Mensagem de Paz
Somos aquilo que amamos, sentimos e vibramos.
Vibre amor nas pequenas coisas e nas grandes se repetirá.
Pecados não confessados e abandonados geram consequências físicas, emocionais e espirituais. A confissão e o abandono trazem restauração da comunhão com Deus, paz e alegria interior.
Precisamos entregar todas as nossas preocupações a Deus, confiando que Ele cuidará de nós e nos guardará do medo, da ansiedade e de qualquer sentimento que nos afaste de Sua paz.
Já fui tolo em acreditar que viveria só de escuridão,
Mas acontece que eu estava pobre de coração.
Agora com o coração cheio acredito que para
A escuridão nunca mais irei voltar.
Um homem com o coração cheio se contenta
Com a vida e com o ar que respira.
Um homem com o coração cheio
Ama a vida e espera o melhor dela.
Café ou Vodka agora tanto faz
Nessa altura da história qualquer coisa me satisfaz.
Talvez eu tenha encontrado a minha paz.
Julgamentos, opiniões, pontos de vistas e observações,
Agora tanto faz, é como eu disse,
No momento nada tira minha paz .
Para vivermos dias mais felizes, devemos cultivar o hábito de ouvir atentamente e refletir antes de falar, pois palavras ditas sem sabedoria podem gerar grandes problemas.
Fomos chamados para viver livres da prisão do ódio, porque é apenas na liberdade do amor de Deus que encontramos a verdadeira paz.
Deus permite que enfrentemos injustiças para nos preparar e fortalecer no cumprimento do nosso propósito terreno. A decisão de perdoar é essencial para que os ciclos se encerrem e a vida possa avançar em paz.
Não permita que o desânimo roube a sua esperança; persista em fazer o bem, pois no tempo certo você colherá os frutos da sua semeadura.
Que sua semana seja incrível, que você consiga realizar pelo menos 1 de muitos desejos ou sonhos.
Que a paz transborde, o amor te surpreenda e a alegria seja tua companhia.
Re Pinheiro
O que aprendi quando parei de exigir amor"
Por Diane Leite
Desde pequena, entendi que ninguém tem a obrigação de me amar. Quando o primeiro amor que conhecemos falha — aquele que vem da mãe — a vida nos ensina cedo que o amor não é garantia, é escolha. E, quando se compreende isso, algo muda para sempre.
Eu parei de correr atrás.
Parei de me explicar.
Parei de tentar convencer alguém a ficar.
Parei de insistir onde já não havia espaço para mim.
Hoje, se alguém escolhe ir, eu deixo.
Mas se escolhe ficar, terá o melhor de mim — inteiro, verdadeiro, leve.
Não porque preciso agradar. Mas porque eu quero doar.
Aprendi que amor não se exige, se cultiva.
Que presença não se implora, se atrai.
E que quem merece, vibra comigo, cresce comigo, floresce comigo.
Não, não é orgulho. É cura.
Não é frieza. É paz.
Não é jogo. É maturidade.
O amor próprio me ensinou a economizar energia com quem não vibra na mesma frequência.
E desde então… minha vida só floresce.
A esperança é uma febre que não queima, mas arde em silêncio, uma promessa que nunca foi feita, mas que insistimos em acreditar. É como deitar em um gramado úmido ao entardecer, sentir a terra fria contra as costas e a brisa carregando um cheiro de coisas esquecidas — da infância, talvez, ou de um sonho que nunca aconteceu.
E nesse momento, enquanto o vento invade os pulmões como se quisesse torná-los eternos, você percebe que a paz não é uma conquista, mas uma entrega. É um instante roubado do caos, um suspiro entre a tempestade.
As palavras para descrevê-la, se é que existem, são frágeis como fios de teia ao sol. Elas não dizem, mas insinuam. Porque a paz, quando vem, não se explica: apenas invade. Talvez seja isso que Clarice quis dizer tantas vezes — que há um mundo dentro de nós, maior do que qualquer compreensão. E nesse mundo, a esperança floresce como uma erva daninha teimosa, rachando até o concreto da nossa dureza.
Qual é o seu valor?
O peso de teus problemas?
A quantidade de dificuldades?
O tamanho de sua tristeza?
A angustia de sua caminhada?
Os seus erros... Seus defeitos?
Reflita melhor, sobre o que é de valor!
E me diz... Qual é o seu valor?
O auge da religiosidade é descobrir que nascemos com o inferno e o céu dentro de nós, cabe ver com qual convivemos e qual permanecerá.
“O caminho da verdade sempre possuirá espinhos e abrolhos, mas o seu chão sempre terá a firmeza da rocha. Nele caminham a perseverança e a intrepidez, carregando sobre seus ombros o prazeroso fardo da paz.”
O ano é 2020, achávamos que teríamos muitas respostas, mas só tínhamos infinitas perguntas... e no meio delas encalacrava-se tanto preconceito, tanta falta de amor, tanto egoísmo! Repentinamente, um vírus, na sua insignificância, surgiu e revolucionou o mundo! Colocou-nos em nosso lugar: nessa imensidão, não passamos de matéria, feita de átomos, prótons e nêutrons, mais frágeis que um minúsculo vírus, impotentes, alarmados com a realidade de que classe social, gênero, orientação sexual, religião, partido político, etc. e tal não faz a mínima diferença diante da morte, seja ela digna, com pompas e circunstâncias ou simplesmente ir para uma vala, num caixão lacrado, sem ao menos ter direito a cortejo, canto fúnebre, choro, velas e flores! Então, antes que a morte chegue, até mim ou aos que amo, que haja amor, empatia e altruísmo! Livra-me do egoísmo, da prepotência e da demência! Covid-19, sou grata por mostrar a esse povo sem amor que ninguém é melhor que ninguém! A lição já foi dada, pode ir em paz!
