Mensagens Espíritas de Amor
Eu gostaria de saber o que te fez ficar tão fria, vazia, sem fome?
Te machucaram, não é?
Provavelmente você se apaixonou, se entregou, se desestabilizou, até chegar a desordem emocional e ainda por cima teve que enfrentar tudo sozinha.
Entenda, você não está sozinha.
Eu estou aqui, estou ao seu lado, mesmo quando você não desejar isso, eu estarei em pensamento.. eu também me desestabilizei, chorei calado e estou aqui, sofrendo por você que não sofre por mim, mas decididamente eu estou lado a lado, ao seu lado.
E a cada oportunidade que eu tiver, vou te mostrar o quanto você é linda.
E eu sou simplesmente consciente e não louco por você.
Se afastar de alguém é preciso mais do que orgulho.. é preciso ter coragem emocional, física e racional.
Quando eu olho nos seus olhos... eu vejo tudo o que eu sempre desejei ver.. milagrosamente eu vejo o finalmente.
- Finalmente eu encontrei alguém que não apenas me vê e sim, me enxerga.
Segura a minha mão e não solta.. nem quando eu pedir, na verdade eu não quero que solte, apenas não me deixa sozinha.
Ontem eu te vi novamente depois de tanto tempo, eu amei os seus olhos sobre os meus, eu descobri que você... além de ter sido o meu amor mais marcante, será o único.
Finalmente, eu consigo resistir a tudo que seja relacionado a você, por favor, só não se aproxime muito, posso esquecer do finalmente.
Essa frase abaixo, não é minha, porém, eu gostaria de dizer o quanto ela me afeta. Ela é simplesmente linda, desejo compartilhar com os meus pensamentos.
"Não consigo mais conviver com a presença da ausência do seu amor"
Como assim? - Não entendo-me, depois de tanto ainda ao fechar meus olhos você vem totalmente no meu pensamento. Me envolve as lembranças do seu ultimo beijo, do seu cheiro, estou doente de amor.
“Comece a agir!
A sua felicidade não está nas mãos de ninguém além de você mesmo. É verdade que, em meio às dores e conflitos, os olhos quase sempre deixam de ver os milhões de motivos que a vida oferece para sorrir... e basta um único motivo para fazer chorar. Mas lembre-se: você é infinitamente maior do que as lágrimas que caem, e a sua força é mais luminosa do que qualquer piedade que os outros não poderão lhe dar. Sorria para dentro de si e descubra o imenso valor que já existe em você.”
“A verdadeira tolerância para com o outro nasce do juízo lúcido em nosso íntimo, quando aprendemos a amar a nós mesmos sem alimentar a enfermidade do egoísmo.”
"Quando tudo ao redor parecer desabar, preserve a sua paz. Porque quem está bem consigo mesmo não depende do mundo para ser feliz."
Ser “idiota e feliz” aí não é burrice.
É sabedoria disfarçada.
É recusar o palco onde alguns querem brilhar às custas do outro.
Aos Clarões da Vida.
Vivamos então um romance verdadeiro com a própria existência, como se cada amanhecer nos ofertasse uma sinfonia inédita, executada pela luz primordial que inaugura o dia. Que a alegria, ao retornar em ondas serenas, nos recorde o bem vivido e desperte em nós o impulso de distribuí-lo com generosidade entre todos os que caminham ao nosso lado, mesmo aqueles que tropeçam em suas próprias incertezas, assim como nós também tropeçamos nas nossas. Que esse gesto perseverante de partilha e compreensão nos eleve a um modo mais lúcido de habitar o mundo, no qual a vida não seja apenas transitada, mas profundamente celebrada.
Que sigamos adiante como quem acende estrelas no próprio caminho, avançando com coragem para tornar cada instante digno de imortalidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
TÉNUE LUZ NO ABISMO INTERIOR.
" Permaneço em silêncio no âmago da tristeza, não por consentimento, mas por prudência do espírito. Mesmo quando nenhuma cor alcança meus olhos, os sentidos murmuram em tom tão baixo que não perturbam os transeuntes da existência. O silêncio, longe de ser rendição, é resguardo. É o ato de não me deixar contaminar pelas dissonâncias que rondam a carne e o pensamento. Assim, meu porão interior começa a aclarar-se, ainda que sob a luz turva de uma filosofia soturna, erudita e posta à beira do precipício, onde cada reflexão parece ressoar como eco de uma lucidez quase fúnebre. "
