Mensagens de Consolo por Perda da Mae
*O tempo:*
O tempo calou minha voz, anuviou meu olhar, desacelerou meus passos, encheram de neve meus cabelos.
*Tudo tem seu tempo e passa,* e se você não si ligar vai passar com o tempo sem ver o tempo passar.
*Maldito seja o tempo que passa tão ligeiro e bendito seja o tempo que nos deixa envelhecer.*
Hoje sou o tempo, que de tempos em tempo não me deixa te esquecer.
*Volta! Ainda temos tempo.*
(Saul Beleza)
Maio/2026
*Pra te olhar*
Pra que vou fechar os olhos
Em nossos momentos de prazer
Se é tão bonito te olhar
E no teu olhar me perder
Se tua boca me chama
Teu riso me desmonta
E cada suspiro teu
É poesia que me conta
Fechar os olhos é fugir
E eu quero ficar aqui
Testemunhar teu rosto
Quando é só pra mim
Então fica assim: olho no olho
Pele na pele, sem medo
Que o amor também se vê
Não é só segredo
Romântico, intenso e entregue. Do jeito que tem que ser.
Críticas descompromissadas? Resiliência nelas!
Aqueles que lideram, realizam, abraçam a Missão do Reino ou quaisquer outros projetos, especialmente, quando focados no bem comum, devem exercitar o seu amadurecimento espiritual para lidar com essa inimiga rasteir - a crítica sem compromisso. Faz bem estar atentos aos seus métodos tinhosos, sujo, torpe...
Que eu defino assim: a crítica descompromissada descansa, confortavelmente na sala de estar, enquanto a sua amiga inseparável - a inveja - observa tudo, escondida no lavabo.
Claro. A crítica descomprometida nunca está só. E a grande força que recebemos com a nossa maturidade, é a resiliência. É com resiliência que processamos as mudanças das nossas atitudes diante das adversidades, para fazer delas não mais, apenas um problema a ser enfrentado, mas para despertar capacidades, em nós, que - "em circunstâncias favoráveis, teriam ficado adormecidas" - como ensina o poeta Horácio.
O arrependimento faz conexão com o perdão - o caminho da salvação.
Quanto à gratidão, ela tem a capacidade de reorganizar as nossas ações para o que é correto e agrada a Deus.
Somos Como Pedro - Chamados a Crescer em Intimidade com Cristo - Parte 2.
"Pedro precisava experimentar o fracasso - a negação, a dor da perda, e a maravilha do reencontro - para compreender a profundidade do amor de Jesus."
Lucas 22:61-62 - Pedro nega Jesus, mesmo depois de anos de convivência...
Olho no olho - O Senhor olhou para Pedro - e ele se lembrou da Palavra que Cristo lhe tinha dito: "Antes que o galo cante hoje, você me negará três vezes. Pedro se afastou e chorou amargamente" - uma lição ensinando-o, que conhecer Jesus significava uma experiência muito além da convivência física ou religiosa.
Bases Bíblicas que sustentam os posicionamentos de Pedro Falo mais delas no próximo Post.
Como diz o ditado, "a mente precisa ser afiada por outra mente"
A Bíblia ensina: "Como o ferro afia o ferro, assim o homem afia o seu companheiro."
Provérbios 27:17
No campo dos estudos e reflexões das ideias, aprendi que os embates e contrapontos argumentativos constituem valores indispensáveis à expansão do conhecimento e à ampliação coletiva do saber - validando o conceito de que "o compartilhamento de conhecimento promove inovação e criatividade. Julmar Caldeira
Enquanto o arrependimento é o ato de repousar o olhar no descanso, na paz... Com o remorso - às vezes confundido como arrependimento - a pessoa é consumida: focado na culpa, na punição, na ausência de paz, e sem o encontro ou reencontro com Deus.
Pedro negou Jesus, o galo cantou e ele chorou amargamente - quando se lembrou das Palavras de Jesus.
