Mensagem Póstuma
As luzes se apagaram...
Motivos pra chorar? Talvez tenhamos...
Já passamos por tantas coisas,
Algumas parecidas...
O Universo é testemunha que eu tentei
Então por favor não me cobre mais...
Meus olhos vermelhos marejados já não suportam,
Este é nosso último "adeus"...
Talvez nos encontraremos de novo no futuro,
Quando estivermos mais maduros...
Eu tento ler sua mente, sem nenhuma intenção de ser cruel,
Não encontro explicações, mas você está no seu papel...
Eu queria poder explicar, mas isso levaria tempo e muita paciência,
Quem sabe ali na frente o destino nos aproxime novamente,
Mas hoje só posso dizer adeus...
Adeus amor, adeus, ficarás sempre presente nos sonhos meus!
Não paro de pensar nas vezes que você não compreendeu meu coração, eu fui partido quando você partiu.
Esse vínculo que criamos, esse laço tão estreito... Tudo em tão pouco tempo. E por mais que eu ainda esteja magoada, eu não consigo me desligar ou despedir de você. Porque você já faz parte dos meus dias desde a hora que eu acordo, até meu boa noite e sonhos. E dói muito ter que pensar em desistir de nós.
Aos poucos, como bruma ao sol da manhã,
Foste partindo, tua ausência calada,
E eu, sombra que vagueia na solidão vã,
Senti a alma despida, a vida desnudada.
Gradualmente, o vazio tornou-se real,
Eco de um amor que se foi, ausente e cruel,
Resta-me a dor, companheira leal,
Num mundo sem cor, perdido em seu fel.
Eu à beijava
Enquanto minhas lágrimas se juntavam a teu sangue
Que por muitos derramará
Em noites frias e solitárias
Sua alma deixava teu corpo
E você me abandonava
Ali teu sofrimento se esvaia e o meu começava
contigo eu morria...
No beijo da despedida
Porquê me seduziste?
Nem ao menos te toque
no teu corpo não peguei,
do teu espinho não tirei.
O Porquê deste aroma?
me prendendo com teu feito,
me envolvendo desse jeito,
me deixando sem noção.
O que fiz foi passar do teu lado,
mesmo mal intencionado,
com a morte não merecia ser enganado.
Me feriste quando te olhei.
Marcaste-me com as armas que te dei!
Mesmo que eu vá, marcas tua levarei.
Tudo bem voce não acreditar em mim
Eu sigo a vida lutando minhas próprias guerras internas
Tive muito medo e muito frio, mas sobrevivi quando a tempestade passou...
Eu sei, nunca fui o menino ideal
E minhas ideias nem sempre te convenceram, mas eu acreditei e pulei
E hoje eu me afogo em suas magoas...
Eu vou gritrar
Vou gritar tanto pra ele ouvir minha voz
E quando la do fundo eu erguer as mãos
As minhas lembranças me farão crescer e sorrir...
E se eu nunca mais me levantar do chao
Talvez nossa história seja real assim,
Quero que saiba o quanto eu te amei
E que sem você não a paz em mim
Meu amor...
Sinto-me muito só, sem alento ou afeto
E chego ao fim, sem nenhum projeto
Procurei amor, paz e calmaria
Mas nada encontrei nessa jornada vazia
As vitórias foram poucas, as derrotas muitas
E agora me despeço, sem mais lutas
A solidão me cercou como uma prisão
E eu me rendo, sem mais uma razão
Busquei amigos, sonhos e alegria
Mas a vida me levou para outra via
Perdi batalhas, perdi a confiança
E agora me despeço, sem nenhuma esperança
Perdido em meio à escuridão.
Sem encontrar a luz da redenção.
Tentei encontrar amor e amizade.
Mas a solidão me acompanha, sem piedade
O mundo está caótico, sem sentido.
E eu, cansado de seguir fingindo.
Os sonhos já não me trazem alegria.
E eu, sozinho, partirei nesse novo dia.
Não há adeus sem dor, mas espero que meu adeus possa ser um alívio para a dor que venho carregando sozinho por tanto tempo.
