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A arte é um refúgio importante nos momentos árduos da vida. O desafio de produzir diariamente, mantém a pessoa motivada e feliz.
aprendo que o amor nada tem a ver com apego, segurança ou dependência, embora tantas vezes eu me confunda. Não adianta querer que seja diferente: o amor é alado.
O silêncio é o nosso primeiro idioma. Nada melhor que praticá-lo, para que em oportunos momentos, o façamos tão bem, quanto falamos...
A única coisa que faço é ficar imaginando o momento da minha partida. E não adianta, não consigo escutar mais nada a não ser o tic tac, tic tac do meu tempo que está se esvaindo aos poucos...
Há uma paz que não se aprende nos livros,
nem se explica em palavras humanas;
é a paz que vem de Deus, suave e eterna,
que toca a alma quando o mundo silencia.
Cada luta ao seu tempo e cada batalha à sua vez, porque Deus sabe o momento certo de nos fortalecer e o instante exato de nos dar a vitória.
A Lua não grita.
Ela aprende a ser pouca
para caber no céu imenso.
Um risco de luz
costurando a tarde,
lembrando que até o incompleto
ilumina.
Enquanto o dia se despede
sem pressa,
ela surge discreta,
ensinando que beleza
não precisa ser inteira
para ser eterna.
Teus olhos sabem coisas
que o mundo ainda não aprendeu a dizer.
Quando me olhas, tua alma se adianta
e me toca antes de qualquer palavra.
Abra suas asas e aprenda a voar. Voe em direção ao sol, guiado pela luz e pela coragem.
Seja livre dos medos, das dúvidas, das amarras que tentam te prender ao chão.
Lute pelos seus sonhos e não desista, mesmo quando o caminho parecer difícil.
E nos dias de chuva, seja como a águia: não tema a tempestade. Aprenda a voar acima dela.
Domingos JS Souza.
Seja humilde em todos os momentos.
Estenda a mão a quem precisar, sempre que puder.
Nunca se esqueça de onde você veio. E seja sempre grato pelo que você conquistou.
Domingos JS Souza.
Houve um momento em que um coração se abriu para Cristo, então algo inimaginável aconteceu: fontes de águas vivas brotaram no deserto, fazendo a terra assolada e infértil se tornar frutífera. Os que antes testemunharam a sequidão e a desolação daquele ser, agora reconhecem sua beleza e contemplam a magnífica transformação. Somente a graça de Jesus Cristo é capaz de tamanha façanha. Graça transformadora, que preenche o ser de todos aqueles que se atentam para o Salvador!
O que mais adoece o ser humano é "a "comparação"...
Por isso é importante aprender a comparar-se consigo mesmo e não comparar-se aos outros.
Quem vive se comparando aos outros deixa de perceber se a si mesmo e usufruir do seu potencial e da sua capacidade de "vencer se a si mesmo e ser vencedor" mas também deixa de evoluir, crescer e prosperar!
Feche os olhos, abra o coração e e ao comparar o seu ser e o seu viver de ontem com o de hoje tente descobrir quem é realmente o melhor e , o mais importante: descubra "quem você quer ser para si mesmo"!...
"Em algum momento, o manipulador irá perguntar o que você pensa sobre as declarações que ele fez a seu respeito e se você acredita firmemente em cada uma delas. Ele não quer saber a sua opinião; quer apenas constatar que você ainda permanece enganado. É importante para ele saber que você ainda não o viu através de sua máscara".
Existe um momento silencioso na vida em que percebemos que muitas das certezas que defendíamos com tanta convicção não nasceram da nossa reflexão, mas do conforto de pertencer. Pensar por si mesmo, então, deixa de ser um exercício intelectual e se torna um ato de coragem, porque questionar o que nos formou também significa aceitar a possibilidade de ficar temporariamente sem chão.
Existe um momento silencioso na vida em que percebemos que muitas das escolhas que chamávamos de nossas eram apenas caminhos que seguimos para não decepcionar os outros. É nesse instante que a liberdade começa — e também a angústia.
Cada erro pode virar aprendizado, cada arrependimento pode se transformar em gesto de carinho. O importante é continuar tentando — com humildade, com amor, e com fé de que o amor cobre uma multidão de falhas.
Em algum momento da consciência, o ser humano percebe que muitas das verdades que o sustentavam eram apenas estruturas herdadas— e é nesse instante que surge uma espécie de vertigem interior: a compreensão de que, se aquelas bases não eram tão sólidas quanto pareciam, então a responsabilidade de reconstruir o próprio sentido da existência talvez sempre tenha sido sua.
