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A evolução de uma mulher na academia não se mede só em quilos levantados.
Se mede no peso que ela tirou das costas.
No dia em que entrou insegura e hoje entra dona do próprio espaço.
No espelho que antes cobrava e agora aplaude.
No “não consigo” que virou “olha só até onde eu cheguei”.
Ela não está só construindo um corpo. Está reconstruindo a própria história, uma repetição por vez.
Ela não veio pela balança. Veio pela liberdade.
Não veio pelo padrão. Veio pra quebrar ele.
É sobre se olhar no espelho e finalmente reconhecer: “Essa sou eu. E eu sou foda”.
Cada treino é um ato de amor-próprio. Cada marca, uma medalha.

Com os olhos abertos toda mulher se sente em um mundo comum mas, com a luz apagada sentem-se em um lugar encantado, em um mundo só delas.

⁠“Uma mulher não se define pelo que enfrenta, mas pela força com que
transforma cada dor em propósito e cada sonho em realidade.”


Marcilene Dumont

ESSÊNCIA DE VENCEDORA


​"Uma mulher que conhece o seu valor e confia na sua fé não se abala com ventos contrários. Ela sabe que a sua força não vem do que ela tem, mas de Quem a sustenta em cada passo da jornada."


​Lucia Reflexões &Vida

O homem é uma criança num corpo de adulto e a mulher é um adulto num corpo de criança. Os homens se divertem, as mulheres não têm senso de humor.

“A culpa materna não nasce apenas dentro da mulher; muitas vezes, é fabricada por uma sociedade que entrega tudo à mãe e pouco oferece em troca.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe atípica não é uma personagem heroica; é uma mulher real, cansada, amorosa, ferida e profundamente necessária.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mãe pode amar o filho com toda a alma e, ainda assim, chorar pela mulher que foi ficando soterrada sob o cuidado.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher antes da maternidade não morreu; ela apenas ficou soterrada sob laudos, terapias, medos e responsabilidades.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Cuidar de um filho atípico não deveria significar abandonar completamente a mulher que também precisa viver.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher não entrou tardiamente na história; ela sempre esteve lá, ainda que muitos tenham tentado escrever seu nome com letras menores.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A história tentou calar a mulher, mas esqueceu que muitas vezes foi ela quem ensinou a primeira palavra.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher foi venerada como símbolo da vida e, ao mesmo tempo, vigiada como se sua força fosse ameaça.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Antes de perguntar por que a mulher foi submetida, é preciso lembrar por que ela foi temida.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Por séculos, a mulher foi chamada de filha, esposa ou propriedade, antes de ser reconhecida como pessoa.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“O nome que tiraram da mulher era mais do que sobrenome; era tentativa de apagar sua autoria sobre si mesma.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Muitas correntes foram chamadas de tradição apenas para que a mulher demorasse mais a reconhecê-las.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“A mulher foi ensinada a obedecer antes de ser autorizada a perguntar quem realmente era.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Quando uma mulher escreve, pinta, ensina, cuida ou resiste, ela disputa o direito de existir com autoria.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Mulheres reais não precisam ser perfeitas para serem importantes.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.