Mensagem de Marta Medeiros sobre Familia
A morte do poeta
A vida do poeta só tende a terminar
Se por descuido e apesar de tudo,
Ele deixe de amar.
Palavras
As palavras
São insuficientes
Deficientes
Ausentes
Para expressarem
Realmente
Efetivamente
O amor
Que se sente
Em nossa mente
Vocábulos
Somente
De uma flor
A semente
Eternamente
intermitente
Por teus olhos
Por teus olhos
Colorido de um verde esmeralda
Vejo um outro mundo
Com o qual fascina minh’alma
E como enlevo profundo
Este coração trôpego, entorpecido
Tantas vezes esquecido
Estremece
De fato sem perceber
Prevalece
E outra vez procuro
Encontrar
Em teu olhar
Um motivo, uma razão
Porque meu coração
Escolheu te amar
São tantos talvez
Do encontro a esperança
Amor em escassez
Da certeza a distância
Dos longos dias que
Insistentemente passam
E abraçam na solidão
Cotidiana
Da falsa segurança
De paz
Nesse infindável
Medo
Degredo
De não amar.
Confesso que tentei agir com a razão
Sem a pressão deste mundo cruel
Provei o fel e a amargura no coração
Absurda tua forma de amar
Absurdo o meu pensamento
Absurdo meu vício em sonhar
Te encontrar num momento
Absurdo não tentar esquecer
Absurdo elaborar expectativa
Absurdo deixar de reconhecer
Que preciso manter alma viva
Simplesmente,
Para sempre,
Sem você.
Tempestade
É lindo o tempo lá fora, a claridade
Aqui dentro se faz deveras diferente
Em minha mente, forte tempestade
Se de em ti pensar
Ainda te quero
Penso em realizar
Te conquistar, alegria
Quem sabe um dia
Ainda espero
"Quando a vida fenece
o espaço da memória cresce.
A gente nunca se esquece.
Ao relembrar, o coração se aquece
e aos Céus elevamos aquela prece..."
(Autoria: Juares de Marcos Jardim / Santo André Sacy - São Paulo-SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
"Os pingos da chuva, ao abraçar vidraças, se tornam caleidoscópicos traços translúcidos..."
(Juares de Marcos Jardim / Santo André Sacy - São Paulo-SP - © J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Minha adorada Jocely
É estranho pensar que não ha vejo a um mês.Eu vi a lua nova ,mas não você.Eu vi o por do sol e o nascer do sol, mas nada comparado a sua beleza.Os pedaços do meu coração são tão pequenos que poderiam passar por um burraco de uma agulha.
(-escrevi como se eu estivesse morta
-sim donzela,ele morre também).
Eu sinto sua falta como o sol sente falta da flor,num inverno intenso.Ao invés de beleza para dirigir sua luz,meu coração endurece igual um mundo conlegado,no qual sua ausência me baniu.
A minha próxima competição será em Paris,eu a encontrarei vazia e fria e você não tiver lá.
(-E agora pra terminar...
-Com esperança...O amor deve terminar com esperança.Meu marido que...Deus o tenha,disse uma coisq que eu não me esqueço...)
A esperança é o meu guia,é oque me faz viver cada dia e cada noite ,há esperança de que depois que você estiver longe dos meus olhos,não será a última vez que eu o darei pra você.
Com todo amor que eu possuo eu permaneço seu,o cavalheiro do seu coração.
Embora seja em seu prelúdio, um estabelecimento da primeira ideia de mundo; que é o “interior”, a interação do homem com o meio o firmará no mundo real, mesmo que o primeiro permaneça, estando a estruturação daquele, dependente da intensidade daquela.
"Se a chuva ameaçar interromper seus planos, sobrevoe as nuvens e siga o rumo planejado."
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Com salários milionários, centenas de vantagens (ilegítimas) e privilégios constitucionais (odiosos) toda a cúpula dos Três podres Poderes se diverte e viaja às custas dos Contribuintes, escravos dessa verdadeira República Faraônica Ditatorial Fiscal.
(Juares de Marcos Jardim – Santo André / São Paulo – SP)
"Ouço o som da brisa,
das asas das borboletas e
dos beija-flores.
Sinto o aroma das pétalas e
da terra molhada, ao entardecer.
Sinto as gotas do orvalho
Escorrendo entre as folhas,
no amanhecer radiante.
Respiro. Inspiro.
Exalo poemas,
prosas, contos,
pensamentos.
Existo."
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Políticos são ilusionistas. O segredo de todo político é atrair a atenção das pessoas para tudo que não tenha a menor importância.
Juares de Marcos Jardim – Santo André / São Paulo -SP. (© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
Vai Verão, vem Outono mais uma vez,
Outras nuvens, nova estação
No ar aquela esperança do talvez
No peito um aperto, uma certa emoção.
Céu encoberto, respingos de melancolia
Sons, imagens, tanta recordação
Há pouco euforia, agora calmaria
Na sintonia fina do coração.
Ligeira, vem e vai a tempestade,
Voltando o radiante sol a brilhar
Em instantes se esvai a efêmera felicidade
A saudade é eterna, veio para ficar.
Aquelas sementes em breve germinarão
Muitas perfumadas flores no jardim
Há de florescer nova paixão
Nessa busca sem fim.
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)
- Relacionados
- Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
- Frases de família para valorizar os laços que realmente importam
- Frases de despedida para refletir sobre finais e recomeços
- Frases Bonitas sobre Saudades
- Charles Chaplin sobre a Vida
- Charles Chaplin Poemas sobre a Vida
- Frases sobre idiotas que mostram seu talento para a estupidez
