Mensagens Profundas
As nuvens dissipadas no céu,
O sol bondoso fazendo brotar...,
Não só os beijos das sereias
Pelas areias,
Mas também pelo mar;
Das gaivotas eu escuto,
- o cantar
Embalando o festejar.
As delicadas borboletas,
Obras primas da Natureza,
Sobrevoando as gentis dunas,
Enfeitando a poesia praiana,
Descrita na Praia de Salinas,
Eternizada como um doce beijar.
As dunas são como a vida,
Ambas mudam de lugar;
Não deixe nunca de amar...,
E no teu coração o amor bailar,
Siga como o barquinho
Pelas ondas do mar;
Permita-se ser levado pelo flutuar
De tanto me adorar...
Eu tenho muito
a te oferecer,
É verdade,
eu sou um oceano
Do amanhecer
até ao entardecer.
Um fenômeno anônimo,
Um impulso discreto,
Um amor doce e secreto.
Inteiramente
deslumbrante,
As minhas tonalidades
ousadas,
E as entonações abusadas...
Para te endoidecer,
Para te embalar,
E fazer a tua pele ferver.
Eu tenho virtudes,
É verdade, eu sou
o desencontro,
O encontro com a cabeça
recostada
Sobre a tua vontade,
o teu ombro.
Suplicante, pedinte,
- insistente
Assumida,
e sempre carente.
Sou a encarnação
da rebeldia,
O amor cheio
de revolução,
A canção repleta
de emoção,
A luz dos teus olhos,
A habitante
do teu coração,
A verdade cantada
em canção,
A tua loucura
cheia de paixão.
Você que saiu em busca da poesia,
Ela surpreendeu te dando uma
rasteira,
E agora? Como encontrá-la?
Ela entrou e passou pelos teus poros,
Sobrevoando as
(dunas),
E agora, está escondida atrás dos cactus,
E bem agasalhada no ninho das
(corujas).
Você que não sabia nada sobre poesia,
Ela descoberta por meus pequenos versos,
Te seduziu com todas as plumas...,
Com o voo
(silencioso),
Macio e
(carinhoso),
A poesia entrou e passou,
Deixando a saudade inteira em você.
Sendo notada ou não,
Voa poesia voa,
Escreve até sobre a garoa,
Mas voa porque a vida é boa,
Não desista de mim não,
Não saia desse meu coração.
A paciência supera o tempo,
- contempla -
Se contenta até com o vento,
- se experimenta -
Se alimenta com a serenidade,
Não abre a mão da bondade.
Caminho de reerguimento
Busca a luz, a corrigenda,
Procura o devotamento,
E a dedicação ao dever,
Busca além dos sonhos
E daquilo que se pode ler.
Ter valor moral é real resistência
Ante a dolência provocada pela violência,
Devemos pedir a Deus:
clemência.
Não ter vergonha de sermos bondosos,
- e generosos -
Sempre a favor de todos.
É fundamental, buscar o amor
E a harmonia no silêncio completo,
- reflexão -
Para adoçar o coração,
Que seja o teu combustível a oração,
Elevada ao Bom Deus e Nosso Senhor,
Não tenha vergonha de espalhar
E de plantar harmonia e amor.
Reflexões,
Inspirações,
Intuições,
Boas ações,
Premonições
Com Meimei.
Ao mar,
Ao vento,
Ao solo,
Ao firmamento
Estão firmados:
O firme pensamento
E o bom sentimento.
A neve como um véu,
Recobrindo a cidade,
Parece até um veludo,
Dá uma grande vontade
De se refugiar do mundo.
Desceu sobre a neve
A estrela matutina,
Parecendo os teus olhos
Que a todos ilumina,
Linda como nos meus sonhos.
O que sinto não se traduz,
Brilha igual à ele,
Além de seduzir - reluz;
Sinal da minha sede,
Nada apaga essa luz.
A neve veludo sobre a cidade,
Que cativa de verdade,
Quero conhecer Moscow,
Ver de perto as origens,
Que me ensinaram a paz e o bem;
E o meu compromisso com a verdade.
Deveria ser a nossa liturgia divina,
Respeitar a cidadania
E o verbo na plenitude;
O ser humano é infinitude,
Ele vai muito além do dia-a-dia...
