Mensagens Espíritas de Amor
Não é que o "amor” dói.
Te amar é que dói.
Porque eu sinto um medo
enorme de perder você.
Medo de que alguma coisa
aconteça, e que você se
afaste de mim. Eu não con
sigo pensar nisso sem que
uma lágrima caia dos meus
olhos. Então, por favor,
fique, me abrace forte, diz
que isso é paranoia minha,
e que você não vai me abando
nar. Diz que você precisa de
mim tanto quanto eu preciso de
você. Você virou um vicio, o
melhor vicio que existe. E eu
não posso imaginar como seria
uma abstinência de você. Seria
fatal.
Não era necessidade. Não era
Carência. Era além, bem além
Do prazer. Era amor.
Ia além da cama, dos lençóis,
Do cheiro, do vestígio da
Estada. Era essência.
Foi além do entrelaçar de corpos.
Bem além da atração, do calor,
Do êxtase, do deleite.
Foi amor. Era amor. É amor.
Sem cobertas, descoberto,
Desnudo mesmo.
Eu sempre fui desastrada pro amor,
O meu primeiro amor foi platônico,
E foi um desastre,
O segundo foi um amor estranho,
E acabou morrendo no meio do caminho.
Queria tanto lhe esquecer...
Não propriamente de você,
Mas esquecer o amor que ficou tatuado no meu coração.
Sofro ao escutar certas músicas, muitas músicas, quase todas as músicas.
Dói fisicamente o que não deveria doer, posto que está na alma...
Mas tenho a impressão que o físico sofre no compasso da alma.
O amor é o sentimento mais libertário que existe! Ele revoluciona e não requer nenhum tipo de aquiescência da outra parte para ser exercido.
O amor é igual o dia seguinte, você sabe que ele vai vir, você não sabe como ele vai ser, ele simplesmente vem, as vezes são bons as vezes são maus, as vezes são normais demais.
O verdadeiro amor nunca morre ele só cresce dentro da gente e da frutos, se morrer é porque não era amor.
Quanto tempo eu vou ter que esperar.
Quantos minutos e segundos
Vou ter que te esperar.
O Amor não pode parar
É perca de tempo.
O jeito é a gente se Amar.
Quando virá amor me matar, já que esse desamor só insiste em me rasgar no apego dessa tua desacelerada volta?...
E foi só mais um sonho, só mais um amor, só mais uma história arquivada nessa ilusória biblioteca interior.
Tudo é circunstancial, o tempo, a vida, inclusive o amor. Tudo muda, se transforma, evolui e de repente o que era, deixa de ser. Pensamentos e prioridades mudam. O nós, vira nó, que logo se desata, desapega, vira solidão. De alguma forma a gente sempre sabe. Sim, a gente sempre sabe quando o fim se aproxima.
A geração de mulheres que nasceram prontas para tudo menos para ''amar'',clamam por um amor verdadeiro mas não estão dispostas a se entregarem por inteiro, amam receber um abraço mas não estão dispostas a estenderem seus braços, adoram ser cobiçadas mas não abrem espaço para serem amadas vai entender essas mulheres.
Haveria algo mais cruel que encenar o amor?
Que criar scripts, roteiros, falas
E planejar o final?
Dar-te-ia a possibilidade da escolha.
De escolher entre a continuidade
E a sobriedade.
Mas, o amor é embriagante. É um porre.
É um vício fatal. Como viver sem.
Como? Diga-me?
Crio e recrio cenários e personagens.
Inícios e meios, mas nada
Altera esse fim.
