Mensagens de Amor para Recem Casados
Parece que este mundo físico, material, estúpido e grosseiro, é o inferno, é o próprio inferno, e todos nós iremos morrer e apodrecer, infelizes ou na vigarice da felicidade, seja numa cova rasa ou num suntuoso sepulcro, ou com o cadáver estralhaçado, fulminado ou desaparecido, e o Demiurgo está cagando e andando para todo o sofrimento humano, mas a esperança está num Deus Desconhecido, no Verdadeiro, mas...onde está Ele? Será que está dentro do nosso próprio Espírito extraviado?
As mulheres, as mulheres... São seres maravilhosos e perfeitos, essas feiticeiras, porém, elas esqueceram-se disso, e apenas permanecem na feitiçaria.
Um dia estarás morto,mesmo estando vivo, e teu coração sonhador e solitário então sangrará, mas com a tinta rubra do sangue da desventura, pintarás poemas da esperança de um amor eterno.
O Brasil é um paciente febricitante, sua miserável existência é a morte antes da morte, a morte acachapante, a morte total, a morte em vida, a morte na morte, a morte irreversível!
A pior e mais desprezível das mortes, acontece de modo preternatural no Brasil. O brasileiro é, porquanto e desgraçadamente, um ente aziago!
Ciente da Verdade, pus-me a encarar com terrível assombro o mistério deste mundo de miseráveis e desgraçados com a mesma pureza e curiosidade de uma criança, de um bom louco e de um demônio expulso do Sol Negro.
Esse supremo horror de existir...cada um de nós, mesmo morrendo, mesmo morto, estará condenado a nunca morrer? E, ao morrermos, esse horror chamado vida prosseguirá, infinito?
A ficção apenas reporta, aumentando mais o fato histórico, a ficção é uma velha fofoqueira que conta verdades aumentando a verdade histórica.
Vida: um pesadelo terrível, efêmero, amargo, onde nada é real, dele só acordamos quando o beijo da Morte nos desperta, maternal e gentil.
Ninguém se casa, mesmo os que se casam, o casamento é feito por duas pessoas que se uniram e continuam solteiras
Nada, absolutamente nada cai do céu além de chuva, neve ou cocô de passarinho, portanto não espere ajuda de ninguém, pois as pessoas se odeiam umas as outras.
Uma coisa são as pessoas pensarem, imaginarem, julgarem, como você é, outra coisa é você ser o que é.
Ouvir o silêncio da natureza alternando-se com o canto dos pássaros, o som do quebrar das ondas do oceano, sentir a brisa marinha, observar o cintilar das aves, apreciar o mistério da vida e agradecer a Deus pelas leis eternas e universais que mantêm todo esse equilíbrio na mais perfeita harmonia.
Sabendo que a luz é benéfica para a vida, Deus fez o sol, mas também sabendo que a permanência direto no mesmo faz queimar, aí Deus fez a sombra.
Na vida devemos ser persistentes como a gota d'água que após milhões de anos pingando, faz um furo na pedra. No final das contas, cada gota d'água contribuiu, retirando alguns átomos das moléculas da pedra.
A FÁBULA DO GUANDU E O PÉ DE BOLDO
Até uma certa altura eles cresceram próximos, bem juntos e mantiveram o mesmo tamanho, o Guandu e o pé de Boldo, mas como as espécies possuem naturezas diferentes, o Guandu precisava crescer e se tornar árvore, mas veio o impasse, se a planta crescesse na mesma posição vertical a qual se encontrava, naturalmente que seu largo caule engoliria e mataria o pé de Boldo pois os mesmos estavam muito próximos, portanto a partir de uma certa altura equidistantes o Guandu despediu-se do pé de Boldo, inclinou-se cuidadosamente num ângulo próximo de 45° tomando o cuidado de não tombar e ao mesmo tempo poupar e salvar seu amigo pé de Boldo e o Guandu tornou-se uma árvore explendorosa com suas maravilhas de flores, mas em sua memória seu amigo pé de Boldo jamais será esquecido.
Como tudo feito pelo criador é perfeito, suponho que a visão de um buraco negro possa ser uma das maiores maravilhas do universo.
No horizonte, no mais completo silêncio, o astro rei põe-se para o hemisfério sul e nasce para o norte.
Contudo, na trajetória solar rumo ao escuro, o hemisfério austral tem a certeza de que, em questão de horas, o magnificente Sol voltará a iluminar com toda sua energia e exuberância.
Uma árvore plantada não oferece sua sombra apenas a quem a plantou, mas sim a todos, como um presente de Deus.
