Mensagem para Irmã
Quando o amor se aloja num coração carente e ganha espaço, logo ele enfeitaa alma e alegra os olhares entristecidos pelas atrocidades ou vivências cotidianas que o amarguraram
do decorrer da vida...
Para o amor verdadeiro ser demonstrado não precisa de beleza física, pois o que realmente soma neste processo é o sentimento verdadeiro e a cumplicidade entre ambos.
Em Ti, encontro o caminho da vida,
Teus passos guiam-me com amor divino,
Em Tua presença, alegria redobrada,
Contigo, desfruto o prazer genuíno.
Tu me mostras os caminhos a seguir,
Com sabedoria e ternura infinita.
Em Tua luz, encontro o verdadeiro existir,
E na Tua paz, minha alma se agita.
A cada passo, Tua mão me conduz,
Alegria transbordante em cada momento.
E na Tua presença, meu ser se traduz,
Em uma comunhão que ultrapassa o tempo.
És o refúgio seguro em meio às provas,
O prazer de viver contigo é eterno,
Na Tua graça, minha alma se renova,
E contigo, vivo para sempre, sublimado e pleno.
Há tempos atrás, o Senhor me falou,
Com amor eterno, Seu coração tocou,
Em Sua bondade, fui atraído e cativado,
Por Seu infinito amor, fui resgatado.
Seus olhos compassivos me encontraram,
Sua voz suave, ao meu coração sussurraram,
Com ternura divina, me acolheu em Seu abraço,
Com amor eterno, me envolveu em Seu laço.
Nas sombras da vida, Ele se manifestou,
Sua luz radiante, meu caminho iluminou,
Com cuidado e zelo, me protegeu e guardou,
Por Seu amor eterno, fui transformado.
Nada pode separar-me desse amor sublime,
Pois com benignidade, Ele me atraiu,
Seu amor é a força que em mim se exprime,
Eternamente, em Seus braços, eu flui.
Oh, amor eterno que me envolve e consola,
Pela vida inteira, em Ti me acolho e me rendo,
Em Teu amor, minha alma se renova,
Pois com amor eterno, Tu me tens envolto.
No jogo do amor, sempre me decepciono,
Cada vez que tento, meu coração se quebra,
Promessas vazias, ilusões que desmoronam,
Em busca de afeto, mas o amor me foge e se evapora.
Eu me entrego profundamente, sem reservas,
Acreditando que finalmente encontrei o certo,
Mas o destino cruel ri das minhas curvas,
E tudo o que resta é um coração deserto.
As lágrimas que derramei, as noites sem dormir,
São testemunhas silenciosas da minha jornada,
Em busca de um amor que nunca vai me ferir.
Mas apesar das cicatrizes que o amor deixou em mim,
Continuo a buscar, esperando que um dia possa encontrar,
Um amor verdadeiro, que me faça finalmente sorrir.
O amor, tormenta que machuca e fere,
Entrelaça dois destinos, intensos a sofrer.
Vidas unidas, conexão tão profunda,
Mas a vida, às vezes, é uma dança moribunda.
Dois seres distintos, emoção e razão,
Fogo que queima, ardente paixão.
Diferença de idade, de personalidade,
O amor, paradoxo, na sua dualidade.
Emotivo, entrega-se, pele sensível a queimar,
Racional, hesita, o coração a pulsar.
A vida, mestra cruel, põe à prova a união,
E o amor, como fogo, queima sem perdão.
Caminhos entrelaçados, mas distantes demais,
O coração chora, nas sombras, incapaz.
O amor é fogo, que arde e consome,
Em seu calor, cicatrizes que o tempo some.
Num conto de amor, jovem coração,
De vinte e quatro anos, apaixonado então.
Por um mais velho, encontro proibido,
A chama arde, mas destino dividido.
Entre eles, carinho floresce e se expande,
Mas a barreira do tempo, um desafio grande.
Medo de machucar, sombras no caminho,
Dois corações, sinceros, mas perdidos no destino.
O menino sonha, suspira, confunde-se,
No afeto proibido, o coração aquece.
O mais velho, cauteloso, receoso de causar dor,
Ambos se gostam, mas temem o dissabor.
Num dilema de amor, seus olhos se encontram,
Palavras não ditas, sentimentos que abraçam.
O tempo, implacável, sussurra despedidas,
Mas o amor persiste, nas entrelinhas da vida.
Na história que escrevem, capítulos incertos,
Dois corações entrelaçados, sonhos despertos.
A idade é apenas um número a desafiar,
O amor verdadeiro, sempre a transcender.
Que o destino sorria, que o tempo conceda,
A esses corações apaixonados, uma jornada bela.
Na tessitura do afeto, que encontrem o abrigo,
Do amor que floresce, além do proibido.
No fio da vida, entre amor e guerra,
Caminhos divergentes, escolhas na terra.
Doce melodia ou batalha feroz,
Entre o abraço do amor e o grito da voz.
O coração dividido, entre dois destinos,
Na encruzilhada, entre espinhos e hinos.
O amor, uma chama que arde e consome,
A guerra, um vendaval que tudo consome.
Entre os braços do amor, sereno abrigo,
Ou os clamores da guerra, frio perigo.
