Mensagens curtas de Amor
RÉU
o beijo roubado
o coração vagabundo
pelo olhar assaltado
neste charco profundo
o amor bandido
a paixão que tortura
o sentimento proibido
o incidente da aventura
pelas palavras sequestrada
está a vítima consentida
sua alma amarrada
e a consciência amortecida
reles inconfessa
argui-se depressa
prisão de ardor
ardendo de amor
{William Frezze}
Não era necessidade. Não era
Carência. Era além, bem além
Do prazer. Era amor.
Ia além da cama, dos lençóis,
Do cheiro, do vestígio da
Estada. Era essência.
Foi além do entrelaçar de corpos.
Bem além da atração, do calor,
Do êxtase, do deleite.
Foi amor. Era amor. É amor.
Sem cobertas, descoberto,
Desnudo mesmo.
Eu sempre fui desastrada pro amor,
O meu primeiro amor foi platônico,
E foi um desastre,
O segundo foi um amor estranho,
E acabou morrendo no meio do caminho.
Queria tanto lhe esquecer...
Não propriamente de você,
Mas esquecer o amor que ficou tatuado no meu coração.
Sofro ao escutar certas músicas, muitas músicas, quase todas as músicas.
Dói fisicamente o que não deveria doer, posto que está na alma...
Mas tenho a impressão que o físico sofre no compasso da alma.
O amor é o sentimento mais libertário que existe! Ele revoluciona e não requer nenhum tipo de aquiescência da outra parte para ser exercido.
O amor é igual o dia seguinte, você sabe que ele vai vir, você não sabe como ele vai ser, ele simplesmente vem, as vezes são bons as vezes são maus, as vezes são normais demais.
O verdadeiro amor nunca morre ele só cresce dentro da gente e da frutos, se morrer é porque não era amor.
Quanto tempo eu vou ter que esperar.
Quantos minutos e segundos
Vou ter que te esperar.
O Amor não pode parar
É perca de tempo.
O jeito é a gente se Amar.
Quando virá amor me matar, já que esse desamor só insiste em me rasgar no apego dessa tua desacelerada volta?...
E foi só mais um sonho, só mais um amor, só mais uma história arquivada nessa ilusória biblioteca interior.
Tudo é circunstancial, o tempo, a vida, inclusive o amor. Tudo muda, se transforma, evolui e de repente o que era, deixa de ser. Pensamentos e prioridades mudam. O nós, vira nó, que logo se desata, desapega, vira solidão. De alguma forma a gente sempre sabe. Sim, a gente sempre sabe quando o fim se aproxima.
Haveria algo mais cruel que encenar o amor?
Que criar scripts, roteiros, falas
E planejar o final?
Dar-te-ia a possibilidade da escolha.
De escolher entre a continuidade
E a sobriedade.
Mas, o amor é embriagante. É um porre.
É um vício fatal. Como viver sem.
Como? Diga-me?
Crio e recrio cenários e personagens.
Inícios e meios, mas nada
Altera esse fim.
