Mensagens de Desculpas

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⁠Para orar:
Senhor Deus...
Perdão por perdemos dos seus caminhos,
por cair em pecado.
Ajude senhor a nos mantermos firme e forte na sua presença.
Se acaso as tentações do mundo vier nos incomodar,
Resgata nos e nos mostre que é o seu caminho que é seguro.
Seja nosso guia para não caminharmos errado.
Seja nossa luz para clarear nossa vida.
Seja nosso suporte para caminhar com
Sua paz, com sua proteção e com seu amor!
AMÉM!

Por Liddy Viana ✍.

Já calei rancor por necessidade de seguir, o perdão foi tática e libertação, caminho mais leve por ter largado peso.

Fui refém da culpa até o perdão me soltar, perdão abriu a porta da liberdade interna, soltar a culpa foi voltar a caminhar leve, liberdade veio quando deixei de me prender.

A revolução começa no dia em que você assina o decreto de perdão para si mesmo.

O perdão é a liberdade que a gente dá ao outro, e o presente que a gente se dá.

O perdão alheio é um presente, o perdão divino é uma promessa, o perdão a si mesmo é uma revolução.

A caridade mais essencial é aquela que oferecemos ao nosso próprio espírito ferido, é o perdão silencioso pelas escolhas que nos trouxeram à beira do precipício, é a decisão de não ser o carrasco da própria história, revivendo incessantemente o erro. O ato de ajudar o próximo deve ser um segredo guardado entre você e o invisível, assim como o seu renascimento precisa ser um pacto íntimo e sem alarde, onde o único testemunho necessário é a sua nova e inabalável paz.

A raiva é punir a si mesmo pelo erro de outro. O perdão não é um presente para o outro, é a chave que liberta você da prisão do passado.

O perdão é a chave que solta o prisioneiro: você, o outro é apenas o carcereiro da sua própria mágoa.

O perdão não é um presente ao outro, é um ato de autodeterminação. É a martelada final que arrebenta as correntes do rancor, soltando o pesoque você, iludido, escolheu carregar.

Perdão não é gesto fácil: é levantar a cadeira do chão e colocar de volta. É reconhecimento, trabalho suado, uma paciência que dói. Quando perdoo, não apago cicatrizes, aprendo o ofício de conviver
com elas, transformo o passado em instrução
e não em cela.

O perdão próprio é um gesto de arquitetura: derrubo pilares, reconstruo paredes. Não é reconstrução imediata, é obra que avança com oficina aberta, com barro, paciência, e a presença de quem não teme lama. No fim, a casa fica mais simples, mas com janelas que deixam o sol entrar.

Às vezes o perdão é uma mesa posta para ninguém. A comida está lá, mas faltam mãos para compartilhar. Fico olhando o prato vazio e aprendo sobre abandono. Algumas refeições só alimentam a memória. E ainda assim a mesa insiste em ser hospital de esperanças.

O perdão que me salva é lento e sem lampejos. Ele se instala como casa simples, tijolo sobre tijolo. Não é espetáculo, nem notícia de jornal. É a rotina de admitir e soltar ao mesmo tempo. E aí a alma respira sem urgências.

O perdão que recebi veio em forma de silêncio acolhedor. Não foi espetáculo, não tinha plateia. Apenas alguém que me olhou sem juízo. Esse olhar me devolveu formas gentis. E eu reaprendi a ser humano com menos armadura.

O perdão que me proponho é lento, como cerâmica. Modela-se com mãos que não esmorecem. Algumas peças racham no forno e perdem a forma. Outras saem perfeitas, surpreendendo até o artesão. E percebo que imperfeição também é beleza.

O abraço que me transforma é simples, sem afetação. Ele contém perdão e ausência de pressa. Sinto nele a possibilidade de recomeço. Alguns abraços valem bibliotecas inteiras. E por eles, continuo crente na bondade humana.

Minha infância ainda soluça em algum sótão da memória. Peço perdão ao menino que fui por não ter sido o herói que ele esperava.

Obrigada meu Deus, por mais um dia,
e por sua luz em meu caminho;
Peço vossa bênção e perdão aos meus pecados;
Conduza-me sempre no caminho do bem;
Conceda-me humildade, tranquilidade, sabedoria e discernimento;
E que eu consiga estender a mão a quem necessita.
Amém.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Obrigada meu Deus, por mais um dia,
e por sua luz em meu caminho;
Peço vossa bênção e perdão aos meus pecados, e que eu compreenda que erros e acertos são para o meu melhor crescimento.
Conduza-me sempre no caminho do bem;
Conceda-me humildade, paz, amor, tranquilidade, sabedoria e discernimento;
E que eu consiga estender a mão a quem necessita, mesmo sem reconhecimento e gratidão.
Que minha fé em ti seja incessante, e nunca eu desista de acreditar em mim.
Amém.
Nara Nubia Alencar Queiroz