Menina Boa

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⁠Aprende uma coisa menina, ninguém vale a tua dor , a tua lágrima , a tua mudança..apenas você mesma .. ninguém vale teu esforço, se fizer algo faça por você mesma ...

⁠Essa menina é adrenalina pura, ela é êxtase, ela é coragem ... emoção a flor da pele, sexy sem vulgaridade ...doce , meiga e as vezes teimosa.. mas ela é luz por onde passa...a menina dos meus olhos , meu encanto, minha calmaria a razão dos meus sorrisos bobos, é ela!

⁠Seja exigente menina , não se contente com tão pouco ...vc merece o mundo ...

🌷 A Verdade de Andriele

Sou uma menina amorosa, carinhosa,
de coração bom, que não tem malícia.
Mas às vezes acabo sendo machucada,
pela malícia que existe nos outros.

Sou Andriele, mulher de fé e guerreira,
mas quando ninguém está vendo,
também tenho os meus sentimentos...
É cansativo ser forte o tempo todo, né?

Mas acho que são essas palavras que me definem:
sou mãe, sou filha, com toda a verdade.
Assim é o meu jeito, simples e sincero,
cheio de vida, amor e felicidade.

Escritor: Samuel Taietti
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Lições da Natureza

Veio a chuva
Mansa e ligeira
chuva passageira
Mas qual menina brejeira
dançando prá lá e prá cá
Tanto brincou
que pétalas derrubou

Árvore depenada ,
a menina sorriu
e depois fugiu
matreira e sorridente
como uma fada displicente
sempre para trás a olhar
o tapete de pétalas douradas
no chão a se esparramar

voa alto , voa longe
sua varinha mágica
no ar a rodopiar
É chuva que vem
é chuva que vai
pétalas caem
Deixando uma mensagem
Pétala a cair
não é vida a se esvair
novas flores irão surgir
e a vida volta a sorrir



edite lima /16/04/2019

Menina em forma de mulher

Delicadeza no olhar, maliciosa e cheia de inocência,

Que cativa até o mais experiente.

Posa pra foto, como uma pintura feita pelos deuses,

Enfeitiçando um mero mortal com essa aparência angelical com ar de malícia.

Um enigma moldado em curvas e mistério,

Onde o sagrado e o profano fazem morada.

Domina o mundo sem precisar de um império,

Na linha tênue entre o tudo e o nada.

O flash da câmera tenta registrar o instante,

Mas a alma que brilha recusa o papel.

É uma criatura livre, joia lapidada e brilhante,

Um pedaço de pecado disfarçado de céu.

E o fotógrafo, estático, perde o compasso,

Diante do feitiço que ela mesma teceu.

Prisioneiro voluntário desse doce laço,

Onde o homem se rende e o poeta nasceu!

⁠Por trás da mulher forte que hoje você vê,
Existe uma menina, que foi obrigada a engolir o choro, os traumas e abusos sofridos, e teve que curar suas feridas sozinha.

É comum que as filhas de reis se tornem rainhas, mas Deus demonstra Sua grandeza ao pegar uma menina pobre, sem pai e sem mãe, e fazê-la sentar-se em uma posição de honra.


Rainha Esther.

"Ele voltou... Mas não viu a menina que deixou. Viu a mulher que aprendeu a esperar."

O Primeiro Amor


Cresci escutando que o primeiro amor da vida de uma menina é o pai. Nunca ouvi tanta mentira caber em tão poucas palavras.


Porque o primeiro amor de um filho não deveria ser definido pelo gênero, mas pelo vínculo, pelo cuidado, pelo lugar onde o coração encontra o primeiro abrigo. E, para mim, esse primeiro amor sempre foi a mãe.


É nela que encontramos conforto, é no colo dela que descobrimos aconchego, é na voz dela que encontramos calma quando ainda nem sabemos explicar o que sentimos. É através dela que a vida começa, é dentro dela que, antes mesmo de conhecermos o mundo, já somos existência, já somos parte de alguém.


Antes de aprender a amar qualquer outra pessoa, aprendemos o amor através dela. Antes de conhecer qualquer paixão, conhecemos o calor de um colo. Antes de entender o significado de pertencimento, já pertencemos a alguém.


Talvez o primeiro amor não seja aquele que nos ensina a amar romanticamente. Talvez seja aquele que nos ensina, pela primeira vez, o que significa ser amado.


E é por isso que nunca consegui enxergar verdade nessa frase que colocaram tantas vezes como regra. Porque amor não é uma fórmula, não é uma sentença pronta e muito menos uma definição baseada em gênero.


