Mensagem para Noivos

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⁠Quando você sair
em busca do amor,
desejo que ele
permita ser
encontrado,
e quando ele
te encontrar
que você
se permita
da mesma forma,
porque quando
um for encontrar
o outro não se sabe
exatamente a data,
e muito menos a hora.

⁠Um beija-flor passou
na janela,
Foi você que desejou
um bom dia,
Mistério de amor
que chegou
para me fazer sacodida.

"Pois o Senhor é bom, e o seu amor leal dura para sempre; a sua fidelidade permanece por todas as gerações".




Salmos 100:5

Uma Bofetada de Amor.


Não espero curtidas ou coraçãozinhos...


Porque ninguém aplaude quando leva uma bofetada, quando é ferido...


E é exatamente isso que quero...


Mexer onde ninguém toca. Onde você resolveu se esconder, fugir daquilo que te faz sangrar, do que te faz sentir, do que você realmente é.


Aquele lugar que o mundo não conhece e que você tenta esquecer...


Não espero curtidas. Quero que, ao terminar de ler, você saia do texto sem palavras, sem movimentos, em choque, porque uma luz vermelha de emergência se acendeu dentro de você e agora está tentando entender onde foi parar e por quê.


E isso leva tempo, porque o próprio corpo entra na defensiva, tentando se proteger da cura, com medo do desconhecido.


Mas não tenho pressa. Eu espero.


Esse é o preço do amor...


E é em nome dele que não quero ver ninguém sofrer, afogando-se nas próprias máscaras, escondido dentro de um véu de ilusões.

O amor-próprio sem amor ao próximo pode se tornar narcisismo.
O amor ao próximo sem amor-próprio pode se tornar anulação.
O amor maduro equilibra ambos.

Quem ama verdadeiramente não precisa escolher entre amar o próximo ou amar a si mesmo. O amor autêntico transborda em ambas as direções.

Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.

Há pais que passam a vida inteira chamando de amor aquilo que, na verdade, é a mais refinada forma de sabotagem. Blindam os filhos contra a dor, contra a disciplina, contra o “não”, contra as consequências… e depois se espantam ao descobrir que criaram adultos incapazes de enfrentar a própria existência. Quem elimina todos os obstáculos do caminho do filho não facilita a caminhada; elimina o caminhante. No lugar de consciência, instala dependência. No lugar de caráter, conveniência. No lugar de responsabilidade, vitimismo. E, quando os pais já não conseguem sustentar o peso que criaram, a vida apresenta uma conta que nem dinheiro, nem patrimônio, nem herança conseguem pagar. Porque a pior pobreza não é faltar recursos; é faltar estrutura para existir sem alguém que continue sustentando aquilo que a educação nunca construiu.

Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.

A vida nunca premiou os amaDORES que confundiram amor com superproteção, nem os poupaDORES que sequestraram dos filhos o direito de enfrentar a realidade. A vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES. Porque quem poupa um filho da dor não o livra do sofrimento; apenas adia o encontro com ele, tornando-o maior, mais caro e, muitas vezes, irreversível. Pais que retiram cada pedra do caminho acabam retirando dos próprios filhos a capacidade de caminhar. No afã de evitar lágrimas, fabricam fraquezas. No medo de decepcionar, educam para a dependência. No excesso de ajuda, condenam à escassez de caráter. O amor que não disciplina deixa de formar e passa a deformar. E a pior deformidade não é a do corpo, mas a de uma consciência que acredita que viver é encontrar alguém disposto a carregá-la para sempre.

Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.

Vamos repensar?

Erich Fromm — “O amor é uma arte.”

“Uma sociedade que ensina a consumir tudo desaprende a cultivar algo. O amor deixou de ser uma construção diária e passou a ser uma expectativa imediata.”

Carlos Eduardo Balcarse

NEM TODO AMOR SABE AMAR

Amar alguém não significa, necessariamente, saber construir uma relação saudável com essa pessoa.

O sentimento pode existir ao lado da imaturidade, do ciúme, da dificuldade de comunicação e de comportamentos que provocam sofrimento.

Por isso, não basta perguntar se existe amor. Também precisamos observar como esse amor se manifesta.

O amor declarado não substitui o respeito demonstrado.

Uma relação exige mais do que intensidade emocional. Exige responsabilidade, limites, diálogo e disposição para reconhecer erros.

Sentir muito não justifica ferir repetidamente.

E permanecer junto não é, por si só, prova de que uma relação esteja fazendo bem.

O amor não deveria servir de desculpa para aquilo que destrói a própria possibilidade de amar.

Carlos Eduardo Balcarse
31 de outubro de 2026
ORCID: https://orcid.org/0009-0005-3484-6914

"O amor de Jesus não é demonstrado com teorias ou acusações, mas no ato simples do humilde que trabalha, ajuda o próximo, compra, vende e espalha a bondade no seu cotidiano."

"O verdadeiro amor de Jesus incomoda tanto os perversos que eles precisaram inventar uma 'falsa bondade' baseada na rebeldia, onde o erro é permitido e a honestidade é proibida."

"Eles chamam a rebeldia egoísta de 'amor ao próximo', mas sentem o mais profundo ódio de quem vive a bondade genuína, porque a retidão de um filho de Deus expõe a podridão de suas próprias almas."

"O amor que eles pregam é uma farsa construída sobre a rebeldia e o egoísmo; ele só acolhe quem erra, mas tem pavor e ódio de quem escolhe andar na verdade e na justiça de Deus."

"O amor que essa geração proclama não passa de rebeldia disfarçada de empatia; um sentimento frágil que acolhe o pecado, mas cospe e tem ódio mortal de quem busca a verdade de Deus."

Se olharem com amor verão que somos jovens buscando pelas coisas certas, talvez, nos lugares errados!

Tenho dores de cabeça por saber usala-la, tenho enfermes por agir são, sou mau amado por dar amor. Mesmo assim me odeias sem refrão.