Arrependido, entregou a sua vida ao renovo de Cristo - trocando o pecado pela vida no espírito, com Deus.
Judas, ao contrário, seguiu outro caminho. Ele recebeu de Jesus à advertência do erro e o apelo para se arrepender, mas optou por escolher a morte espiritual e se enforcou - consumando, também, a morte física.
Tem lembrança que chega sem bater na porta, senta no sofá da nossa mente, cruza as pernas e começa a falar como se ainda tivesse direito de opinar na nossa vida.
“O velho Carvalho” não era só uma árvore, era quase um abrigo emocional improvisado, um tipo de terapia gratuita feita de histórias, risos e aquela sensação rara de pertencimento. Porque quando o lar vira campo de batalha, qualquer pedaço de sombra vira lar.
E aí vem a vida, com aquela elegância de elefante numa loja de cristais, e resolve testar a gente do jeito mais cruel possível. Não com grito, não com briga, mas com silêncio e exclusão. A festa não foi só uma festa. Foi um anúncio não oficial, quase um outdoor piscando na minha cara e me dizendo “você não pertence tanto quanto pensava”.
O mais doloroso disso tudo nem é o bolo, o vestido, ou os docinhos que eu não comi. É a quebra de uma ilusão. Porque a gente aguenta muita coisa, mas descobrir que o carinho não era tão recíproco assim… isso desmonta por dentro.
Aquela desculpa de “achei que tinham te convidado” é o equivalente emocional de “o cachorro comeu meu dever de casa”. Todo mundo sabe que não é bem assim. Elas sabiam. Talvez não tenham tido coragem de confrontar a situação, talvez tenham sido coniventes, talvez só tenham escolhido o caminho mais confortável. E isso dói, porque a gente espera lealdade justamente de quem divide risada debaixo de árvore.
Mas olha que curioso, e aqui entra aquele tipo de reflexão que a gente só consegue ter depois que sobrevive ao próprio passado. Aquela menina que foi deixada do lado de fora da festa… ela não ficou pequena. Ela cresceu. Ela virou alguém que teve voz, que teve público, que teve coragem de se expressar num blog quando muita gente nem sabia o que era isso direito. E isso incomodou. Porque tem gente que só gosta da gente quando a gente cabe no lugar que elas determinaram. Quando a gente cresce, quando a gente brilha, vira ameaça.
Sobre ela me chamar de “pseudoblogueira” não foi uma crítica. Foi uma tentativa mal disfarçada de diminuir algo que já estava grande demais pra caber na visão limitada dela.
Não diz nada sobre mim. Diz sobre o incômodo dela ao ver alguém que ela achava inferior ocupando um espaço que ela talvez nunca teve coragem de tentar.
No fim das contas, aquela árvore foi mais leal do que muita gente ali. Porque ela nunca fingiu ser algo que não era. Já as pessoas… ah, essas fazem teatro melhor que muito artista premiado.
Fiz exatamente o que precisava ser feito. Me afastei. Não por fraqueza, mas por dignidade. Porque tem portas que a gente não bate de novo, não por orgulho, mas por amor próprio.
Agora me diz… quem realmente perdeu ali?
Eu vou te dizer uma coisa que ninguém gosta de ouvir, mas todo mundo já sentiu na pele em algum momento: não é o silêncio que machuca, é o que a gente imagina dentro dele. Porque o silêncio, por si só, é só ausência de som… mas na cabeça da gente ele vira roteiro de filme dramático, com trilha sonora triste e direito a prêmio de sofrimento interno.
E aí você tá ali, inteira, presente, entregue, vivendo o momento como se fosse uma cena bonita daquelas que a gente gostaria de congelar… e do outro lado tem alguém que parece estar em outro continente emocional, talvez pensando na vida, talvez pensando em nada, talvez só… existindo. E pronto. Bastou isso. O cérebro já dispara: “não sou suficiente”, “ele não quer mais”, “virei paisagem”.
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