Mensagem Linda
Eu quero mais é sentar numa bela praça no final de um agosto e olhar para tudo aquilo que passou e dar muitas risadas.
O poeta é guiado pela imaginação
Nos presenteia com escritos cheios de inspiração
Como é bela a alma de um poeta...
Artista que abre sua vida
sem medo do que o mundo vai pensar
sua intenção é apenas de agradar
Como é bela a alma de um poeta...
Num momento de idealismo
transforma sua vida em escritos
nos mostrando seu lado criativo
Fazendo-nos entorpecer de amor
Como é bela a alma de um poeta...
sua poesia é um dom
e também um presente do artista
para encantar a vida da gente
e muitas vezes mostrar
sua alma transparente
Como é bela a alma do poeta...
conta a sua vida
em versos e prosas
como é bela a alma translúcida do poeta.
Bela tarde de outono eu aqui tentando achar inspiração nas palavras... pois não a nada mais lindo que uma frase vinda do coração e sentida na alma...
“Tua beleza me Salvará”
Para almejar a beleza flor, tão bela e frágil,
Um coração se perdeu em desalento.
Em lágrimas de orvalho, a alma se afogou,
Mas na esperança, reencontrou alento.
Isaac Ordous
"Vivemos em uma tapeçaria do cosmos incrivelmente bela, governada por leis e harmonias universais, das quais nós mesmos surgimos e às quais estamos intimamente ligados."
Se a decência fosse propalada como a indecência é aplaudida, a harmonia social seria bela, respeitada e bendita...
Misericórdia é a mais bela concessão divina para nossas incúrias e defecções de uns para com os outros...
Numa bela manhã, alguém chegou e disse: Quando ocorrer uma declaração de guerra, pergunta se os políticos vão colocar os filhos deles na linha de frente.
A alma de quem aprecia se entristece quando assiste a flor mais bela do jardim sendo tomada e não regada, sendo tomada e não priorizada, enquanto quem sempre cuidou a observa de longe sendo iludida em troca de gotas de água dentro de uma estufa, quando se tinha toda chuva do céu próxima a ela...
O meu amor é verde!
Uma bela flor em negro vaso...
É em todas as cores ver só uma;
É ser salvo, por quem nos afunda;
É o tanto, que sabe a tão pouco;
É o demónio em paz e o anjo louco;
É a angustia em protesto;
É o doce ser amargo e indegesto;
É o perto que fica demorado;
É ser maquinista desgovernado;
É o riso tremido;
É gritar sem ser ouvido;
É não ter asas e voar;
É ver mas também é cegar;
É ficar tolo e ajoelhado,
Não saber o que é certo ou errado;
É o coração que fica refém
Da rosa que vai e do beijo que vem;
É por vontade ser acorrentado;
É ser verde e aprisionado
Ao universo que quer juntar,
Até quem já tinha deixado...
De acreditar!
Nesta calçada da prosa aqui digo,
Sentindo frio, sede e dor constante,
Que verde é o meu castigo...
E é por tudo isto que doravante,
No meu universo profano,
O meu amor é marciano...
Talvez verde e com antenas...
... como eu...
Nesta tarde bela, e perene,
escuto a música dos ventos
que entram pelas janelas
como vozes orvalhadas
Soneto à Estrela do Meu Coração.
Tu és a bela estrela, nas estradas do meu céu,
Brilhando com doçura, como um farol na bruma,
Teu riso, doce música, ecoa além do véu,
Nas noites tranquilas, onde a esperança é sonhos.
O sol se pondo, no porto do meu coração,
Tua luz se ofusca, mas nunca se esconde,
Ainda que a maré leve a nossa canção,
Teu amor, um farol que eternamente responde.
O vento alado das tardes dominicais,
Sussurra segredos entre as folhas verdejantes,
Teus passos na areia, lembranças imortais.
Caminham ao meu lado, em gestos tão constantes.
A sombra dos ipês, no verão tão distante,
Guarda a essência pura dos momentos de paz,
E mesmo nas tempestades, em dias tão errantes,
Teu amor, minha âncora, me guia e me traz.
Nos braços do tempo, em cada estação,
Teu ser é o abrigo, a minha inspiração.
Tu foste a bela estrela, nas estradas do meu céu,
O sol se pondo, no porto do meu coração,
O vento alado das tardes dominicais,
A sombra dos ipês, no verão tão distante.
Boa noite.
Tem gente que é tão bela, que teríamos que ter outras vidas, para podermos as apreciar por inteira...
(Zildo De Oliveira Barros)
Boa noite!
Já convivi com pessoas, que para mim, eternas seriam, as perdi numa manhã de uma madrugada fria, se foram com os nevoeiros que o bom sol espargia, achei que não suportava, que aos chãos me levariam, no hoje nem mesmo lembro, o tempo foi o remédio, e curou minhas feridas...
(Zildo de O. Barros)
Meu boa noite com meus rabiscos.
Mulher! Um sonho...
Chorei hoje uma saudade de um passado distante, com as lágrimas de sangue meus olhos então molharam! No tempo que não é meu, são tempos de outros passados! Uma vida que se perdeu num olhar que desviado, um sonho que já não sonhas! No tempo ficou largado, perdidos por entre a lua e um sol descompassado! Seu choro ainda eu escuto! Nos sonhos tão bem sonhados...
(Zildo de Oliveira Barros) 30/05/13
