Mensagem para Alguém Especial
"Enquanto você não entender que o processo é lento, sofrerá mais rápido na espera do resultado."
A.m
"A presença do Espírito Santo nos torna sensíveis aquilo que os nossos olhos não podem enxergar."
A.m
Pouco a pouco ...
Você entrou na minha vida em meio ao desinteresse, eu nunca desejei, eu nunca Te desejei, não pedi, me perdi ....
Pouco a pouco ...
Você conquistou meu coração e me vi perdida em uma paixão, uma combustão que me tirou o chão ...
Pouco a pouco ...
Eu vi a chama se esvair do seu olhar, quando não mais aqui queria estar, eu não posso pedir pra você ficar ....
Pouco a pouco ....
Vou ter que ver você partir, de onde eu não pedi pra morar, onde eu não queria deixar entrar ...
Pouco a pouco ...
Vou desistindo de nós, porque a dor tá grande demais pra me agarrar a possibilidade de você um dia voltar ....
Pouco a pouco vou te deixando ...
Ainda prefiro acreditar no que ouço ao invés do que vejo
Pois foi mais fácil ouvir você mentindo dizendo que me amava
Ao invés de ver você acabando com meu amor
Uma lágrima.
Uma lágrima tão pequenina e, ainda assim,
capaz de representar tanto. Uma lágrima.
Nela pode estar contida a lembrança de um amor passado,
a tristeza de uma paixão rompida,
a felicidade de um momento eterno
, ou a alegria de um novo amor.
Uma simples gotinha de água salgada,
muitas vezes esquecida,
que brota do olhar de uma pessoa amada
e desliza docemente sobre um lindo rosto.
Uma gota que, ao chegar à boca, mistura-se com a doce saliva e,
daí, pode ser compartilhada com alguém muito especial.
Ou uma gota que, ao chegar ao queixo, por tanta tristeza
, salta para o chão, misturando-se ao pó e desaparecendo,
aliviando assim a dor de um coração desiludido.
Quanto mistério há em uma simples gota d'água salgada.
Uma gota que pode representar felicidade.
Uma gota que pode representar tristeza.
Uma gota que pode simplesmente ser... uma lágrima.
Ser
Não sou
Queria ser
Queria ser mas não sou
Não sou, eu sei
Mas não sei se sou
Você quem sabe
Talvez eu seja
Não sou
Tento ser, mas não posso
Quero ser, continuo não sendo
Mas não sou
Seria bom se fosse
Seria bom ser
Seria bom se fosse
Mas não sou
Quero ser, continuo não sendo
Tento ser, mas não posso
Não sou
Talvez eu seja
Você quem sabe
Mas não sei se sou
Não sou, eu sei
Queria ser mas não sou
Queria ser
Não sou
Como uma manteiga posta suavemente em uma frigideira que há tempo já estava quente, esperando-a.
Desliza escorregando da colher bem devagar e quase não se soltando. Até que se desprende da colher se despreguiçando.
E em uma perfeita transição da colher para a frigideira, toca seus pés na superfície dura e quente e se derrama alongando, se deitando, derretendo-se toda a molhar a frigideira por todos os lados.
Consegue ouvir o som da cena? O chiado da manteiga, se assentando a frigideira e escorregando devagar, é uma sinfonia de gemidos.
Um prazer mordiscado.
"Talvez nos encontremos novamente, mas será como olhar para um espelho quebrado. Os pedaços refletirão fragmentos de quem fomos, mas a imagem completa nunca mais será a mesma. O tempo nos transforma, nos molda e nos reescreve. E embora possamos encontrar novamente os mesmos caminhos, nunca mais seremos os mesmos."
Amamo-nos, separamo-nos,
qual animais indomáveis,
retornamos, nos vemos, nos perdemos
e, ainda assim, teu olhar não alcança
que este amor é mais fatal
que tuas trincheiras frias,
mais cortante
que o fio da tua espada de aço.
Teu afeto inconstante
é projétil perdido
cravado em meu âmago.
Nesta contenda de carícias,
não há heróis, nem há vitória certa.
Somos náufragos da paixão,
onde ambos se entregam,
mas a paz se mantém distante.
Ó, como és controversa,
tuas juras são espectros,
teus beijos, ardilosos.
O amor que se impunha evitar
tornou-se um campo minado,
e, paradoxalmente, enraizado.
Você é aquela luz suave que ilumina sem ofuscar, que aquece sem queimar; é beleza que se sente, não só de olhar.
Me pego rindo sozinho
Porque tô lembrando de você
É que o teu jeito me atravessa
E tudo em mim começa a aquecer
Se deixar, eu vou mais fundo
Desvendo os teus segredos,
um por um
Sem pressa,
sem pressão
Só com o compasso do meu coração
Eu te vejo até de olhos fechados
E te sinto sem nem precisar tocar
É que tem coisa que vem do astral
E você é meu ponto vital
CONCHA
Sinto que o teu sorriso para comigo, difere; que o teu olhar se expande no infinito das cores, que você me instiga além do que se faz visível aos nossos olhos.
Não é nada que vemos, é algo que sentimos. Mesmo que tentemos esconder, mesmo que o mundo não saiba disso, mesmo que você ame a outro alguém.
Como poeira na imensidão desse universo, somos grãos da mesma praia. Juntos sofremos; mas quem sabe não seremos, a areia do oceano que se transformou em pérola.
Quando tu me aparecestes eu não tinha nem um coração partido para oferecer-te. Agora tenho um mar de corações para dividir com você, que me fez ressurgir ao amanhecer.
O frio na barriga é a resposta ou o questionamento? Espero que seja a resposta, pois o respirar depois do sentir é o alívio que eu sempre buscara.
Era um dia comum, todos na repartição estavam a trabalhar
O vi na sala de trabalho com um olhar de menino
Tentei disfarçar, mas acabei sorrindo
O sorriso teve consequências, pois tal ato o fez me olhar
E com a troca de sorrisos, começamos em silêncio, a nos amar.
Havia um problema, e esse era familiar
Esposa e filhos ele tinha para cuidar
Começamos então um romance escondido
E em relação a nós dois, não fazíamos nada fingido.
O amor era puro e verdadeiro, eu nunca havia sentido algo assim
Ele dizia que me amava e eu correspondia com um sim
Fizemos planos de um dia viajar e uma nova família esperar
E a Cuba Iriamos para por lá militar.
O dia triste chegou, como o dia comum que iniciou
Esposa e filhos ele decidiu priorizar
O entendi, pois ele tinha a verdadeira essência de amar e cuidar
Meu coração se despedaçou e quase não curou
Mas eu resolvi levantar e sorridente voltei a ficar.
O coração acelerava, as carnes tremiam, a respiração ficava ofegante, os olhos esbugalhavam-se e a vontade de gritar era tremenda. Qual sentimento causava tamanhas sensações? Era amor ou ódio? Não sei, mas sei que senti.
