Mensagem de Aniversario para um Comediante

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Água Doce

⁠A energia dos ventos
dos Campos de Palmas
me levam por um instante
a bravura da tua memória
inscrita no vale verdejante.

De Entradas e Bandeiras
e dos teus heróis anônimos
da Guerra do Contestado,
À Água doce eu devoto
mais de um poema apaixonado.

Do dia que se ergue
e da noite que se eleva
deste Meio Oeste a gentileza
da tua amável gente
o coração jamais se esquece.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não há como
não reclamar,
todo o dia surge
um novo fato
para deixar
o coração injuriado
e o espírito descontente
diante da vida indecente:
Que os governos
vem oferecendo para
a nossa gente
aqui neste continente;
Não eram cento e cinquenta,
mas quatrocentos
e oitenta bolivianos
que estavam
sem ser repatriados
pela criatura
reconhecida infeliz,
e a caminho de casa
devem ter voltado,...
Mas quem conhece
até de longe a criatura
sabe que a trilogia
de censura, repressão
e tortura não parou,
e ali na Bolívia
o autoritarismo é crescente;
Nos meus poemas de total
minha responsabilidade
venho contando o quê
se passa neste continente,
e dando conta que
passaram três semanas
que nada se sabe
como está o General
que está injustamente
preso e sobre ele e a tropa
o silêncio vem sendo total

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Status: deixando os trolls em silêncio para eles se esforçarem mais um pouco para ganhar a minha atenção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Para o Brasil ter futuro é preciso que cultivemos um ambiente que proporcione pensamentos saudáveis
e uma convivência estável.
Não necessitamos de nada
o contrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desejo um futuro para o meu Brasil que não nos inspiremos em nenhum modelo colonial e que os nomes dos facínoras da História não estejam mais no centro dos debates. O debate político aqui está com uma energia muito ruim. Sério mesmo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um jovem sargento
atirou nos companheiros,
é quatro de fevereiro,
o General e a tropa
continuam presos,
é quatro de fevereiro.

Não posso ver com
melhores olhos
uma justiça foragida,
é quatro de fevereiro,
os homens de poder
já deveriam ter corrigido
o rumo do destino,
é quatro de fevereiro.

Não tenho mais força
para subir a colina,
é quatro de fevereiro,
ao invés de comemorar,
não paro mais de rezar,
é quatro de fevereiro.

No meio do caminho
as visitas foram
mandadas de volta,
é quatro de fevereiro,
e ainda há queixas
sobre a incorporação
das milícias,
é quatro de fevereiro.

Os meus versos
se esculpiram de tristeza,
é quatro de fevereiro,
o Comandante Supremo
não está satisfeito,
é quatro de fevereiro.

É quatro de fevereiro,
não adianta comemorar
com o peso desta
alma latino-americana
por um povo inteiro
se sentindo pisoteada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O General que
está há quase
dois anos preso
injustamente,
É um dos
três Generais
que estão
privados de tudo,
E enterrados vivos
a cada minuto
em Fuerte Tiuna,
Ali após a nove
da noite não
se recebe mais
nenhuma visita.

Dizem que há
um tenente
triste e enfermo
e de Ramo Verde
um Capitão
da GN foragido
saiu correndo,
Se é mesmo
verdade
só Deus sabe,
É preciso se
reconciliar para
dar um basta
neste pesadelo
tão covarde.

E vendo a vida
na vitrine conto
além da captura
do General
em meio de uma
reunião pacífica;
Ele e tantos
ainda esperam
a liberdade cantar
sob a luz do sol
da justiça um
país se pacificar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ontem um quartel
ao sul foi assaltado
por terroristas
que queriam mais
uma vez convulsionar
a Pátria de Bolívar,
um militar foi morto,
o armamento recuperado
e o terror aprisionado.

É preciso esclarecer
cada passo dado,
Ser preciso ao manter
o povo bem informado
porque o perigo
vem sendo todo
o santo dia pavimentado
e o continente vem
sendo na escalada
pelo Império sacrificado.

Rechacar a externa
e grave intromissão
que faz perder tempo,
impedindo a paz,
e o restabelecimento
pela via de um caminho
mais aplainado,
é uma sensível urgência
de cada instante
e não há como desviar
da realidade dos fatos:

É quase Natal e até
agora não houve
nenhuma notícia
de reconciliação
com a tropa
e com o General
que estão há anos
injustamente aprisionados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No dia treze
de março
do ano de dois
mil e dezoito,
um General
foi preso
injustamente
no meio de
uma reunião
ordeira e pacífica,
E contra ele
tudo ficou tudo
ficou por
isso mesmo:
nunca mais
se ouviu notícia
de libertação.

