"Crianças"...
A verdade é minha,
Diz, tolo, apertando
A bola de plástico...
Pra Fora...
Um suspiro, fundo.
E, no ar, vejo lamúrias,
Voando, já longe...
Livros, Palavras...
Ordem ao caos,
Em tempo, no templo...
Unindo o disperso.
Aprendiz, Apenas...
Creio em Deus...
Arquiteto dos mundos.
Falta entendê-lo...
Simbologia...
Símbolos, perdidos.
Humanidade, perdida...
E, ainda, se achando...
Quero, Não...
Que estranho...
Tenho medo de voar,
E dou asas à imaginação...
Aos Meus Filhos...
Papai não morre, não.
Só vira poeira, estelar,
Pra sempre, a te amar.
Iluminação?...
Cedo ou tarde.
Ocorre, inevitável.
A ficha cai...
Morte... Deus!
E, deveras, vemos
O valor da vida!
Caixinha de Música...
Caixa de valsa...
Bailarina dança, dança...
O ido me alcança...
Desfile de 20 de Setembro...
Bandeira, tremula.
Na mão, tremedeira.
Ao lado, gaudério...
Braços Abertos...
Bola de capotão.
Golaço, bicicleta!
De(s)colo do chão...
Apegado, A Pegada?
Tenho medo, sim!
Não tenho de dizer.
Mas, sim, de morrer...
Opa, Sopa!...
Vida não é sopa...
E da cozinha, feliz,
Você grita: tá pronta!
Sim, Não, Sim...
Hoje, mais um não.
Amanhã, quiçá, sim...
Vida, segue, assim.
Males Pro Bem...
Fecharam a porta...
Triste, olhei para o céu.
E havia estrelas...
Nau, Lida...
Teu olhar, triste...
Paradoxal, me acalma.
E abranda a faina...
Zum, Bum, Pof...
Brinca, faz arte...
Pensamento distante,
Mas perto de mim...
Pizza de Chocolate...
Tua mão é doce.
Teu olhar é quente.
A boca, ardente...
Quem ama e não revela
Amordaça o coração
Que preso não sente alegria
Envolto em consternação
A alma se submete
Em constante expiação
O amor que não se revela
Exibe-se em aflição
Os olhos resistem aos lábios
No silencio a contrastar
Com tantas palavras ditas
Que não se pode validar
Amor, Possível...
Víamos estrelas...
E, mãos aos céus,
Te ofertei algumas...