Mensagem Espírita sobre o Tempo
É no passar do tempo que vida nos mostra quem são as pessoas de verdade que giram em torno de nós, seja nas situações difíceis que é bem comum, e até mesmo nos melhores momentos da vida.
... tão somente
na Sabedoria do Tempo
o mediador capaz de conceber
o mestre mais sábio e seu mais
dedicado aprendiz - ambos,
a propósito, habitando
nossa bem-apessoada
interioridade!
...o tempo
é nosso mais fiel aliado
e mentor permanente...
Embora, existam os que o
submetam a uma espécie
de inquietude sem
sentido!
Mas como um homem pode aprender, na luta contra seus vícios, uma quantia suficiente, se o tempo que ele dedica a aprender é apenas a sobra deixada por seus vícios?
E que por
desmedida coragem e
sensatez - sem mais perda
de tempo, que despertes
para a Verdade... E não,
desleixado, vezes sonolento,
sejas sacudido
por ela!
... nos garante
e enobrece não somente
o tempo, por nós,sensatamente consumido;mas, toda
consistência e sobriedade
despertaspor
ele!
... a Verdade
resume-se em dois advérbios
sobremodo enfáticos e ao mesmo
tempo perfeitamente simples:
o sim e o não - e tudo que não
obedeça tal conformidade
será mero falatórioou
vista grossa!
... e sem maisperda de tempo
devemos nos dedicaraos hálitose frescores
da mais idônea das culturas,ocasionando
mais vigorosos questionamentose ideias
capazes de oferecer ao nosso espírito doses
robustas de desembaraço e atrevimento,
estimulados pelo resguardo e limpidezpróprios
do autoconhecimento ora adquirido: esse
digamos 'arquético supremo' sempre
dispostoà confrontartão barulhentas
petulâncias e mandamentos
umbilicalmente humanos...
Nunca divinos!
... na Sabedoria do Tempo
nada simplesmente retornará
ou se repetirá; afinal, se assim fosse,
pouco ou nada ocasionaria um
mesmo impacto ou mesmo brilho!
Na verdade, o tempo nos depura,
renova, alicerça...
Prepara-nospara novas
e supreendentes
estórias!
"... sempre
que ensinares,
ensina ao mesmo tempo
sobre o valor e serventia da dúvida
que avançará muita além daquilo
que momentâneo
ensinas!"
_ José Ortega y Gasset.
... paraoespírito
o tempo não passa;o tempo
não para - o tempo, na verdade,
tudo sopesa, registra- aospoucos
permitindo que tudo avance, prospere!
Para o espírito, o tempoé seu
mais fiel aliado e mentor
permanente!
... diz a
filosofia cristã que caberáa
cada espírito o seu próprio tempo e
livre entendimento - um tempo equânime, prestadio, movido por sua livre intençãono trato e percepção de si mesmo - um tempo
em que mesmo a 'sabedoria do tempo'
ousaráultrapassar; ela, naverdade, unicamente agirá como sua mais
fiel aliada e mentora
permanente!
... o mais
constrangedor prejuízo
provocado pela pressa: é o tempo
que imprudentes desperdiçamos,
em virtude da sua escassa
eficiênciae magros
resultados!
... nos
assegura e enobrece
não somente o tempo por nós
sensatamente consumido - bem
como, por toda consistência e
sobriedade despertas
por ele!
Escrevo na esperança que esse tempo e o vindouro leiam:
A terra canta em raízes, rios e folhas que sussurram segredos antigos, onde cada árvore é um pulmão, cada flor, um verso esquecido no livro do vento. O sol tece ouro sobre a pele da humanidade, lembrando-nos: somos feitos do mesmo pó que nutre as sementes, a natureza não é cenário, é abraço que cura a fome de ar puro, a sede de silêncio.
Escrevo para lembrar que cada árvore plantada é uma carta ao futuro, cada gesto de cuidado, um poema invisível, e que o amanhã encontre flores onde hoje semeamos raízes.
A terra não é herança, é empréstimo, que saibamos devolvê-la inteira, cheia de histórias para contar. Que o futuro leia estas linhas como um mapa: nas veias do mundo corre o mesmo sangue que nos une. Protegê-la é escrever, com raízes e mãos, um amanhã onde a vida ainda respira.
