Mensagem para Pessoa que Ja Morreu
“Saber calar quando tudo em você quer reagir não é fraqueza — é domínio de quem já entendeu o jogo.”
"A felicidade é como o vento: vem e vai, leve, inquieta, efêmera. Já a paz é o chão onde os pés descansam depois da tempestade. Há momentos em que escolher a paz é renunciar ao brilho momentâneo da alegria para abraçar o silêncio sereno de quem sabe que fez o que precisava ser feito. Nem sempre o coração sorri, mas quando a consciência repousa tranquila, a alma agradece. Porque a felicidade é emoção; a paz, é sabedoria.
Entrega não realizada.
O amor não é correio expresso.
Se eu tivesse que rastrear, o meu já deve ter morrido na triagem.
Ele me apareceu do nada, miando na minha porta, fingindo que sempre morou aqui.
Eu ofereci um pouco de leite, ele aceitou, e de brinde levou meu sofá, minha paz e o controle da minha TV!
Mas tudo bem... Eu sempre quis companhia para reclamar da vida.
Há quantas quadras já andei?
Entre todas ruas e calçadas
Todos os rostos, perdidos e tentando se encontrar
Os encontrados tentando se perder
Há quantas esquinas já esbarrei?
Dentre aquelas mais distintas, há de ter a mais bela história.
Há quanto tempo estou andando?
O tempo veio chegando, parece até que ja se foi.
Há mais tempo a passar ou tem passado muito tempo?
Há quanto tempo estou pensando?
Dentro desse tempo sempre há os tempos que passamos
E a quem damos, o bendito do tempo
E se é pra falar em se doar,
Eu me doou aqui e acolá sem saber há quanto tempo estou me dando
Há tempo me doando sem saber de onde vem
Essa vontade de ser alguém
Há quanto tempo estou procurando?
Eu não sei...
Há quantas quadras eu já andei?
Sergio Vinicius de Moraes.
Parasita
Essa história é uma que não começa: ela já está no meio. É como uma ampulheta que girou e parou na metade do tempo. Certa vez, uma menina descobriu três coisas: um parasita, uma amizade e uma cobra. Os três estavam dentro dela.
A amizade respondeu para ela da seguinte maneira:
"O parasita que está com você é mais leve que o meu."
A amizade guiou a menina até a suposta cura, em um rio, e disse:
"Esse rio é o fluxo da vida. Se há cura para um parasita, está nele."
O amigo evaporou, deixando-a sozinha. Ela entrou no rio, onde foi puxada. O parasita estava no coração da menina — e era mortal. Ele puxou o coração da garota e emergiu como uma cobra.
Depois dessa descoberta, a história voltou ao início, e ela fez sua última descoberta: aquele parasita só consumia meninas cuja história não tinha início — apenas meio e fim.
Ellen De 🌷
Carreguei mundos sobre os ombros, dores e batalhas no peito, mas hoje sigo com a leveza de quem já sabe exatamente aonde quer chegar.
Marcilene Dumont
Nenhuma fronteira me limita, porque já aprendi a derrubar os muros que eu mesma levantei dentro de mim.
Marcilene Dumont
Cravemos os dentes
na carne um do outro,
em busca do sangue
de um amor já morto.
A fatalidade do acaso
fez do instinto o desejo
e a sobrevivência do querer:
sangrar para existir.
Cravemos os dentes
na boca um do outro,
em busca da saliva
de um beijo roto.
Ao meu cardiologista,
Com esse 'Bjo' que me mandaste,
Meu dia já ganhou mais cor.
Um doce afeto que me deixaste,
Com gosto de quero mais amor.
Que esta tarde, em ti eu esteja,
Até que o próximo beijo aconteça.
(Raquel)
No primeiro dia tudo estava organizado pra te receber
No segundo dia já não se destinguia os tipos de roupa
E no terceiro você fez as malas e levou tudo, menos a bagunça que você deixou.
Não preciso me explicar para quem já construiu sua própria versão sobre mim. Se isso te traz razão, que fique contigo; eu fico com minha paz.
A minha voz vem carregada de tudo o que já vivi — das quedas, das decepções, dos recomeços. Cada palavra que sai de mim tem cicatriz, tem amor, tem cura. Eu não falo pra ferir, falo pra curar o que um dia ficou preso dentro do peito.”
Anna bingre
Cada individualidade já é um universo a interpretações e ponderações, daí a cautela leveza do julgamento temerário.
“Conquanto protocolarmente Pedro Álvares Cabral tenha chegado ao Brasil em 1500, o território já era habitado por povos indígenas, e há registros e indícios de que outros navegadores, como Vicente Yáñez Pinzón e Pedro Álvares Duarte, possam ter alcançado suas costas antes dele; além disso, mulheres indígenas foram abusadas durante a colonização, tornando o termo ‘hermético’.
O que sentes hoje vai-se tornar um ontem, e o ontem pode tornar-se um presente.
Já o futuro é praticar o ontem para acontecer.
Daí, pensa comigo: hoje estás mal porque aconteceu um “x”; amanhã vais estar bem e esquecer o “x”.
Mas esse “x” já é um problema que vem do passado — ou criar-se-á no futuro com isso.
O que eu quero dizer é: foca-te no presente e pensa que tudo o que passaste está escrito.
Todas as batalhas são escritas, e um dia vais rir do que já passaste.
Porque o problema do ser humano é o medo — o medo controla a nossa mente.
E o medo de errar, ou o medo de combater, é o que nos enfraquece.
Daí te digo: todos temos um propósito nesta vida.
©Apollex827Oficial
Já se perguntou o quanto é ruim viver na solidão.
Por muitas das vezes eu fico pensando, o porque disso tudo mas se você parar para analisar a solidão não é tão ruim assim.
Temos que viver sendo na solidão ou não
Tudo é questão de fases uma hora essa passa
