Mensagem para Pessoa que Ja Morreu

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⁠Era doze de dezembro
O sol das nuvens surgia
Quando vi a claridade
Me enchi de alegria
Eu tentei me levantar
Na hora que fui chorar
Não chorei, disse Poesia.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
03/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠No labirinto que tenho
Dentro de mim eu caminho
Tem vezes que eu me perco
Tem vezes que me alinho.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Tem horas que me encontro
E me acho decidido
Mas tem horas que percebo
Que ando meio perdido.

Gélson Pessoa
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
14/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Um dia observei
E isto eu reconheço
Que erros que cometi
É quando me obedeço.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
14/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠A coisa que é impossível
E que não foi desvendada
Impossível ela estar
Por não ter sido tentada.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
19/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Para a gente ser feliz
Não precisa viajar
Porque a felicidade
Está em qualquer lugar.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
27/07/2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Mas o que faz rir a valer é que nós pensamos sempre noutra coisa,
E vivemos vadios da nossa realidade.
E estamos sempre fora dela porque estamos aqui.

Fernando Pessoa
Poemas Completos de Alberto Caeiro. Lisboa: Presença, 1994.

Nota: Trecho do poema Não tenho pressa. Pressa de quê?, de Alberto Caeiro, um dos pseudônimos do poeta português Fernando Pessoa.

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Inserida por dhiegobalves

Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
Às horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.
Pôs-me as mãos sobre os ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.

Inserida por rapha777

Súbita mão de algum fantasma oculto
Entre as dobras da noite e do meu sono
Sacode-me e eu acordo, e no abandono
Da noite não enxergo gesto ou vulto.
Mas um terror antigo, que insepulto
Trago no coração, como de um trono
Desce e se afirma meu senhor e dono
Sem ordem, sem meneio e sem insulto.
E eu sinto a minha vida de repente
Presa por uma corda de Inconsciente
A qualquer mão nocturna que me guia.
Sinto que sou ninguém salvo uma sombra
De um vulto que não vejo e que me assombra,
E em nada existo como a treva fria.

Inserida por rapha777

⁠A minha vida melhorou 100% quando deixei de me importar com quem não faz questão de se importar comigo.

Inserida por lucarodriens

⁠Que abraço é esse que arranca um sorriso suave do meu rosto, e arrepia todo meu corpo.

Inserida por lucarodriens

⁠Voa minha ave
Voa sem parar
Viaja pra longe
Te encontrarei
Em algum lugar
Permaneço em ti
Como sempre foi
Mais perfeito e mais fiel
Mesmo sozinho sei que estás perto de mim
Quando triste olho pro céu
Quando eu te vi o sonho aconteceu
Quando eu te vi meu mundo amanheceu
Mas você partiu sem mim
E sei que estás em algum jardim
Entre as flores
Anjo, meu tão amado anjo
Bem sei que estás
E eu do brando sono hei de acordar
Para os teus olhos ver uma vez mais
O verdadeiro amor espera uma vez mais

Ivo Pessoa

Nota: Trecho da música Uma vez mais.

Inserida por droplets

⁠Voa, minha ave
Voa sem parar
Viaja pra longe
Te encontrarei em algum lugar
Permaneço em ti como sempre fui
Mais perfeito e mais fiel
Mesmo sozinho, sei que estás perto de mim
Quando triste, olho pro céu

Ivo Pessoa

Nota: Trecho da música Uma vez mais.

Inserida por droplets

Sol nulo dos dias vãos,
Cheios de lida e de calma,
Aquece ao menos as mãos
A quem não entras na alma!

Que ao menos a mão, roçando
A mão que por ela passe
Com externo calor brando
O frio da alma disfarce!

Senhor, já que a dor é nossa
E a fraqueza que ela tem,
Dá-nos ao menos a força
De a não mostrar a ninguém!

Fernando Pessoa
Poesias. Lisboa: Ática, 1942.
Inserida por laurenmatta

⁠XIII - Emissário de um rei desconhecido
Emissário de um rei desconhecido
Eu cumpro informes instruções de além,
E as bruscas frases que aos meus lábios vêm
Soam-me a um outro e anómalo sentido...
Inconscientemente me divido
Entre mim e a missão que o meu ser tem,
E a glória do meu Rei dá-me o desdém
Por este humano povo entre quem lido...
Não sei se existe o Rei que me mandou
Minha missão será eu a esquecer,
Meu orgulho o deserto em que em mim estou...
Mas há! Eu sinto-me altas tradições
De antes de tempo e espaço e vida e ser...
Já viram Deus as minhas sensações...

Inserida por laurenmatta

Hoje defendo uma coisa, amanhã outra. Mas não creio no que defendo hoje, nem amanhã terei fé no que defenderei.

Fernando Pessoa
Páginas íntimas e de autointerpretação. Lisboa: Ática, 1966.
Inserida por mi_v_t_

Bom Dia, Não sei o porque isso acontece, nem por que não consigo mudar meus pensamentos, até acho que sou só um Zé Ninguémque vive em busca de algo...
Só não entendo por que a vida tem que ser tão cruel assim; Quando penso em parar, ela vem e alimenta essa vontade, essa esperança e tudo começa de novo... Não sei quanto tempo isso pode durar mas sei que isso pode doer mais ou melhorar de uma vez...
O que eu posso dizer? Acho que não seja tão forte quanto imaginava, mesmo eu agindo diferente, sendo diferente ainda não é suficiente, Por que?
Talvez eu esteja trilhando em um caminho sem sentido, ou Não? e se esse for a melhor opção? Afs, tão confuso que nem consigo mais pensar direito Bom Não importa, vou até o final, e ver o porque o jogo dessa vida!

Inserida por Uelintonpessoa

⁠"Palavras são só palavras" embora o que não foi dito seja só uma ponta do "ICEBERG".

Inserida por Melissaoficial002

Ser o que as pessoas querem que eu seja e estar morta, pra mim, é a mesma coisa.

Inserida por michelleraiol

Já colori o céu de azul e já retirei o verde do mar,
Já passei dias debruçado na noite vendo o luar dissipar.
Vislumbrei a esperança perdida num olhar ofuscado e sombrio.
Encontrei reais razões para a vida e assim assumi desafios.

Quando me achei me perdi, porque ainda não tinha me achado.
Vagava dias a fio eternecidamente amargurado,
Confundido pelos próprios olhos que só enchergavam o passado.

Foi numa dessas que ouvi uma voz mansa e bravia,
Que me entregou uns minutos e me falou de alegrias.

Quando não tinha mais sonhos a voz me ensinou a sonhar.
Quando o amor me faltava ela ensinou-me a amar.
Dar esse amor inconsciente que deve estar escondido,
Acreditando que nada se aprende sem nunca se haver esquecido.

Agora mais pleno de mim,
Mais cheio da esperança inaudita,
Prossigo em passos mais firmes
Buscando as respostas da vida.

Desta feita não mais me perturbo,
Pois sei onde espero chegar.
E se em lugar nenhum estiver,
Estarei aqui, no mesmo lugar.

Inserida por franklincosta2