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O tatame e o altar não limpam a podridão da alma; quem usa a medalha ou a bíblia como escudo, só está adiando o dia em que o monstro por trás da máscara será exposto.

O respeito me faz valorizar todas as crenças, e a inteligência me faz entender que Deus é grande demais para pertencer a uma única religião.

A pior traição não é a do corpo, é aquela que usa o nome de Deus para justificar a falta de caráter.

Julgam as mulheres da vida com a Bíblia aberta, mas, na primeira oportunidade, cometem o mesmo deslize, correm para a igreja para se ajoelhar no chão e dizem que foi astúcia do inimigo. Deus vê o ato, não a desculpa.

Eles te amaldiçoam em nome de Deus porque a sua verdade ameaça a estabilidade do ídolo de ouro que eles sustentam.

No tribunal da fé cega, quem rouba em nome de Deus é ungido, e quem avisa do roubo é condenado ao inferno.

Você vira as costas para a hipocrisia, e eles dizem que você desviou de Deus. Mal sabem eles que foi aí que você finalmente O encontrou.

Deus virou o produto mais lucrativo do mercado nacional e mundial, onde pastores enriquecem vendendo terrenos no céu para pessoas alienadas que se recusam a aceitar que estão apenas financiando a vida de luxo de criminosos de terno.

O milagre moderno não opera mais na saúde ou na economia; opera na capacidade de líderes religiosos cometerem crimes em um dia e serem ovacionados no domingo seguinte como ungidos perseguidos.

O despertar espiritual mais violento não acontece na oração, mas no dia em que você percebe a podridão moral de quem dita as regras da fé na sua vida.

O perigo da manipulação religiosa está no fato de ela usar os sentimentos mais nobres do ser humano — como a devoção, a culpa, a esperança e a caridade — para fins puramente egoístas e de poder. Quando a fé perde o senso crítico, ela deixa de ser um caminho de paz e se torna uma arma de controle em massa.

Curiosidade bíblica


Você sabia que, no episódio registrado por Mateus 8, Marcos 4 e Lucas 8, nenhum desses três autores estava presente quando Jesus acalmou a tempestade no mar e seguiu viagem para Gadara?


Curiosamente, dos quatro evangelistas, o único que possivelmente estava presente era João, filho de Zebedeu. E há um detalhe surpreendente: embora tenha testemunhado esse acontecimento, João é o único dos cinco presentes (Jesus, João, Pedro, Tiago e André) que não registra esse episódio em seu Evangelho.


Possivelmente, cada evangelista obteve essas informações da seguinte forma:
Mateus: ouviu o relato de João, Tiago, André ou Pedro, pois sua conversão aconteceu depois desse episódio.


Marcos: escreveu com base no testemunho de Pedro.


Lucas: reuniu informações a partir dos relatos dos apóstolos e de outras testemunhas oculares.


Vale lembrar que Marcos e Lucas não eram apóstolos, e Mateus ainda não havia sido chamado por Jesus quando esse acontecimento ocorreu.


Por Ubirajara Almeida

É mais sábio confiar no tempo de Deus
do que na benevolência instável dos homens.
O que nasce da vontade humana se desgasta,se frustra, se contradiz.
Mas o que se cumpre no tempo divino
vem sem pressa e sem ruído e quando chega, revela que nada foi espera,
tudo foi preparação.

Que, pela graça de Deus, toda batalha herdada termine em nós.
Que sejamos a geração que rompe as correntes do passado e deixa como herança a fé, a paz e o amor.

Para ir para o inferno, você não precisa fazer nada. Basta seguir o próprio coração.
A Bíblia não nos ensina a seguir o coração, mas a submetê-lo a Deus.
O coração humano, entregue a si mesmo, é enganoso e inclinado ao pecado.
Por isso, quem vive apenas pelos próprios desejos caminha para longe da vontade de Deus.
O maior engano desta geração foi acreditar que o coração é um guia confiável.
A Palavra de Deus diz que ele é enganoso e corrupto.
Quando o homem faz da própria vontade sua bússola, inevitavelmente se afasta de Deus.
A salvação nunca esteve em seguir a si mesmo.
Ela está em negar a si mesmo, tomar a sua cruz e seguir a Cristo.


Não siga o seu coração.


Submeta-o ao Senhor.

A religião atinge seu ápice de controle quando transforma as correntes em adornos, fazendo o cativo acreditar que sua submissão é, na verdade, um ato de devoção.

Muitas vezes, as pessoas confundem o teto de suas celas religiosas com o céu, acreditando estarem livres simplesmente por não tentarem voar além dos dogmas.

A escravidão religiosa mais cruel é aquela que mata a razão hoje para prometer a eternidade amanhã; o indivíduo deixa de existir muito antes de o corpo cair, e o faz sem notar, achando que está finalmente aprendendo a viver.

As pessoas entregam sua liberdade, seu sangue e seus anos a deuses construídos por homens, morrendo em nome de uma promessa enquanto seguram as mesmas chaves que poderiam libertá-las.

Desde os primeiros altares até as modernas catedrais, a religião sempre foi o método mais eficaz de escravizar multidões sem que fosse preciso disparar um único tiro, bastando apenas o medo do invisível.