Um poemário
em reclamação,
Dando conta
de saber do
destino da tropa
e da população
de um continente
a poesia
além escrita,
vem alimentando
uma multidão
e dos ouvidos
virou a canção.

O General deixou
como mensagem
a reconciliação,
E eu poesia
todo o dia
pela consciência
continental
para um povo
nascer de novo
e libertar a mais
frágil filha de Bolívar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Passou um mês
do massacre
de Sacaba:
ninguém foi preso
e quem sabe
da verdade
não abre a boca,
Não se indigna
ou não demonstra
por medo
de represália
de ser mais
um desaparecido,
Um sobrevivente
sem salvo-conduto
ou simplesmente
se tornar mais
um preso político.

Não importa
onde esteja
se é na quermesse
em prol das vítimas
de Senkata ou até
mesmo na igreja,
O autoritarismo
vai te aprisionar
quando você
não permite
a sua dignidade
ele sequestrar.

Muitas histórias
sem fim nesta
Pátria imensa
para contar e recontar,
Não se sabe nem
o porquê e nem
quando vão soltar
a tropa e um General
presos injustamente
e não há notícias
nem de esperança
para este Natal,
Da poesia sigo
sendo o último
soldado até o final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma cruel
emboscada
aos guajajara
na santa terra
de araribóia
matou um líder;
se ninguém
nada fizer
a brutal roda
da morte
não vai parar.

Sem nos dar
conta somos
todos índios,
prendam antes
que seja tarde
os assassinos,
até a audaz
voz global
querem censurar.

O mapa já está
demarcado
pelo veneno
da tua língua,
o fogo da tua
maldade
e a lama
do teu coração,
Não pararei
de pedir por aí
a libertação
da tropa,
de um General
e por todos
os Homens
bons de coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um inesperado
levante indígena
em pleno século:
a Revolução
dos Zangões
contra a tirania.

A favor de que
todos tenham
nas mãos as
rédeas do seu
próprio destino
de Cotopaxi
a Quito onde
quer que os
seus estejam.

Não tente mentir,
apagar e recontar
a História seja
em Caracas,
Lima, Guayaquil
ou na capital
do meu Brasil.
Num continente
onde buscam
negar em
prol do povo
as emoções
por quem passa
fome e sufoco;
efeitos que
vem alcançando
e abatendo até
os seus mais
bravos generais.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um General
ainda dedica
a lembrança
ao Eterno
Comandante,
Com igual
espírito que
o libertador
discursou
para a tropa
em Taguanes,
Ali vive
no coração
de um povo
a esperança.

O José foi
libertado
e o material
foi devolvido;
O Hugo Marino
ainda está
desaparecido.

Poesia como
a primeira
venezuelana
da diáspora
em cores
de araguaney,
ela foi coroada.

Distante sei
que ali onde
ninguém
pode entrar,
e se entrarem,
eles não sairão;
E se partirem,
não voltarão
aqueles que
não querem
entender o quê é
autodeterminação
de uma Nação.

Dos Generais,
da tropa
e de tantos outros
gentil peço
a justa libertação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cada poema
neste tempo
estranho tem
sido de minha
exclusiva
responsabilidade,
Todo o dia um
desentendimento
diferente vem
me corroendo
na integralidade:
Porque recobrar
um pouco de
lucidez para
uns parece um
crime de verdade.

O diálogo com
a minoria opositora,
Parece até que
abriu a famosa
'Caixa de Pandora',
Depois de tantas
farpas trocadas
lá para trás;
Tem sido tanto
tumulto que se
esqueceram
de libertar
até os Generais.

Não que eu aceite
o rumo dos fatos,
Embora não tenha
Sei que não tenho
autoridade para
falar porque se
trata de uma
Pátria que nem é
um pouco minha;
Busco só entender
o quê se passa
por crer que
insistir em cultivar
a hostilidade vai
levar uma Nação
inteira na desgraça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O General foi
preso sem
nenhuma culpa
há pouco
mais de um
ano e meio,
Ficamos até
sem saber
onde foi levado,
E sei que ele
ainda está
fisicamente
debilitado;
A história é
uma trama
macabra,
Só de pensar
me preenche
de medo,
Nem que eu
seja a última
voz a falar,
A liberdade
dele não vou
parar de rogar.

