutar o que... tinha na mente
Todo poema é orelha; orelha pra gente

As palavras pipocam na mente
Exalando o sabor da diversão
Basta aquecer as palavras certas
Na chama da imaginação
E com o poema ainda quente na mão
Saborear cada palavra
Nessa emoção

A experiência do borbulhar de palavras
chamando o olhar ao barulho do silêncio que da mente brota
fluindo frases que leva
o olhar poema afora
com o barulho das palavras
rolando a história
nessa brincadeira agente olha
a água que molha
a garganta da mente
que tagarela corre com a palavra
certa para a frase inquieta
que sem a palavra: puf




Leonardo Mesquita

A palavra águia pousa na frase
balançando a mente com a imagem
a pupila dos olhos do leitor se dilatam
com o canto do alfabeto
por perto...
a águia voa — ai, essa palavra dança!

Um poema bom mesmo
não fica na frase
cai na boca, se prende na mente
freia a gente
reaviva marcas, tem a bala de prata...
nisso a gente se amarra
se armar e, atirar na calma
sem perder o alvo
com a palavra certa
parar o leitor no poema da gente...

A poesia tem utilidade? quem sabe que a linguagem é um antídoto para a mente... sabe que já se encontrou em muitos poemas vida afora... e já tá medicado pelo ser humano que cura-se no muito de si — que é o outro: que não precisa de um medicamento, mas falar coisas que se encontram sem frases... e essas substâncias sem frases; não incomodadas pelo encontro com o justo — era isso que eu sabia, sentia, pensava; mas não tinha palavras para olhar o eu, o seu ser que encontra-se em tratamento — de pensar — que o quê ainda não foi poetizado: leva o alto custo da sociedade com fármacos — agora com o susto que me dar a frase, que encontro no meu silêncio... essas palavras são pílulas de razão para o quê do outro... na cirurgia de um poema,
no corte preciso que palavras poetizadas fazem para o humano que se pega na frase do outro...
já sente melhoras do que antes não ter palavras. Assim: essas palavras —
poema de doze em doze horas e escutar o humano que não foge a regra.


Leonardo Mesquita