O conhecimento é a garantia,
Da boa convivência
E da imortalidade do pensamento,
É livre toda a manifestação de [pensamento
Que conduza a Humanidade ao [acolhimento.
Ah, tanta coisa deveria [ser
- e [acontecer!
Deveríamos ao menos ter fé
um no [outro;
E a boa convivência ser a lei,
- tratada como um [tesouro!
Enquanto existirem os poetas,
E quem os aprecie:
o mundo terá sempre alguém
que sonhe com a beleza e harmonia.
A poesia não espera nada além de
reconhecimento e fé na vida.
Nas treze Superluas
todas elas previstas,
Celebraremos
todas as conquistas.
O vento soprou
na minha nuca,
Imagino um beijo
teu além da Lua.
És o maior porque
é todo meu,
Foi o meu coração
que te escolheu.
Nos dois eclipses
que estão porvir,
És o maior porque
é todo meu,
Foi o meu coração
que te escolheu.
O teu sorriso é
órbita que enfeitiça,
Teu corpo convida
e nos sideriza.
Desde o dia que te vi
pela primeira vez:
Não consigo mais
colocar os pés na Terra,
És delírio de paixão talvez,
mas que em mim constela.
O teu par de olhos
gravitando hipnóticos
ao redor do meu
corpo como dois
planetas misteriosos.
A tua pele de metal
raro me fascina
de maneira sensual
que invade malícia.
O teu jogo de sedução
me faz presa a você,
porque tens todo
o aroma do que é paixão.
Os teus lindos lábios
fonte que quero beber,
não me deixo esquecer:
não paro de te querer.
A tua inteligência fina
e silenciosa é aditiva,
ela não permite deixar
de te querer todo o dia.
Nos teus braços sem
explicação me vejo
em entrega total
como a Lua ao Sol.
A tua rebeldia me faz
preocupada, devota
e desejando te livrar
do perigo do mundo
porque és amor secreto amor.
Meu amor, onde quer
que você se encontre
te ofereço o azul
do mar e do horizonte.
Nos meus lábios
estão a paixão
o sabor cereja
da Lua de Sangue.
Meu amor, onde quer
que você esteja,
para te aquecer
é só pensar em nós:
não te esqueça.
No meu doce sentir
e fascinação
somos mais
do que um lance.
Meu amor, onde quer
que você encontre
te dou o inevitável
e sentimento sublime.
É pela minha pluma
que vem a poesia
que te pede todo o dia
para ser só toda tua
sob a luz da querida Lua.
Nos passos
do meu soldado
cansado voltando
da guerra disposto
a cantar o amor
para o mundo,
não duvide nem
por um minuto.
Os meus olhos
hão de cantar
a canção silente
de felicidade
no aconchego
destes braços
sem regresso.
Na tranquilidade
da luz da lua
iluminando
os poros trigais
desta tua pele,
oferto-te a paz
que só os meus
quadris podem
te conceder,
e nenhum mais.
Os meus beijos
irão se expressar
em desejos totais
e sensualidade
na corporificação
desta paixão
onde nem o céu
há de ser o limite.
Navegar pelo curso
das cheias das marés
na rota poética
que alcance oceanos
por onde Nações
em tempos de guerra
e de paz navegaram,
resolvi me entregar
buscando trazer
o seu olhar
e as tuas emoções
que hei de conquistar.
Em plenilúnio de amor
sem medir quaisquer
consequências,
cânticos de sereia
para quem sabe
virar mulher do pescador
na próxima Lua Cheia.
Prevejo com grande
entusiasmo o quê
por nós há de ser
porque creio
na força do destino
que está escrito
nas estrelas
e nelas sempre confio.
Na Lua Cheia que
ultrapassa a noite
e vai alcançando
o alvorecer do dia,
com as borboletas
noturnas no trajeto
rumo ao trabalho
a encantar sublime
operários e artistas.
Para quem deseja
vencer a guerra
é preciso ter entrega
e amor na Terra;
trazendo na pele
os poemas dos povos
sob a luz da Lua
em busca da profunda
e eterna Primavera.
Na Lua Cheia que
alinhada a poesia
que romântica veio
me pegar pela mão,
devoto a amável
e renovável devoção;
mesmo que em mim
você não creia,
assumo que te quero
aqui colado comigo
e sem devolução.
O luar e a brisa
da noite inspiram
a conquistar
a tua companhia.
