Mensagem para Noivos
"O amor de verdade não precisa de variações constantes. Só de coerência, aquela que ninguém vê, mas sustenta tudo."
Cada vez mais me convenço de que não é por falta de amor, e sim de que as pessoas tem medo de amar, de viver algo, algo que as tirem do lugar comum.
Algo que possa mexer dentro, já que está tudo arrumadinho, "já sofreu tanto por amor".
Diante disso, vive reprimindo o que senti o sentir. O amor morre sufocado em um peito que dia, após dia, pratica um esvaziamento, até murchar e morrer de solidão.
A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoções, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, ações, energias etc...
Porém, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessário programar a consciência universal para poder viver e conviver, é sobre isso.
Se for criada com ou sem boa cultura, terá certeza que a vida é isso.
Como se a cultura diária escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.
O amor até poderá ser escolha na ação, mas antes internamente vem da intenção — é um sentimento que vem a ser sorte.
"Quando brincamos, nossos corações se encontram,
E o amor que sentimos, não se esconde mais.
Seu coração lindo, lateja em meus braços,
E o meu, dispara de alegria, sem parar.
Em seus braços, eu me sinto em casa,
Onde o amor é o lar, e a felicidade é a norma.
Seu sorriso é o meu refúgio,
E o seu toque, é o meu paraíso.
Quando você deita em meus braços,
Meu coração se enche de emoção.
É como se o tempo parasse,
E tudo o que importa, é a nossa conexão.
Você é o meu tudo, meu amor,
Sempre que brincamos, eu sinto,
Que o nosso amor, é verdadeiro."
O amor perfeito complementa a saúde conjugal e rola tudo normalmente, atendendo as necessidades da vida a dois.
Demonstre amor, paciência, coragem e sabedoria para com os que tropeçaram nos sermões até que voltem oportunamente preparados para falar de novo com uma nova visão da realidade espiritual.
Ilusão não é amor, é dor.
Quando a distância nos separa, meu corpo arde de febre — é a estranha doença chamada saudade.
Mal sem cura, tristeza sem origem, desânimo que tira o sentido à vida. Pesar na alma, angústia no olhar, corpo mole, sem forças para andar.
Coisas que não consigo explicar, sentimentos confusos dentro de mim.
Só peço uma única coia: não me julgue por esse estado que me cerca. Abro mão de você completamente_ Vá em paz, mas não volte quando a cicatriz fechar sobre essa ferida. Pois não quero que a dor volte a me encontrar; ninguém merece mergulhar tão fundo na dor pelo nome de amor.
Então vá... para sempre.
Autora Mirian Maria Julia
"Na panela não se cozinha apenas alimento — ali ferve o silêncio, o amor e o tempero invisível de quem transforma sonho em sabor."
“O amor moderno é um jogo silencioso: quem sente primeiro sangra, quem sente por último perde — e ninguém avisa quando o fim começa.”
“Hoje o amor dura enquanto distrai; quando a atenção acaba, alguém vai embora — e o outro só descobre que ficou sozinho quando o silêncio pesa mais que a saudade.”
“No amor moderno, o perigo não é perder alguém — é perceber, tarde demais, que quem dizia sentir tudo por você nunca sentiu nada por ninguém.”
O amor maduro não é fusão — é consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se é; percebe fragmentos, projeta o resto, constrói uma versão que nunca é idêntica ao sujeito que supõe conhecer. A transferência, no sentido clínico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguém que também é nosso construto. Permanecer não é ingenuidade — é a escolha de sustentar o vínculo mesmo sob a inevitável distorção perceptiva. Porque o amor não é ser plenamente compreendido: é consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.
O amor-próprio genuíno não tem estrutura narcísica — tem estrutura de luto. É o processo árduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representações de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. Não se trata de buscar perfeição, que é formação reativa; trata-se de integração — recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportá-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clínica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidão de olhar para o próprio interior com verdade e, mesmo assim, não fugir — não por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se é, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.
A beleza está na aparência, e o amor está na essência. A aparência está na visão, e o amor está no coração.
O amor nem sempre é, ou se resume ao, aspecto físico. Amar é estar presente, permanecer mesmo sem benefícios e ser quem fica para comemorar os seus sucessos.
Não acredito muito nesse negócio de "amor em segredo". Como as pessoas conseguem esconder um sentimento desse porte?
