Mensagens Noturnas

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Caminho na madrugada sombria, só o vento me faz companhia, trazendo de longe a lembrança de alguém que me amou algum dia;

Eu não desisto do que eu quero
Mas não me desespero, te espero
Na tarde quente ou madrugada fria
Na tristeza ou na alegria

Rotina noturna

Uma poltrona
um café
um livro
um cigarro
o som de Elis,
as lembranças de um amor
as saudades de outros...
a vontade de ouvir aquelas vozes
nem que seja por um instante,
buscando fantasmas no escuro
buscando a imagem de um passado.

Muda a música
o pensamento viaja,
vai em busca daquela...
daquela que de longe fica perto
perto no peito.
Vem na memória as risadas,
marcadas por um sorriso ecantador.

Nesse momento descubro
que palavras são poucas
noites são curtas
que a vida de tão grande
fica pequena,
para tantas vontades
tantos sonhos contruídos.
E principalmente
para que estes se realizem

Estudar o que gosta é meio que cuidar de um filho na madrugada. Sempre vai tratá-lo com carinho e atenção, independentemente do sono.

Nas madrugadas a melodia depressiva toma conta de mim e é impossivel não chorar.

Nada como acordar de madrugada, tomar uma boa xícara de café e folhear um livro.

Abraço apertado, beijo na testa, mensagens durante o dia, ligações de madrugada. Olhos nos olhos, demonstrações públicas de afeto, palavras de carinho. Pequenos gestos que causam grandes reações, e que fazem toda a diferença.

O Tigre

Tigre! Tigre! Brilho, brasa
Que a furna noturna abrasa,
Que olho ou mão armaria
Tua feroz simetria?

Em que céu se foi forjar
O fogo do teu olhar?
Em que asas veio a chama?
Que mão colheu esta flama?

Que força fez retorcer
Em nervos todo o teu ser?
E o som do teu coração
De aço, que cor, que ação?

Teu cérebro, quem o malha?
Que martelo? Que fornalha
O moldou? Que mão, que garra
Seu terror mortal amarra?

Quando as lanças das estrelas
Cortaram os céus, ao vê-las,
Quem as fez sorriu talvez?
Quem fez a ovelha te fez?

Tigre! Tigre! Brilho, brasa
Que a furna noturna abrasa,
Que olho ou mão armaria
Tua feroz simetria?

Não perca seu sono na madrugada, não olhe para o nada, não deixe seus olhos tristes, não adianta lamentar,
não acredite que palavras de ofensa possam te derrubar.

Eu não quero ir dormir, eu quero ficar no computador mesmo, a madrugada toda, ouvindo minhas músicas e pensando nas minhas coisas. Me dá um tempo.

Eu valorizo as coisas simples. Como aquela mensagem de bom dia, aquela ligação de madrugada, alguns elogios sinceros e aqueles rolês que damos de vez em quando. Ah, se você soubesse o valor disso pra mim...

De madrugada, quando deitei em minha cama,
ao ficar pensando em você,
uma lágrima desce meu rosto,
no escuro da madrugada,
em silêncio,
e em silêncio esta lágrima diz,
EU TE AMO...

Aí você vai à cozinha de madrugada cantando música de Deus, pra disfarçar o medo do capeta!

O silêncio da madrugada resgata os pensamentos que a correria do dia nos faz esquecer.

Ah madrugada amiga...
Companheira de minhas esperanças,
onde muitas vezes me fiz presente,
recordando os meus sonhos de criança!!!

As quimeras nele e sobre ele, a nuvem noturna, cheia de faces confusas, atravessava-lhe o cérebro.

Minha doce insônia

Minha doce inimiga
Minha amarga companheira
Minha odiada amiga
Como sempre uma fiel escudeira

Quisera eu amarrar-te
Trancar-te num porão
Amordaçar-te por lá
Para você jamais voltar

Você está me envelhecendo
Tirando-me meu sossego
Por meio de ti ouço
Ouço um estrondoso desassossego

Já tentei acalmar-te
Dando-te um cala-boca
Mas para você não tem jeito
Você volta e tira minhas forças

Nesse silêncio e nessa solidão noturna, todos os meus melhores sentimentos vem à tona, meus pensamentos me levam até você, o meu coração e meus olhos só querem ver você. Essa distância que nos separa me machuca, más ao mesmo tempo me faz perceber o quanto você é importante em minha vida. Boa noite, amor.

⁠Estou te esperando na calçada
Bem em frente à sua casa
Nessa bela madrugada
Vamos sentar nesse meio-fio
E tentar encontrar
A Estrela D'Alva

A madrugada é companheira dos que sentem inquietude. Ela chega rompendo o sossego da alma e abrindo frestas inspiradoras no silêncio...