Mensagens Engraçadas de Amor
Dizem que a dor e o amor fazem o poeta,
mas eu acho que é só o amor
quando ele chega é um sentimento lindo
quando ele parte, a gente escreve:
Dor...
Amor a gente não aprende nos livros, na faculdade, com conselhos, com teorias. Amar a gente aprende amando.
Devemos expandir o círculo do nosso amor até que ele englobe o nosso bairro, se desdobre para a cidade, o estado e assim sucessivamente até o objetivo do nosso amor incluir todo o universo.
"Eu tenho gelo em minhas veias, sangue nos olhos
Ódio em meu coração, amor na minha lembrança
Eu vi noites cheias de dor, dias do mesmo
Fique com o brilho do sol, deixe a chuva para mim
Eu procuro mas nunca encontro, magoo mas nunca choro
Eu trabalho e sempre tento, mas eu estou amaldiçoado, então deixa pra lá
É ainda pior, mas tempos melhores parecem distantes e fora do alcance
O topo fica mais alto quanto mais que eu escalo
O alvo fica menor, e eu fico maior
Tento me encaixar onde não cabe, não há espaço para preto
Mas logo haverá..."
Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento: amor é relacionar-se, é sempre um rio fluindo, interminável.
Amor só é grande quando se já repartiu todos os sonhos,
dividiu todos os planos,
quando já se entregou a senha e a chave de casa.
Amor, pra mim, é das coisas imensas.
Dos oceanos, desejos, constelações e galáxias.
Não vejo graça em dosar apoio, em poupar presença,
em guardar carinho.
Deixo para as estatísticas todas as casas decimais.
Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.
Ser pai é descobrir que o amor incondicional existe, o maior e mais sincero de todos está bem diante do nosso abraço.
Ciúme não é inveja. Educação não é falsidade. Sinceridade não é grosseria. Amor-próprio não é ego inflado.
Por que escolhemos o tipo de amor que nos destrói? A sociedade e seus estereótipos nos empurram pra esse caos. Nos ensinam que a dor é divertida, mas não é. Não é verdade. A dor é perversa. Ela fascina, mas lacera.
O amor também é uma espécie de morte (a morte da solidão, a morte do ego trancado, indivisível, furiosa e egoisticamente incomunicável). O acontecer do amor e da morte desmascaram nossa patética fragilidade.
Tentando julgar o amor futuro pelo sofrimento passado.
O amor é sempre novo. Não importa que amemos uma, duas, dez vezes na vida - sempre estamos diante de uma situação que não conhecemos. O amor pode nos levar ao inferno ou ao paraíso, mas sempre nos leva a algum lugar. É preciso aceitá-lo, porque ele é o alimento de nossa existência. Se nos recusamos, morreremos de fome vendo os galhos da árvore da vida carregados, sem coragem de estender a mão e colher os frutos. É preciso buscar o amor onde estiver, mesmo que isto signifique horas, dias, semanas de decepção e tristeza.
Porque, no momento em que partirmos em busca do amor, ele também parte ao nosso encontro.
E nos salva.
Todo aquele que não declara o seu amor, mas o guarda para si, torna-se um túmulo vivo de sentimentos mortos.
Só pensamos no amor romântico aqui no Ocidente, mas os tibetanos têm uma abordagem diferente pro amor. Pra eles, amar é o quanto você pode fazer feliz outra pessoa.