O primeiro amor é aquele que nos acolhe quando ainda somos pequenos demais para compreender o mundo. É aquele que nos reconhece antes mesmo de sabermos quem somos. É aquele que nos oferece abrigo quando tudo ao redor ainda é desconhecido.


E, para mim, esse amor tem nome: mãe.


Porque antes de qualquer romance, antes de qualquer paixão, antes de qualquer pessoa que um dia possa chegar e ocupar espaço no coração, existe aquela que nos ensinou, mesmo sem palavras, que amar também é cuidar, proteger, acolher e permanecer.


O primeiro amor não é necessariamente quem um dia fará o coração bater mais forte.


É quem, um dia, ensinou esse coração a bater.

A MENINA DA SOLEIRA.
Obs. Interpretação livre feita por:
Marcelo Caetano Monteiro.
Ninguém sabe ao certo quem ela foi.
Talvez jamais tenha existido como indivíduo, mas apenas como símbolo. Ainda assim, há imagens que parecem guardar uma memória silenciosa, como se a tinta absorvesse lágrimas que o tempo já esqueceu. Esta é uma delas.
Sentada junto à fria coluna de pedra, a jovem permanece imóvel. O cesto ao seu lado revela uma vida de trabalho simples. O lenço cobre-lhe os cabelos não por elegância, mas por necessidade. Seus olhos, porém, são o verdadeiro centro da pintura: não choram. Há tristezas que ultrapassam as lágrimas.
Pode-se imaginar que seu nome fosse Élise.
Nasceu em um pequeno vilarejo europeu, onde o inverno chegava antes da esperança. Filha de um artesão e de uma costureira, aprendeu cedo que a infância nem sempre conhece brinquedos. Enquanto outras crianças corriam pelos campos, ela remendava tecidos, carregava cestos e observava, pela janela, a vida passar.
Seu pai morreu durante uma epidemia. A mãe, consumida pelo sofrimento, resistiu apenas alguns anos. Restou-lhe a cidade grande, onde a multidão era capaz de ignorar uma alma inteira.
Todas as manhãs caminhava até a praça levando pequenas flores, linhas e fitas para vender. Nem sempre conseguia compradores. Em muitos dias voltava apenas com o peso da fadiga.
Foi numa dessas tardes que encontrou abrigo diante da porta de uma antiga igreja.
Ali permaneceu sentada.
Não esperava esmolas. Esperava alguém.
Talvez um irmão desaparecido. Talvez um amor prometido. Talvez apenas uma palavra que lhe devolvesse a certeza de que sua existência ainda importava a alguém.
Os sinos tocaram inúmeras vezes.
As estações mudaram.
As pedras envelheceram.
Mas a espera continuou.
Há uma estranha mística nos lugares onde muitas preces foram pronunciadas. As igrejas antigas parecem guardar o eco das vozes, dos arrependimentos e das despedidas. Sentada naquela soleira, Élise acreditava que Deus, mesmo em silêncio, ainda caminhava entre os homens.
Os idosos diziam que ela conversava com o vento.
As crianças juravam vê-la sorrir para alguém invisível.
Os mais céticos afirmavam tratar-se apenas da solidão.
Ninguém conseguiu provar qualquer dessas versões.
Certa manhã de inverno, encontraram apenas o cesto.
Ela havia desaparecido.
Não havia pegadas na neve.
Nem sinais de violência.
Somente um pequeno ramo de lírios brancos repousava onde estivera sentada.
Alguns disseram que um convento a acolhera.
Outros acreditaram que sucumbira ao frio durante a madrugada.
Houve quem jurasse que, nas tardes silenciosas, uma jovem de lenço escuro ainda podia ser vista junto à velha porta, olhando calmamente para quem passa, como se aguardasse alguém que ainda não chegou.
Talvez toda grande espera transforme o ser humano em memória.
Talvez existam pessoas que nunca deixam um lugar, mesmo depois de partirem.
E talvez seja por isso que certas pinturas continuam olhando para nós.
Não porque estejam vivas.
Mas porque ainda esperam.
A Menina Que Esperava
Na pedra fria adormeceu a flor,
Levando em si o último calor.
O tempo antigo lhe roubou a cor,
Mas não venceu a força do amor.
Seu lenço ocultava a oração,
Seu peito guardava a solidão.
No velho templo fez habitação,
Esperando em paz a salvação.
Passava o inverno, o sol, o verão,
Mudava o mundo, não seu coração.
Cada badalo trazia emoção,
Sem responder à sua aflição.
Um dia a aurora rompeu o véu,
E a neve branca beijou-lhe o céu.
Ficou o cesto, calado, ao léu;
Quem foi embora não disse adeus.
Se alguém perguntar quem ela foi,
Responda apenas: "a dor constrói".
Pois quem na esperança firme se põe,
Mesmo partindo... jamais se destrói.
Há olhos que o tempo não faz fechar,
Há vozes que o vento insiste em guardar.
E quem ama tanto sem reclamar
Continua, em silêncio, a esperar.