"Prata que Ilumina: Raízes do Tempo"
Os cabelos brancos não são apenas marcas do passar dos anos, mas fios de prata tecidos pela vida. Cada um carrega histórias silenciosas: noites em claro, amores perdidos, triunfos discretos, feridas transformadas em cicatrizes luminosas. São mapas ancestrais que guiam os passos dos que ainda não sabem que a estrada é feita de quedas e recomeços.
Os mais jovens, ágeis na inquietude, devem aprender a ouvir o sussurro dessas crinas prateadas. Não é submissão, mas reverência à sabedoria que não se encontra em livros ou telas está nos gestos calmos, nas pausas entre as palavras, na coragem de sorrir mesmo quando o mundo pesa. Cada fio branco é um verso de um poema que ensina: a verdadeira força mora na resistência suave, como o rio que esculpe a rocha sem pressa.
Respeitar os mais velhos é honrar a própria origem. Eles são as raízes que sustentam as asas dos novos sonhos. Afinal, um dia, a prata também coroará os que hoje correm, e então entenderão: o tempo não apaga, ilumina.
No declive do tempo os anos correm...
E o tempo esmaga tudo...
Ai, ai de mim enquanto caminho...
São inúteis as palavras destes versos...
Nada entenderás...
Só quero o que me é devido...
Com licença, quero passar,
Tenho pressa de viver...
Não tenho tempo a perder...
Nesses dias que embranquecem meus cabelos…
Ferido de silêncio duro e violento...
Com um beijo me despeço...
Eu andava à sua procura quando ainda não existias...
Sinto...
Sem planejar nenhum destino...
Que é preciso partir...
Os nossos sonhos uniram-se
talvez muito tarde...
Anda a bruma a fazer-me medo...
Não há luar,
Não há estrelas...
Já não sei mais o quero...
Já não sei o que vejo...
Hoje, é que nada espero.
Para quê, esperar?
Sandro Paschoal Nogueira
No tempo dos segredos...
Todas as coisas eram possíveis...
Era no tempo em que os meus olhos...
Não tinham visto tantas coisas frias...
Antes das palavras gastas...
Antes de não termos já nada para dar...
O que chega, não fica...
Nem mesmo abre em nosso peito feridas...
Já não se passa absolutamente nada...
A rosa se descobriu a perder a cor...
Fechou os olhos e adormeceu...
E quando amanheceu veio o vento e a arrancou...
Ocultam-se as paixões...
Sob os véus da ilusão...
Tudo acaba como começa...
Sem guardar a lembrança de um amor...
Pobre e frio coração...
Ninguém te abriu...
Ninguém verteu lágrimas de puro afeto...
Ninguém lhe sorriu...
Refém das mágoas que a si mesmo causou...
As histórias são recontadas de tantas formas...
Tudo indefinido...
Destino...
Acaso...
Desejos...
Escolhas...
Talvez...
É bom às vezes sentir medo...
Raro ser compreendido...
À frente o desconhecido...
De tudo que se acreditou...
Onde o silêncio esconde pensamentos...
De tudo que já sonhou...
Sandro Paschoal Nogueira
Que lucrei, eu, Senhor com o tempo perdido?
Num e noutro despojo me achando o que a vaidade me propôs...
Nunca mostramos o que somos, senão quando entendemos que ninguém nos vê...
Mas se ninguém nos vê o que importa afinal ser ou parecer?
Escoar-se é um desperdício...
Assim como aprisionar o vento...
Pouco se ganha...
Tanto se perde...
Tantas coisas sem sentido...
Homem que sou...
Ó divina esperança onde estás que comigo brinca...
E não me convida à dança...
Tu que transforma os sombrios pedadelos em sonhos dourados...
Que nos inflige e nos obriga a levantar da cama...
Virgem de eterno devaneio...
Que hoje minhas mãos não alcançam...
A rotina é tão pesarosa...
As mesmas pessoas enfadonhas...
Dentro de mim, a noite escura e fria se anuncia...
Que me olhar não se perca...
Entre tantos outros que passam...
E farto de fadigas...
E de fragilidades tantas...
Que amanhã...
Em outro dia...
Então...
Eu floresça...
Sandro Paschoal Nogueira
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