Pude ver a beleza
da gradação das cores
do amanhecer mesmo
ainda sem ter você.
Quero fazer parte
de você de um jeito
que você não sabe:
ser a tua galáxia.
Em mim carrego
os signos da imigração,
dos indígenas
e dos povos nômades.
Borboletas coloridas
voaram no caminho,
quem tem amor
nunca estará sozinho.
Quando leio, escuto
e falo o nome teu,
tem me deixado flutuante:
algo diz que já és meu.
A Lua me conhece
como a perpétua
fugitiva de qualquer
amor clandestino
rumo além do infinito,
escrevendo sobre
os amores dos outros
e em preparação
para o amor que virá.
É muito mais que
um sonho de uma
noite de verão
que vivencio
para fazer a gente
se encontrar
muito além da paixão.
O vento dançarino
da noite abriu
neste momento
as cortinas de nuvens
para a Lua beijar
a gentil lagoa
e de amor
para o campo
ela se embelezar.
Lua amável Lua,
é para você essa
que um casal
de hippies canta
e dança à espera
de uma carona
em plena estrada.
Lua amável Lua,
é para a Terra
que este casal
canta e dança
a paz e o amor,
da minha janela
pude ver a flor
nos cabelos
dourados da moça.
Lua amável Lua,
me diz quando
vai chegar a vez
de encontrar
o meu amado
mesmo que seja
no meio da rua.
Lua amável Lua,
você que anima
as festas e orienta
a rota dos ciganos
pelas estepes,
são com os teus
raios poemas
pelas minhas
mãos tu escreves.
Aves noturnas
em revoada
nas savanas
africanas
em noite enluarada.
E eu em busca
de um vestígio
que te faça lembrar
de mim quando
a crença na vida
vier a te faltar.
Com o peito aberto,
asas e sonhos
a minha energia
vai até você
até debaixo
dos temporais,
se for preciso.
A cada dia você
irá se apaixonar
muito mais
do que por
era previsto
nos encontros
marcados
nas noites de luar,
porque fixei
morada em ti
sem ter
me dado conta
e sem o teu
peito ter percebido.
Procurando seguir
a indicação
da Lua divina Lua,
fui buscar
a embarcação,
passei devagar
bem pertinho
da savana pantanosa
em tua busca
e da paz maravilhosa
que estes olhos
lindos são
capazes de me dar.
A Lua fez da relva
um chão esmeraldino
e as árvores altas
iluminadas fizeram
o cenário mais lindo:
Para o amor seduzir
e nos embalar
pelo ritmo ardente
da sinfonia noturna
que só quem tem
uma alma em chamas
é capaz de decifrar
o quê o Universo
tem para falar
ao coração tomado
por encantamento,
e deixar as estrelas
fazerem o cobertor
de doce contentamento.
A diáfana existência
de cada abelha
que se esforça mesmo
com todo o veneno
que neste mundo há,
ela traz a mensagem
do mundo para o mundo
que deveria buscar
como cada uma delas
cooperar, resistir
e sempre lutar para evoluir.
O coração que para
uns muitas vezes
se mantém calado,
por pura autopreservação
para não ser envenenado
por gente que vive
sem eira nem beira,
com o espírito esvaziado
e faz da bondade alheia
um campo para plantar
a marca da transgressão.
Cada abelha por todos
os lugares e rumo
à savana montanhosa
para produzir o mel
de acordo com o quê
lhe é proporcionado,
traz o signo daquilo
que entre nós já
deveria estar pacificado,
e por senso comum
deveria ser preservado.
O coração busca ser
deste jeito para
se resguardar de gente
que se perdeu, perdeu
ou deixou perder o quê
há de mais belo que
é a pureza da crença
no amor simples e original,
que é aquele que vê
sempre no luar a beleza
que encanta sem igual.
O luar ultrapassa
o tundra alpino
que mesmo
em degelo ainda
oculta solene
o multicolorido:
floral enamorado.
E sem conseguir
fingir o quê
estou sentindo
venho confessar
apesar deste
mundo esquisito:
que de nós não
ando desistindo.
Com devoção ando
buscando sinais
que me levem
todo o dia ao mais
terno dos abraços,
e quem sabe ser
só lábios grudados
nem que seja
por um instante
ou por sutil acidente.
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