Interesse


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho


Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino


Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino

Na época de escola
Eu gostava de uma menina
Hoje ela tem 56
E eu continuo gostando dela

Eu sou apenas uma menina, nada, além disso, posso ter 100 anos, mas serei apenas uma menina, aquela que a infância fora roubada, e a imaginação recriada, desfiz toda a dor da infância e a adiei como sempre... Para mais tarde! – E o tarde chegou!
Eu sei que tenho problemas psicológicos, mas sei que de todos os fiascos que já passei é apenas uma questão de reflexão, talvez a loucura faça parte de mim, ou eu... Simplesmente faço parte da loucura.
Existe alguém aqui que seja são?

Tatyane Nicklas

⁠Outrora, uma pequena menina dando os seus primeiros passos, ⁠aproveitando a sua preciosa infância, demonstrando uma inocência rara, cativante, um olhar curioso, a todo instante, era uma descoberta, um jeito muito carinhoso, uma alegria naturalmente esplêndida.

Agora, já é uma linda adolescente, que deixou de ser aquela criança, está vivendo, dançando a dança da vida, inteligente, bastante talentosa, que tem as suas responsabilidades, uma maturidade que iniciou o seu desenvolvimento, em breve, uma expressiva jovialidade.

Num futuro que está mais próximo a cada primavera, será uma bela adulta, focada nos seus objetivos, agindo de uma maneira respeitosa, amando e sendo amada verdadeiramente, aprendendo com os seus erros, recebendo as bênção grandiosas de um Deus Amável e Tremendo.

A menina do Pátio


Eu era apenas um menino pequeno,
Com um sentimento
que não sabia explicar,
Ela passava e, sem dizer nada,
Fazia meu coração disparar.


Até que um dia, entre risos e brinquedos,
Meu amigo disse:
“Olha quem vem lá”,
E naquele instante,
sem pensar no medo,
Meu coração decidiu se declarar.


Fiquei na ponta dos pés, tão baixinho,
E roubei um beijo antes de pensar,
Depois corri, levando meu amigo,
Como quem tinha medo de se apaixonar.


Fui brincar,
esperando vê-la novamente,
Mas ela não apareceu para me encontrar,
E quando a vida nos colocou frente a frente, Aquele pequeno amor voltou a despertar.

Sou mulher...Sou menina...

Sou uma mulher que anda de salto alto. Ás vêzes...
Uma menina que brinca quase todo o tempo...
Sou uma mulher que luta...
E uma menina que chora...
Sou uma mulher cheia de desejos...
E um menina cheia de sonhos, planos e projetos...
Sou uma mulher que briga, e briga feio...
E uma menina que perdoa, facim, facim...
Sou uma mulher que faz regime, quando quer...
E uma menina que se “entope”
de guloseimas, quando gosta...
Sou uma mulher que grita, e alto...
E uma menina que ouve, só o que quer...rs
Sou uma mulher que fica triste...
E uma menina que dá risada...
Sou uma mulher que tem grandes irmãos...
E uma menina cheia de “coleguinhas”...
Sou uma mulher que acredita em Deus...
E uma menina que confia no
“Papai do céu"...
Sou uma mulher que "se encanta"...
E uma menina que aplaude...
Sou uma mulher que sobrevive
sem o carinho de determinadas pessoas...
E uma menina que chora de
saudades..
-Haredita Angel

Ainda sou a menina flor!
Aquela por quem um dia você se apaixonou.
Em teus braços me fiz mulher.
Entre os lençóis do amor me fiz mãe.
Entre passos no tempo me fiz vó.
Fostes o homem que me viu crescer.
És o homem que eu sonhava ter.
Desde que a flor era menina...

Flor menina.
☆Haredita Angel

"Eu tô pensando quê eu menina usava apenas
o dedo do meio pra mandar um recado.
Hoje tá melhor, usa-se os dez e faz-se um coração."
Haredita Angel

13.08.17

Sou uma mulher que adora flores,
e uma menina que corre atrás das borboletas.

Sou uma mulher que peca, e uma menina que todas as noites reza e pede a benção
do Papai do céu e da Mamãe do céu.

Sou uma mulher que sabe que tudo tem; Começo, Meio e Fim, e uma menina inimiga
dos fins.

Sou uma mulher que procura entender tudo, e uma menina que teima em não compreender nada!
Haredita Angel
08.08.25