Mensagens Profundas
Chega de averxamento acalma-te alma furiosa impossiva aqueta-te, tudo vai passar ou continuar seguir no devido lugar, não precisa estender as mãos o que for seu vai estar em tuas mãos bem antes de você nascer o criador escreveu será no tempo de Deus.
Os sonhos não sonham só em lençol amassados em travesseiro molhado, não a idade para sonhar todos sonham os sonhos que precisam sonhar, o velho sonhar os dias de mocidade correndo no campo plantando colhendo olhando nos olhos da pessoa amada, por isto sonhos não sonham só.
Quando a tormenta passar você vai entender porque venceu, venceu por ser uma alma boa, a tua brandura chegou aos céus.
Você sofre, o teu tempo passando olha não pode resolver a situação, teus sonhos parados não são realizados é desconfortável, somos programados para estar aqui, não somos programados para realizar sonhos.
O sonhador acordado vive pesadelos desilusões desejando a noite fria, implora, vem sonhos acalentar maus olhos, até você chegar Vou dormir vou sonhar com ela até amanhã antes que ela se vá.
O poeta na solidão de alma vazia com espírito em pranto diz, por te me alimentei de migalhas sonhando um banquete, dormir em tifanga ao relento imaginei uma cama macia, te amei tal matuto deseja aprender as letras pra escrever um poema a ti deusa do amor.
Quando vive num ambiente que te proporciona infelicidade insegurança adoecendo a tua alma, está na hora de reerguer a mudança está em você, vá ser feliz num mundo que te dê muita paz amor felicidade.
Estamos vendo uma geração fraca vivendo uma fantasia de sonhos quebrados, uma geração Nutella sem força atitude guiado por plataformas ilusão que não oferece nada, a geração de homens fortes estão passando não vamos ver outra igual.
a noite vem a mim em silêncio, em silêncio a alma resmunga por misericórdia clama súplica ao dia vem me resgatar da solidão.
Não sou um sonhador mais sou teimoso a sonhar contigo, mesmo em sonho acordo e vou te desejar um feliz bom dia.
'JOSÉ ERA SINOPSE'
José era sinopse,
linhas vazias,
extinção.
Apanhara estrelas,
sonhos avulsos.
Jogara com o destino.
Equilibrou partidas.
Abandonou-as.
Caiu,
levantou-se...
José era sinopse
Imbuíra melancólicas pressuposições,
caminhos tortuosos,
veredas.
Correra de encontro aos ventos,
equilibrando-se em cordas,
fumaredas.
Sem orações,
abraços,
ou reiterações...
José era sinopse,
mas transformou-se é compêndio,
documentários.
Fixou amor,
caracteres,
permanência.
Redige a própria história.
Com seus conglomerados temas,
tenta haurir reflexões,
escrever trajetórias,
poemas...
'LUA'
O veneno corre,
vivificador febril nas entranhas,
covil dos tentáculos envoltos na alma.
O amarelo,
fogo brando.
Simetria de mudos mistérios...
O pequeno rio barulha,
a pobre visão carapuça.
Hora de acordar!
Esquecer!
Adormecer inquietudes,
redemoinhos...
O andar às escuras,
extinguindo flores.
Flores absolutas!
Múmias juntos à acinzentada lua.
Refletora de luz,
horto na escuridão...
Porque tantas flores perecidas no escuro?
Se bem que o clarão já não importa.
Aqui distante,
loucos matam todas as formas,
lua míngua/futuro.
Homem inexpressivo no muro...
Tudo confuso!
A lua desencanta-te.
Fita-te ao horizonte,
é a muda esperança.
O pairar de mais um painel:
'o pincelar na lua minguante'...
'Traçado de homens flamejantes',
pronunciando-se ao glacial,
acidental.
Embaralhando neblinas,
as tantas luas que se foram,
pontos na velha retina...
O mundo paisagístico revela algo sinistro:
Lua Negra tão pequenina,
vagão!
Um curvar-se ao pequeno ponto!
E o traçado atônito,
imensidão na palma da mão?
'SONHOS'
Nas noites veementes,
tenho você p'ra segurar-me à cama,
enroscando caminhos traçados,
novos atalhos...
Tudo será suavizado,
quando ampara-me aos teus braços,,
e as palavras sôfregas flutuarem,
cultivando metáforas...
Sonho letargias à amada invenção,
e tantos outros axiomas.
Descabidos devaneios,
ter-se tempo à uma nova paixão?
Não sei!
Tudo dura tão pouco.
Talvez - crianças roucas,
amores em vão!
Debruço o paisagismo na velha cama acolchoada,
e a alma,
já cansada,
retangular...
Quer imensidão,
Novos amplexos.
Arraigar o concreto.
Despertar...
'PONTO PARÁGRAFO'
O amor perde-se no vento e
as vicissitudes da alma afaga o coração.
A releitura da arte que criamos
vai desmaterializando às minguas até o ponto fulminante.
Identidade sem labirinto.
Período de sobejos,
sem beijos.
E as novas formas abrem uma cortina
dilacerada em preto e branco.
Época dos grandes sismos em
que gigantes descobertas chegam de rotina,
afunilando a luxúria,
a soberba, a arrogância.
Tempestades gritam ao ouvido
verdades rejeitadas.
A apreensão silencia a voz.
As noites ficam inquietas
falando dos desejos já amaldiçoados.
É a nova 'lei dos contrários' que chega de supetão,
águia sem visão,
indagando-nos dos zigue-zagues traçados.
Tudo passageiro!
O grande livro tornar-se inautêntico
com suas páginas rabiscadas.
E o tremor das mãos que não para,
interrompe as novas páginas que estão no porvir.
E o 'tudo' totaliza-se no utópico
com seus amores e injúrias, poemas mórbidos,
fragrâncias esquecidas: penúrias!
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