Mensagens de Consolo por Perda da Mae
VIDA,
cá estou eu começando tudo de novo
Atando cabos, afogando as mágoas, curando as feridas.
E dando um tempo...
Respirando meus gritos sufocantes,
revestindo as paredes.
Pintando meu sete!
Levantando as âncoras,
recorrendo a Deus, esperando milagres...
Dizendo as verdades, inventando sonhos!
Comprando utopias, pagando pra ver...
Colhendo flores, sentindo dores.
Forjando mansidões,
prorrogando o tempo...
Fazendo acontecer, só se for pra valer...
Procurando linhas, para remendar o passado.
Pra não virar fiapo, vestindo fantasias.
Descobrindo a alma pra você ver...
Deixando partir minhas vaidades...
Copiando as sombras,
silenciando meus medos!
Trocando experiências,
E na quebra, quebrando tabus...
Preenchendo as lacunas
Enchendo os vazios..
Distribuindo sementes...
Colhendo flores...
A vida passa tão rápido que não sabemos mais viver os momentos, apenas tentamos reviver as lembranças .....
Deus quando criou a humanidade, para ela não se matarem instantaneamente nos deu a virtude de não conhecer o que o outro pensa. Somente Ele sabe dos nossos mais profundos pensamentos. Por isso confiantemente posso afirmar que nem Freud desvendou os mistérios do que a humanidade anda pensando, cada caso a sua particularidade.
Realmente o que nós precisamos nem sempre é o que procuramos, aprendi que o que precisamos as vezes nos encontra.
O Evangelho produz amor, e se não produzir isso é o outro Evangelho que Paulo denunciou em suas cartas.
Andar com uma bíblia debaixo dos braços não ti levará pro céu. Mas sim as normas dos ensinos instalados em seus corações.
Apesar de tudo agradeço aos meus amores passados, presentes e futuros, sem vocês eu não iria conseguir escrever nenhuma poesia.
Um poeta expressa aquele sentimento que todos sentem, mas que só eles tem coragem de enfrentar. Aqueles que ouvem se identificam, porém não confessam. Logo se silenciam.
É compreensível que um corrupto queira, com todas as forças de sua pútrida alma, esquivar-se dos braços da justiça e querer fazer o diabo para poder continuar a sua lambança junto as úberes estatais. O que, realmente, fica bem difícil de entender é o que leva as hostes de militontos e similares a defenderem com unhas e dentes os seus monstrinhos corruptos de estimação; a defende-lo de modo similar a uma criancinha mimada que tenta livrar o seu bichinho de pelúcia preferido das mãos da professora que quer confiscá-lo.
Mais escandaloso que vermos covis de ladrões e guildas de larápios legislando cinicamente em benefício de si e dos seus é vermos prelados transubstanciando linguística e legislativamente o homicídio de um inocente em uma conquista democrática.
De fato, somos um país miserável. Não materialmente. Espiritualmente. Um país que teme o nascimento de uma criança, um país onde o silencioso assassinato a sangue frio de um inocente é reconhecido como um “direito reprodutivo” é, infelizmente, uma sociedade desfibrada moralmente, pervertida antropologicamente e monstruosamente sombria em seu espírito.
Ser conservador não significa, de modo algum, defender o engessamento da sociedade num tradicionalismo vazio e estéril; ser conservador não é sinônimo da perpetuação as injustiças que reinam sobre nosso país. Não mesmo. Ser conservador é, antes de qualquer coisa, labutar pela preservação de determinados princípios universais que, sem os quais, a sociedade perde todo o seu dinamismo e as injustiças florescem e aviltam a dignidade humana.
Os defensores da memória do finado ditador Fidel Castro, juntamente com a turminha que tenta colocar panos quentes em suas covardes atrocidades, nos brincam com cristalinos exemplos do que significa, em termos morais e cognitivos, a perda do senso das proporções.
Quanto mais o politicamente correto policia as palavras que dizemos, quanto mais essa tranqueira fica a especular e a sondar nossos pensamentos e sentimentos para discipliná-los, enquadra-los nas forminhas deformantes da ideologia tacanha reinante, mais nos tornamos criaturas insensíveis à realidade, mais e mais nos assemelhamos a autômatos mutilados.
erguntar não ofende. Quer dizer, não sei, haja vista que vivemos hoje numa sociedade que cultiva o mimimi como sendo uma espécie de virtude (depre)cívica. Enfim, seja como for, vamos à pergunta: se um caipora não se preocupa em melhorar, em corrigir-se, em ser prestativo, porque os outros – sejam esses outros pessoas próximas a ele ou apenas ilustres desconhecidos - devem fazer por ele o que nem mesmo o caipora faz por si?
Um claro sinal de nossa decadência é quando passa a imperar em nossa alma um desejo irascível de querer que os outros realizem por nós aquilo que nem mesmo nós almejamos fazer em benefício próprio.
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