Mensagem para um Funcionario Destaque do ano
O Fim ...
Dizem que existe um fim
Para tudo e para todos
Mas, eu pergunto a mim
Será que é realmente assim ?
O fim, poderia ser...
O término de alguma condição
Que Dá início a outra ação
Na qual podemos resplandecer
Fim... uma palavra só
Com um sentido bem maior
Onde podemos, ou não, nos sentir melhor
Mas, na verdade,
O fim, é o inicio de algo novo
E o remate da incapacidade.
Nunca desistirei do que mais quero como objetivo em minha vida. Um dos porque é que não existe desistência em minha cabeça e desconheço do verbo desistir em meu caminho.
Oi, vim ver se você tem um copinho de açúcar pra me arrumar, sabe o que é? É que a minha vida anda muito amarga ultimamente.
Somos tão hipócritas, vivemos em um mundo tão bom como esse mas todos estamos sujeitos a criticar , Deus nunca nos julgou por nada desde dos nossos nascimentos e nem no dia de nossa morte por que precisamos criticar?
A juventude é um sopro que logo se esvai, transformando-se em outono e inverno que traz a velhice e a sofreguidão, restando apenas as despedidas e as lembranças distantes.
Sou um estúpido. Sou um otário. Um palerma. Um cobarde. Um infantil. Isso mesmo. "Infantil".Aquilo que te chamei lembraste? Nem sei por onde começar. Sabes chocolate de leite? É isso mesmo. Eu sei o que estás a pensar. Tu gostas mais de chocolate branco e, eu sei. Eu te conheço. Mas calma. "Eu estou calma" olha de novo. Onde ia? Ah, chocolate de leite. Sabes? É daqueles chocolates que ninguém resiste, todo o mundo gosta. É aquele original. Da kinder. Mas, todo o mundo gosta. Tu gostas. Até que, tu te fartas de chocolate de leite, e provas chocolate por exemplo com morango. Ahhh, gostas mais? Pois. É aí que eu quero chegar. Eu posso ser um cara ruim. Admito. Mas todo o mundo gosta de mim (pelo menos um pouco). Tu gostas de mim. Mas há garotos melhores. E quando você descobrir alguém melhor que eu?
Um dedo de nostalgia com meu amigo Jucão relembrando tempos de serenatas, galinhadas e amores debutantes. Boney M. no VT.
Roseta de doze pontas.
Rodeio que começa num vórtice de emoções,
de possibilidades.
Um escocês vai sair da caixa,
logo.
Meus olhos faiscavam.
Duas brasas incandescentes dentro da noite.
Whiskey nas veias
e um coração gelado como o minuano.
Um incenso queima.
A gata de porcelana pisca o olho
lá na estante.
E a vida segue com meu estômago
me lembrando do almoço.
Vejo um milhão de muros no meu caminho e nenhuma escada. Além disso, vejo outros que usam um elevador emprestado e conseguem subir bem mais rápido. O que me resta é escalar e tentar ao máximo chegar ao topo, sem deixar que caiam do meu bolso o dinheiro, o lanche, o carro, a família, o conhecimento, os amigos.
Vejo, às vezes com inveja, aqueles que usam elevadores e estão muito a minha frente. Penso em como seria bom ter um elevador, como seria fácil chegar ao outro lado sem me preocupar com o que carrego. Mas pensando bem, elevadores poupam do esforço que é preciso ter pra saber o quanto foi difícil chegar, eles deixam tudo mais simples e mascaram uma realidade. Prefiro mesmo é subir com minhas próprias mãos e ver que se consegui chegar ou não é simplesmente uma escolha minha, sem falhas técnicas ou gerador de energia. Vejo que o suor que caiu do meu corpo me ensinou a ser mais e melhor, e, quando finalmente chegar e olhar pra baixo, saberei o quão forte fui e me orgulharei de não ter parado.
Hoje vivo um sonho realizado, pois, tenho você ao meu lado. Em cada momento me sinto amado, tenho em mim um segredo não contado, em cada momento pra mim é uma emoção sinto que eternamente ganhei seu coração.
Estômago roncando.
Parece alguma língua estrangeira.
Da cozinha vem um vento
com vapores de assado que envolve
e fustiga.
Vou cerrar meus olhos
como se faz com a porta de um empório.
Levantei com as galinhas,
hoje.
Agora o quilo me pesará mais.
Na rede.
Entre o coqueiro e o pé de mangaba:
a cidade aos meus pés.
O vento sopra como um sussurro de amor.
Sonoro,
cálido.
Esse vento vespertino
parece um sopro do capeta.
Na lida rural de agora
eu me sinto como uma costela no bafo.
O zéfiro balouça o ipê.
Longe ritomba um trovão.
Detrás do zíper: o ocaso.
Noite e vinho
derramando sono nos meus olhos.
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