Mensagens Profundas
Não há liberdade possível aos que entregaram suas almas ao diabo para salvar o país e ainda aplaudem o diabo tentando entregar o país para se salvar.
Malandro é o diabo que pegou as almas dos Idiotas para salvar o país, agora está tentando vendê-lo para se salvar.
O encardido está decorando o salão nas profundezas para celebrar as bodas da Igreja com o Estado.
Não será festa de amor, mas banquete de conveniências.
O altar se mistura ao palanque, e os votos são jurados não diante de Deus, mas diante do poder.
As taças não transbordam de vinho, mas de vaidade.
O coro não entoa cânticos de fé, mas hinos de domínio.
Os convidados não são santos, mas cúmplices.
E enquanto a celebração se desenrola nos porões da alma coletiva, o povo, aturdido, dança sem notar que a festa é de luto.
Porque toda vez que a Igreja se deita com o Estado, quem sai órfã é a Verdade.
A terra fica profundamente entristecida com a sua partida, mas com a esperança de vê-la laureada no céu!
Vá em paz!
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
O nosso sonho não tem hora certa para começar mas uma vez começado, daí não tem hora certa, mesmo para acabar.
Os sonhos quanto mais impossíveis, nos parecem verdadeiramente muito felizes.
Nossas flores e nossos medos, sustentam um único desejo. Que o dia amanheça e o mau sonho vá embora. Enfim retornaremos a sonhar colorido outra vez. Colorir a vida, curar as feridas, perdoar tudo e buscar integro o nosso feliz amanhã.
Nunca encontra a objetiva verdade, toda alma inquieta daquele que não sabe ao certo o que busca, incessantemente, todas as horas pelos diversos e oblíquos caminhos.
Se a alma não se cura, não adianta caminhar,
Pode rodar meio mundo, que nada vai completar.
Enquanto troca o propósito, a semente não vai florir,
Pois Deus não abençoa planos que negam o existir.
Quem te lança no poço pensa que é o teu fim,
Mas não sabe que ali Deus começa algo em mim.
Enquanto jogam a terra pra tentar te enterrar,
É raiz que se fortalece, é vida a germinar.
José foi ao fundo, Davi aprendeu a esperar,
Daniel na cova viu Deus se manifestar.
O poço não é derrota, é lugar de preparação,
Deus usa a dor como ponte pra cumprir a missão.
Somos o que vivemos, o que o peito sentiu,
Cada lágrima escrita no livro que Deus abriu.
Não dá pra fugir do chamado, nem calar a voz do céu,
Quem nasce de promessa carrega propósito fiel.
O que parecia fim é começo em Suas mãos,
Quem tenta te enterrar só rega tua vocação. 🌱
117 histórias , experiências e sentimentos até sonhos contados e contando e as antigas onde observo onde está enumeradas quantas vezes guardou algo e vê que não está mas tão bem guardado. Isso que se tem quando ao mundo é exposto.
Leticia17
CULTURA
Cultura é o pano com que a humanidade cobre a sua nudez e borda nela os seus sonhos.
Também se poderia dizer que cultura é fruto da inocência perdida.A cultura é o véu que o homem tece para esconder e revelar a sua nudez.
ACORDA, PORTUGAL!
O horizonte encolheu. Trocaram o mar e as estrelas, que alargam a alma, por agendas estreitas e por um comercialismo triste, sem luz própria.
Desviámo-nos do rumo. Deixámos de ser a expressão audaz do espírito que descobriu mundos para nos perdermos em figurinos alheios, longe da nossa terra e do nosso povo.
É tempo de levantar o olhar. De voltar a sentir o sal e a nocturna claridade. De reencontrar, nas ondas e no céu, a perspectiva que nos foi roubada.
Acorda
UM ALERTA
Cuidado, ó poderoso porque até o sono mais profundo tem um limiar. E cuidado, ó povo adormecido porque quem prefere o berço à estrada, um dia acordará num cárcere que ele próprio ajudou a construir. A única magia forte o bastante para quebrar o elixir e dissipar o sonambulismo chama-se consciência desperta. Ela não vem com rugidos, vem com o primeiro silêncio em que se ouve, afinal, o próprio coração bater.
Quem sou eu, pra desprezar o outro,
quando a hora de partir chega e a alma sente?
Não queremos deixar tocar o coração,
mas toca, e sentimos em cada pedaço de nós.
É horrível querer prender o que já se foi,
repetir velhas emoções é se punir,
é negar a partida e voltar à mesma ferida,
buscando tocar o que já não volta.
Quem sou eu pra indagar palavras?
Pra dizer que o outro não vale nada?
Que nunca me serviu? Que já não é o outro?
Talvez só nossos olhos tenham visto
o que ele nunca foi,
e nunca vai ser.
É uma dimensão complexa querendo amar: a solidão.
Quem sou eu pra falar quando o outro grita?
Quem sou eu pra dizer o nome do outro?
Quanto mais falo, mais vejo minha incapacidade
de virar a página.
Que possamos virar páginas, mudar discursos,
aceitar o que se foi,
e viver o novo que a vida traz.
Enquanto nos agarrarmos ao velho,
nunca sentiremos o novo.
Ah, escutai, ó almas errantes,
Que buscam amar sem correntes!
No peito, o querer arde constante,
Mas há beleza em esperar o presente.
Amar é lançar ao vento a semente,
É não prender o rio que corre a vida.
É deixar o tempo pintar na mente
O quadro do destino, sem pressa ou medida.
Se for para ser, o tempo, sábio guardião,
Tecerá nossos fios em doce união.
E quando o instante certo enfim chegar,
Nus de medos, nossas almas irão se achar.
Então, deixa fluir, coração errante,
Que o amor verdadeiro é dança constante.
Não apresses o sol, nem o luar,
Pois o destino, em seu ritmo, vai nos guiar.
Deixei de viver para apenas existir.
Fui atrás de um sonho — e disso não me arrependo.
Foram minhas escolhas que ganharam forma no caminho.
Quando me encarei no espelho, entendi:
para chegar onde almejo, não preciso me pressionar,
preciso, de verdade, viver cada momento.
E quantos momentos eu deixei passar
por achar que não merecia,
por acreditar que era preciso sofrer
para me tornar referência.
A dor, sim, me moldou —
mas não me endureceu.
Ela me fez grande, me fez verdadeira,
me arrancou de um pensamento banal
e me ensinou a viver uma vida intensa.
Arrependimento de coração traz paz, alegria e reconciliação com Deus, levando a alma a aborrecer os prazeres do pecado e o espírito a buscar sentimentos nobres na vida.
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