Ele nunca foi
golpista
ou traidor,
E sim um
ele é grande
idealista,
Um dos mais
raros deste
continente,
Desde ontem
vem crescendo
a expectativa
que ele seja
libertado,
Ele não merece
permanecer
aprisionado.

O General foi
carregado em
meio a uma
reunião pacífica
dentro de um
hotel só por
ter discordado
de tudo que
para ninguém
não é segredo,
E mesmo assim
nunca deixou
de ser apegado
a Pátria e um
militar ordeiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Toda a pena
tem um início,
e um dia acaba,
conte-me
essa história
dos Guevara?

Dr. Mayora
retornou
a missão,
conte-me
da falta de
compreensão?

Ramo Verde
com visitas
suspensas,
como estão
os Comissários?

Em azul e branco
o quê se passa
na Nicarágua?

Depois do Exército
a GNB é a força
que tem mais
militares
prisioneiros,
conte-me...

Rondônia
em chamas,
não se sabe
o destino
da Amazônia,
Viver nesta
América Latina
é morrer
de medo
e de insônia.

Não aprovo
o uso do nome
do General
como escudo
dos receios
e caprichos
pessoais,
Ele está
injustamente
preso;
Se eu tivesse
autoridade
para tal
só autorizaria
mesmo é
o uso poético,
e ponto final.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Levaram preso
um jovem
sob alegação
de ameaça,
Mas no fundo
só pode ter
havido pirraça,...

Enquanto houver
juventude sempre
haverá contestação,
não querer entender
é cruz invertida,...

E quando houver
dificuldades
sempre haverá
rebeldia em prol
da transformação.

Pai, afasta de nós
esse TIAR que
dói, castiga e faz
guarimbas verbais,...
Porque
de guerra
já basta a de nervos
que todo o dia um
país inteiro consome,

O General está preso
injustamente há
mais de um ano,
não está mais
em greve de fome
e ele sequer viu
o sol da justiça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sem nenhum sucesso
e sem saber ao certo
o que está ocorrendo
na Pátria vizinha,
que por um bloqueio
vem sendo agredida.

O que faz falta ao povo
me preocupa,
e o que preocupa
me tortura e faz mal.

Em asas de corydon,
peleus, tucupita e ululina,
apoio minhas palavras
para contar histórias,
para não perder a rima
e pedir a libertação
de um injustiçado General.

Ele que há mais de um ano
se encontra preso,
está sem acesso a justiça
e nem da Mãe
permitiram receber a Bíblia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Os Generais foram
torturados
pela revolução,
E um deles que
tenho confiança
que é INOCENTE
se encontra em
GREVE DE FOME
na prisão desde
o dia 8 de julho,
Parece uma história
sem solução;
A fronteira arde:
guerrilheiros
atacaram o posto
de La Mulata,
A tristeza do povo
que nunca passa
justamente porque
uns colocam política
em tudo que sempre
acaba aumentando
toda essa desgraça.

Um dos médicos
foi libertado,
Além de Marulanda
se me lembro
bem existem outros
ainda presos;
Para a nossa
perplexidade existem
uns desorientados
que optam pela via
que os consome,
que preferem
guerrear com
os doutores
e o povo,
E optam em deixar
de entrar em guerra
contra o bloqueio
e a maldita fome.

A história mesmo
em si pertence
aos jovens anônimos
da resistência
sem farda e com ela,
A maior glória
do mundo e a honra
inquebrantável
aos caídos que
pela liberdade
deixaram o legado
para que nunca
deixemos nos
dar por vencidos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo do político
não é a emergência
de todo um povo,
O relógio do tempo
dele sempre
marcará diferente,
Por isso nem insisto
em discutir com
esse tipo de gente,
Busco por mim mesma
fazer um mundo novo.

O som da clarinetista
ninguém ouve mais,
A Justiça está foragida,
e é a única verdade que
existe e me faz realista.

Tem gente tão obscura
como deixaram
as águas de Osorno,
Tipo aqueles dois
que foram capturados,
E o interminável
diálogo de Barbados
Sob a lógica de Oslo
e impronunciáveis
bobagens do Inferno
de cinco letras
que me pisoteiam
ofertando uma
sorte desgraçada
para quem
veste ou não farda.

Do General não se
tem uma notícia
de certeza física
desde o dia 28 de abril,
Dele só se sabe que
está em greve de fome
Este fato nos consome
fatalmente aos poucos
E quem tem o dever
de nos responder tem
feito ouvidos aos moucos.

Inserida por anna_flavia_schmitt