Escolhas que moldam nosso caminhar,
Entre o acalento do amor e o fúria do lutar.
Na dança da vida, entre o doce e o amargo,
O amor e a guerra, em seu eterno embargo.
Entre lágrimas de dor e sorrisos de prazer,
A única escolha: qual deles irá vencer?
Fragmentos de Amor
Em versos quebrados, um adeus amargo,
Um coração partido em mil pedaços.
O amor que um dia floresceu tão farto,
Agora se desfaz em tantos laços.
Divergimos em sonhos, em ideais,
Caminhos distintos, rumos opostos.
A dor da despedida nos corrói os ais,
E a saudade nos invade, insistente e colosso.
Queria te ter para sempre, assim, ao meu lado,
Mas o destino traçou um outro desenrolar.
A razão, fria, nos afastou, pesado,
Deixando em nós uma ferida a sangrar.
Em cada canto, um eco da tua voz,
Em cada olhar, um reflexo do teu ser.
A vida segue, mas a alma não se acomoda,
E a saudade, insistente, não quer se perder.
Que a vida te leve para onde sonhas,
Que a felicidade te encontre, a todo instante.
Mas saiba, meu amor, que em meu coração,
Tuas lembranças guardarei, pulsante.
O verdadeiro amor não reside na simplicidade dos momentos felizes, em que os sorrisos são fáceis e as demonstrações de afeto se manifestam em presentes e gestos planejados, mas sim nos dias sombrios, quando o peso da tristeza e do cansaço obscurece o brilho no olhar da pessoa amada. Amar verdadeiramente é se manter firme ao lado, mesmo quando o riso se esvai, quando a dor toma o lugar da leveza, e o cuidado não é mais um presente ocasional, mas uma necessidade constante. É nesses momentos, quando o coração está vulnerável e a alma pede abrigo, que o amor genuíno se revela: na paciência, na presença silenciosa, na mão estendida sem hesitação, demonstrando que amar não é apenas um ato, mas uma escolha, uma entrega contínua de si mesmo ao outro, principalmente nos dias em que a vida se torna mais difícil e o fardo é pesado demais para carregar sozinho.
O amor não se anuncia com palavras grandiosas nem se prende a gestos extravagantes. Ele se esconde nos detalhes, na forma como alguém ajusta o cobertor à noite, no silêncio que respeita a dor do outro, no olhar que percebe o que ninguém mais nota.
Está no café preparado sem pedir, no jeito de lembrar pequenas coisas que pareciam esquecidas, no toque leve que acalma sem precisar explicar.
Ele não exige reconhecimento nem faz alarde.
Vive nos momentos que passam despercebidos, nos sacrifícios silenciosos, na paciência de esperar sem pressa.
O amor verdadeiro não precisa ser gritado para ser real.
Ele existe onde há cuidado, presença e verdade—nos detalhes que muitos ignoram, mas que fazem toda a diferença.
O que é o amor?
Não é um sentimento que a gente dar de presente, pra quem amamos. E que nos faz tão felizes. Tanto quanto, quem o recebe?
Marcos Kennedy
Eu estou banindo, qualquer vestígio de solidão em meus caminhos e atraindo um amor verdadeiro, que todo sentindo de tristeza por estar só seja banindo para as profundezas do oceano e eu possa atrair um amor puro e verdadeiro com Lealdade, Sinceridade, Fidelidade. Que o brilho das estrelas ilumine meu desejo e canalizo a energia benevolente de Aphrodite para que eu possa ser feliz no amor, sou um ser merecedor de toda felicidade que possa ter no universo. Assim é manifesto esta energia no agora.
Amar…
espero, enfim, poder amar
aquele amor que seja meu refúgio,
como os contos sussurrados
nos lábios dos meus avós.
Que me abrace
como o calor suave do entardecer,
onde cada toque se transforma
num verso silencioso
e cada olhar, numa promessa eterna.
Que eu me perca e me encontre
em cada gesto seu,
mergulhando nas profundezas
do tempo, da memória,
num instante onde o mundo se desfaz
e só restamos nós
entre sonho e realidade.
Aquele amor
que não se mede em palavras,
mas se sente na respiração
compartilhada de um silêncio
repleto de desejo e paz,
onde me entrego por completo
e meu ser se guia
na dança sutil da paixão.
Ah, aquele amor…
um amor que é vida,
um amor que é nós.
O amor de verdade não tem pressa.
Ele não corre — ele sente.
É no toque demorado, no olhar que fala, no silêncio que arrepia...
É quando o corpo vira abrigo e o tempo para sem aviso.
O universo, com sua sabedoria infinita, sempre nos devolve o que entregamos, seja em gestos de amor ou em sombras que projetamos.
É melhor a paz, doque a guerra.
Melhor dizendo: Bemmelhor.
Combater ódio, com amor.
A derrota, do ódio.
O amor, permanece eternamente.
A plantação, e a colheita:
Primeiro, aparece o amor;
logo depois, o silêncio.
Primeiro, aparece o ódio;
logo depois, o barulho.
O que, você quer?
Quero sofrer, para fazer o bem.
E não praticar o mau, e sofrer.
Um dos defeitos, do diabo:
O egoísmo.
Uma das qualidades, de Deus:
A generosidade.
O amor,
é melhor do que o ódio.
