Mensagem para Alguém Especial
"Eu não tenho talento, só amor.
Não sou poeta, escritor.
Nem músico, trovador.
Só tenho saudades e dor.
Tenho sonhos de contigo e, no pesadelo da sua ausência, horror.
Eu não tenho talento, amor.
Tenho só um coração que bate por ti e, se tivesse um outro e mais um, bateriam por você até quando o universo se for.
Eu não tenho talento, só amor.
Tento ser o que sou por ti, meu amor: a lágrima que lhe banha o rosto; sou de sua face, quando tímida, o rubor.
Sou marinheiro sem porto, sem mar, Arpoador.
Para cada noite fria, para cada tormenta em sua cercania, lhe serei abrigo, lhe serei calor.
Para a sua infelicidade, quando o âmago do seu ser for gris, eu serei cor.
De tudo o que há no mundo, só posso te oferecer amor.
Perdão, minha religião: hei de abster-me, cessarei meu clamor.
Tentando afastar minhas agruras, louca paixão, minha eterna labuta, percebi algo que me causara torpor.
Escrevendo e relendo, jogado ao relento, sofrendo com o vento, percebi que: eu não tenho sequer um único talento, só amor..."
Tronco de Solidariedade
Da pedra bruta ao bloco bem talhado,
Erguemos templos de amor, de lei e de verdade.
Mas no mais puro rito, no ato alado,
Nasce a essência: o Tronco da Solidariedade.
Não é só o metal, o que se deposita,
É um gesto mudo, de alma rara
Na mão que acredita,
Uma estendida e a outra ampara.
O tronco que gira, na penumbra branda,
Não busca aplausos, nem vaidade vã,
Mas o sustento a quem mais demanda,
O alívio a quem geme, ao cair da manhã.
É a viúva em luto,
O órfão sem norte,
O irmão que tropeça,
O fardo que oprime
Neste ato que se espressa
É a chance de vida, de sorte, em sorte,
O preceito que a cada um exprime.
Que a mão que recebe, ao abrir o obstáculo,
Não veja só o ouro, a moeda que cai,
No ato que faz sem báculo,
Do amor que une, que nunca retrai.
Mundo Da Hipocrisia
Hoje já não se trata de amor, hoje é sobre quem paga mais.
É galhofeiro como a sociedade metamorfoseou o amor verdadeiro à um negócio para contrair bens de valia.
Hoje, já não se trata mais de dignidade, hoje os corpos são vendidos publicamente e cada uma atribui um preço ao seu corpo como se fosse um simples produto de compra e venda.
CONTINUA…
O ódio pode até acumular números na conta, mas só o amor no peito e o caráter intocável transformam a riqueza material na verdadeira glória de viver.
Uma visão de grandeza inspirada no amor e na humildade pode ser atacada pelos cegos de espírito, mas jamais deixará de brilhar para quem busca a evolução.
O mal se dissolve diante da Riqueza Infinita, pois a abundância guiada por Deus e pelo amor transforma qualquer tentativa de ataque em combustível para crescer ainda mais.
Vencer o mal com a Visão Trilionária é mostrar que o amor, a generosidade e a prosperidade extrema são a resposta mais poderosa contra qualquer escuridão.
O nosso amor não foi feito para pressas. Ele foi construído no silêncio dos nossos abraços, na calmaria das conversas de fim de tarde e na certeza de que a vida fica mais leve com você.
DeBrunoParaCarla
Ter trilhões na conta é um meio para realizar grandes obras, mas ter amor no peito é a única coisa que torna o ser humano verdadeiramente gigante.
Construir um império de trilhões com amor, humildade e respeito transforma o mundo; edificar fortunas com ódio e arrogância cria apenas castelos de areia sobre a própria miséria moral.
Amar não é fraqueza, e demonstrar não é falta de amor próprio. Para Deus o amor é a essência de quem Ele é, e o maior mandamento para nós.
Quem ama, e sabe demonstrar o amor, com ctz está mais próximo do Pai.
Não se envergonhe de amar é o que Deus espera de nós.
Bilhões sem amor são apenas papel e números frios; já uma alma pura, guiada pelo respeito, possui uma riqueza que valor algum consegue comprar.
Mais vale subir cada degrau da vida com honestidade e amor no peito do que alcançar o topo pisando em quem é de bem ou se aliando a quem vive de aparências.
Palavras positivas sobre dinheiro são como sementes de ouro. Quanto mais você fala com amor e gratidão, mais riqueza cresce na sua vida.
O amor ao próximo foi sufocado pelo egoísmo de uma humanidade doente, que prefere pisar em quem estende a mão a reconhecer o valor do afeto.
O amor ao próximo virou uma lembrança distante, um eco sufocado pela ganância de uma sociedade que só sabe destruir quem tenta salvar.
Choro não pela violência do mundo, mas por ver que o amor ao próximo foi esquecido em um canto, coberto pelo poeira do egoísmo e da crueldade.
Destruíram a ponte do amor ao próximo e agora todos olham para o abismo, sem perceber que estão caindo sozinhos.