A partida
Você me pediu para te deixar,
só não me disse como. Você já sabia que iria partir nessa viagem.
Foi embora sem dizer adeus, me deixou sem planos ou sonhos.
Para onde você foi, eu não sei. Mas nosso amor resistiu até mesmo a isso. Apenas sei que você foi contra a sua vontade. E que nessa viagem, não nos cabe decidir o dia, a data e a hora.
Por que eu?
Você é uma doce mulher
com a inocência rompida.
Conheceu o sofrimento
e depois a esperança perdida
Com a despedida um deserto
Logo apareci de coração aberto
Para te dar todo meu amor
que é tão grande quanto o universo.
des-encontro
o meu alguém está em casa
esperando com a mesa de jantar posta
ele passou um café
preparou os pratos
colocou uma flor ao lado da minha cadeira…
o meu alguém está em casa
aguardando eu retornar para lhe fazer companhia
rirmos juntos das bobagens do dia
e descansar nos braços um do outro
sem medo de julgamentos…
o meu alguém está em casa
com a porta aberta a aguardar minha chegada
eu o vejo olhar o relógio
estou atrasada… já é tarde e ele me liga
muitas chamadas não atendidas…
o meu alguém está em casa
olhando pela janela,
na expectativa de me ver atravessar a esquina
e minha sina
é não ver seu doce olhar…
o meu alguém está em casa
me esperando
me chamando
mas ele ainda não sabe
– meu amor, me perdoe!
… nunca mais irei chegar!
o meu alguém está em casa
tão despedaçado quanto eu…
– eu não queria que fosse assim!
se, ao menos, ele pudesse me escutar
eu diria… eu diria:
– meu amor, estou aqui… olha pra mim...
Você chegou de mansinho, me mostrou músicas novas, fez festa para as minhas chegadas e se entristeceu com a minha partida. Eu acho que não preciso de mais nada além disso, sabe. O que eu sinto por você é tão bom que eu não queria partir. Mas não tem como saber o final dessa história e eu torço para que ela seja bem feliz enquanto durar. O final não precisa ser feliz, mas deve ser maduro e consciente. Eu não sei se isso faz muito sentido pra você que chegou bem quietinho e foi se encaixando na minha vida.
AGOSTO
É garota….. sem mesmo saber que seria a última vez. Não poderia ter sido melhor, ter puxado você pela cintura daquele jeito, e ter te dado aquele beijo de despedida. Fora aqueles momentos que desejamos que o tempo parasse, quem nos dera. E sentir você desabando a cada átomo com o beijo recebido, enquanto o tempo parecia ter pressa de acabar. No mês de agosto, nós fomos a prova de mais uma boa história, com um bom final.
Será que eu percebo a sutil linha divisória, entre a cortesia e a covardia?
Será que eu percebo o momento em que o Amor, se transforma em instrumento de manipulação ou desespero?
Será que eu percebo qual a hora exata, de fechar a porta e não abrir nunca mais... ou abrir a porta e permitir que alguém entre no meu mundo?
Somos distraídos, ou medrosos demais para experimentar a vertigem, diante da imensidão do agora?
Não! Não te quero mais! Deixei para trás você e os sonhos entre nós! Hoje eu quero paz! Silêncio! Ficar sozinho!... Nenhuma voz. Chega de andar por corações que só me levam a pisar em espinhos. Amar é sofrer e nunca ter descanso. Meu coração já não está mais aberto para ninguém. Fechei meu coração para balanço! Já não me importo quando você não vem! Saí de vez da tua vida. Fui embora de um jeito invisível e sem sorrisos ou despedidas... Já não te espero mais do lado de fora! Já não quero mais teus beijos e abraços! Eu me desamarrei de teus malditos laços! Nunca mais baterei na porta do teu coração! Aprendi que amar é a mais cruel ilusão! Mesmo que você queira eu já não quero mais! Agora tanto faz! Vou seguir o meu caminho sozinho, em silêncio, em paz...
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