Mensagens com Complemento de um Bombom

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Muitas vezes não sabemos, mas pequenas coisas tem um valor imenso no nosso subconsciente, no nosso coração...

E talvez seja essa a maior ironia dos relacionamentos actuais: conta-se a existência de apenas um parceiro oficial, para justificar, quando necessário, a existência de muitos!

O amor que sobrevive a uma renúncia incerta não é um erro; é a pedagogia do afeto que nos ensina a não mais sermos estrangeiros de nós mesmos no futuro.

Às vezes passamos por baixo de escadas, cruzamos com um gato preto e quebramos um espelho no mesmo dia. Como se os infortúnios nos perseguissem insistentemente por todos os lugares, uma vida de azar que não vai melhorar. Embora corramos por todos os lados, o reflexo no espelho é o mesmo rosto de sempre.


Aposte sua vida em um giro de moeda, acredite que será cara, mas sempre vai dar coroa. O seu trevo sempre terá três folhas. Minta para si mesmo que tudo ficará bem, mas não importa aonde vá, não importa onde se esconda, mesmo onde tenha certeza de que nunca será encontrado, ainda será você e então vai entender que o azar nunca esteve atrás de você. Era você quem o carregava.

Não era eu o teu foco.
E, ainda assim, houve um instante
em que, sem perceber e sem querer,
você me deu razão de viver.

"A mente é um receptor digital. Na cosmologia, os pensamentos são soprados pelo universo e ressoam no mar físico de nossas almas, que pairam no oceano do conhecimento."

⁠no mar profundo seus ossos são parte integrante de um navio que navegante foi até o final do horizonte e afundou quando suspiros eram o amor.


Por Celso Roberto Nadilo

O Cadáver da Rosa e o Silêncio das Palavras
​A rosa é a simplicidade da beleza de um cadáver já em decomposição orgânica. Ela se desfaz enquanto serve de adorno, fazendo do seu perfume o último suspiro de vida. Esse aroma dispersa o pólen em um mundo transbordante de palavras isoladas, mas escasso de verdadeiras narrativas.
​No silêncio, a rosa murcha e seca, feito uma alma que se esvaziou de sentimentos, embora ainda a achem linda ali, estática no centro de uma mesa vazia. Enquanto isso, vozes fanáticas viajam pelo tempo e pelo espaço, ecoando distantes em sua linguagem única.


Por Celso Roberto Nadilo

Nas fronteiras da elipse — no eterno instante sobre um horizonte de eventos massivo —, o olhar se perde além do limite da razão. O paradoxo revela-se mera metáfora na amplidão do espaço sideral.
​A verdade do universo ressoa em nossos pensamentos: fragmentos esquecidos pelo tempo e pelo espaço, capazes de transcender uma vida inteira no simples esboço de um olhar.
​Na escuridão da caverna profunda, guardam-se segredos dos quais as sombras da essência humana teimam em nos lembrar. Na origem, a falácia ganha contornos em uma realidade ambígua e primordial; éramos apenas células errantes de um mundo pujante e pulsante. Sonhamos, desejamos viver cada sonho e pertencer a uma aldeia global.
​Vemos inovações em nossas origens cósmicas, células de uma aglomeração de estrelas. Seremos parte de um organismo maior e faminto por existir, no momento irônico em que acordamos: pois, ao olhar para o universo, ele olha de volta para nós como quem contempla a existência através de um telescópio de partículas.
​— Celso Roberto Nadilo

"Vivemos a inércia da estratégia: um entroncamento entre a derrota inevitável e a lucidez de nossas próprias premissas. Sob o pretexto da gestão, lava-se as mãos. A prefeitura guarda o título, mas a cidade foi entregue à terceirização.
​A praça pública deixou de pertencer ao povo para se tornar vitrine e negócio. O resultado são espaços urbanos desérticos sob um céu que só não foi faturado porque ainda não encontraram o meio. Onde estão as pessoas? Confinadas entre as quatro paredes de suas casas — a última fronteira não privatizada. Por enquanto. Afinal, a própria atenção e o olhar já começam a ser tarifados pelo alinhamento cultural."

O fato de a luz ser capturada pelo olhar é um termo relativo, mas perfeitamente aceitável: trata-se da continuação de uma trajetória através do espaço branco celeste. É aqui que nos aproximamos da Teoria das Cordas, trabalhando eternamente de um ponto a outro. Nesse tecido, o detalhe de uma vibração pode convergir em múltiplos caminhos e, ainda assim, conectar-se a dois pontos fundamentais — ancorando-se ao início para que haja uma determinação no futuro.
​É dentro desse futuro que construímos nossos sonhos em meio à realidade ambígua. Contemplar o abismo dentro do abismo — encerrado na geometria de um cubo — confere profundidade ao nosso olhar, fazendo-nos encontrar sentido na existência.
​Assim, empilhamos estruturas dentro de estruturas até desenhar e configurar o próprio multiverso como uma simulação: um ambiente físico e espacial para o qual projetamos um modelo tridimensional da nossa própria consciência.

