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O narcisista evangélico não busca a glória de Deus, mas usa o nome de Deus para validar o seu próprio ego.

A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.

O verdadeiro Evangelho é sobre serviço; o narcisismo religioso é sobre ser servido e validado.

O narcisismo religioso é a arte de transformar o 'assim diz o Senhor' em 'assim eu quero'.

O narcisista usa a Bíblia como escudo para suas falhas e como espada para as falhas dos outros.

No narcisismo gospel, Deus não é o Senhor, é o assistente pessoal de quem ora.

O maior pecado do religioso narcisista é acreditar que ele é o padrão de santidade pelo qual o mundo deve ser julgado.

O evangélico narcisista não adora a Deus; ele adora a ideia de ser o escolhido de Deus.

Para o narcisista religioso, o 'Espírito Santo' é apenas o nome que ele dá à sua própria intuição e vontade.

O próprio narcisista se esconde sob o manto da religião para que sua arrogância seja confundida com autoridade espiritual.

O narcisista evangélico lê a Bíblia procurando justificativas para o seu orgulho e armas para o seu controle.

No palanque do narcisista religioso, o Evangelho é o roteiro e o fiel é o financiador de sua sede de poder.

Manipular a fé alheia para obter poder político não é liderança, é estelionato espiritual.

Quando líderes religiosos usam o medo e a 'autoridade divina' para manipular votos, o diagnóstico é claro: narcisismo e abuso de poder.

A juventude é um estado de espírito, mas a elegância musical... ah, essa é uma conquista do tempo!

A igreja que deveria ser um hospital para a alma, virou um balcão de negócios para o bolso dos pastores.

A religião atinge seu ápice de controle quando transforma as correntes em adornos, fazendo o cativo acreditar que sua submissão é, na verdade, um ato de devoção.

Muitas vezes, as pessoas confundem o teto de suas celas religiosas com o céu, acreditando estarem livres simplesmente por não tentarem voar além dos dogmas.

A escravidão religiosa mais cruel é aquela que mata a razão hoje para prometer a eternidade amanhã; o indivíduo deixa de existir muito antes de o corpo cair, e o faz sem notar, achando que está finalmente aprendendo a viver.

As pessoas entregam sua liberdade, seu sangue e seus anos a deuses construídos por homens, morrendo em nome de uma promessa enquanto seguram as mesmas chaves que poderiam libertá-las.