​O universo em blocos é visto como um organismo que se desenvolve como uma célula ou embrião — exposto pelo olhar dos telescópios, resplandecendo desde um passado glorioso. É a criação do gênio que surgiu diante de um cenário onde a tecnologia era mero sonho na imensidão do desconhecido, entre mitos e o medo de que a Terra acabasse no horizonte.
​A descoberta do globo parecia heresia; todo conhecimento era passível de fogueira. Ao passar do tempo, pensamentos se tornaram inovações científicas, ou encontravam na alquimia a transmutação dos elementos.
​Numa dessas noites, a tese se tornou ciência. Num momento irônico, centenas de descobertas surgiram como fruto do estudo e do enriquecimento da natureza humana. E então, conhecemos a IA…
​Entre todos os eventos aleatórios nas alegorias das ideias, florescemos no campo do conhecimento e da reminiscência.


Por Celso Roberto Nadilo.

"Somos apenas objetos num aglomerado cósmico, absorvidos, um a um, pelo mérito inexorável do tempo."
















— Celso Roberto Nadilo

​A Onda Prática da Simplicidade (e o que é Bom)
​O posto de saúde opera sob o pretexto de um sistema sustentável: dizem que é preciso realizar exames para condicionar o tratamento. Ser um bom profissional? Certo, é o mínimo que se espera.
​Tudo se resume a uma receita. Um simples pedaço de papel que lhe dá o direito de receber o remédio de que precisa para viver.
​Mas aí vem a realidade da prática: você espera quatro horas em uma fila, e depois mais meia hora para finalmente entender que estava no lugar errado. Ali, o que se encontra é a pura ignorância institucionalizada. O tal pedaço de papel só pode ser entregue depois do exame; que exige outra consulta; para só então depois buscar o resultado.
​A piada trágica que se forma é estúpida: se o remédio é de uso contínuo, se a condição não muda e os resultados serão exatamente os mesmos... por que raios precisamos atravessar todo esse labirinto apenas para conseguir a autorização de um papel?
​Por Celso Roberto Nadilo

Nas entre linhas somos copilidos a ser conduzidos por um ser se diz dono mundo.
Será que somos vassalos da democracia,
No arauto do mundo somos formigas brincando de ser gente.
Sera poder financeiro manda na terra dos outros.
Sera pilhar e fazer o que quer direito de uma nação soberba...?

Nenhuma novidade a extinções das etnias indígenas.
Nasce sem direito de existência...
Sem um registro de nascimento apenas roda pe de notícia.
Os indígenas são expostos e apagados da história,
A velha história terras griladas, animas mortos a quebra da teia ambiental.
As famílias indígenas são parte do equilíbrio natural, mesmo assim continuamos com exploração de terras...
E alienação da toca de utensílios continua, a terra morre...
Os coronéis de terras continuam a devastar a floresta e planeta.
As queimadas e fabricantes de carvão...
Para lembrar no churrasco de final de semana o quanto o valor do planeta e válido. As associações e ONGs de proteção ambiental. É apenas politicamente correto, enquanto a floresta morre e indígenas desaparece...
Sem nenhuma culpa é simplicidade uma questão de lucros e sobrevivência?
Parece cruel desumano?
Esta parte da gaiola brasileira que ninguém saber.

No domingo a vitrola velha toca um soneto musical.
O que seria esse soneto musical?
Novos horizontes transformaram a música num espaço de palavras jogadas de tantos palavrões acabou ate o sabão para limpar boca suja...
As garotas e garotos acham bonita demais se expressar de forma tão vulgar...
Ao passar do tempo vejo os frutos da alienação intelectual.

A balsa no velho rio quase é um contraste...
Tecnologia é um espaço translúcido num espaço da mente vazio,
Nos moldes fakes news o rio tornasse limpo com peixes tão vivo em meio o lixo e a degradação,
A beleza de outras vidas o mundo já foi um mundo complexo cheio de paradigmas de vida,
As pessoas torna se bots de sistema de algoritmos e suas ações são de um único pensamento de um único ser,
Tudo está vencido numa deepfake o modo democracia e os novos moldes fakes news paralisação as pessoas seus atos são apagados e calculado para que nunca acorde se acorda sera tarde pois sua vida resiste mais não pode mudar mais nada, só pode fazer parte da alienação intelectual coletiva.

Deformação no profundo do ser político e sua determinação para ser um bot.




As vezes eu penso para que carro elétrico se tem carregar em carregador movido a gasolina.
Outra coisa vejo a tantos robôs humanoides vão subsistituir os trabalhadores?
Os imigrantes dos Estados Unidos foram realocados para seus respectivos países de origem.
Quem irá substituir a classe trabalhadora imigrante?
* Robôs programados * para trabalhar,
Poliformismo na atuação mais profunda conexão da alienação da gaiola.
Aonde novos escravos apareceram?
Robôs para servi o trabalho e sexualmente.
Robôs para sermos seus donos,
E isso engloba o caminho para servo global,
A descoberta da Deformação o que fardo carregara o desemprego neste momento que gaiola está vazia so robo trabalhando.
A guerra entre o terceiro mundo recursos naturais e pirataria nos estreito da um novo cenário.

Homem que reza para um pneu é mesmo que esta nas ruas fazendo passeatas e marchando na frente de quarteis.
Homens que criam seus Deus para engrandecer o político.
Homem vive por sua falsa fé dentro do sistema de alienação intelectual.
Os dízimos e ofertas feitas para paradoxo do enriquecimento.
As flores mortas pelo destino e vendidas por sua fé.
Deus está em todo universo menos nessa casa de Deus.
Santo seja aquele salva vidas...
Mais profundo sentido entramos num abismo social