Melhores Mensagens
A existência sempre existiu;
A inexistência nunca existiu.
E, mesmo assim, ambos compartilham um amor eterno,
Um amor que jamais seremos capazes de explicar.
Porque nós somos apenas consequência,
A simples consequência do encontro,
Do acasalamento de tudo isso...
E de nada disso.
Conquistar alguém, pra mim, é tentar manipular alguém, na qual terá que ficar conquistando sempre, por medo de perder aquela dúvida.
Já o amor não tem apenas conquista; tem conexão profunda, direta, sem nenhuma dúvida.
É como se um já nascesse para o outro, sem explicação nem porquê.
É algo raro, difícil de encontrar, porque, antes de encontrar, todo mundo tenta conquistar, manipular, para aliviar a própria carência de não ter encontrado a sua conexão.
A conquista é movida pelo medo: medo de não ser suficiente, medo de perder, medo de ficar só.
Já o amor é movido pela certeza: a certeza de que, mesmo sem esforço, aquela pessoa já é parte de você.
Enquanto a conquista exige provas constantes, o amor simplesmente existe.
Enquanto a conquista preenche vazios temporários, o amor desfaz a necessidade de preencher qualquer coisa.
Por isso, muitos confundem conquista com amor.
Mas o amor não se conquista; ele se reconhece.
Numa Hera de histeria, trovões eram calmaria
Nasce então, aquele que está sempre em guerra
Independente do clima:
Ares de paz
Ares de amor
Ares de trevas
Ares de dor
Mas sempre Ares!
Um dia há de produzir a harmonia.
A queda não te quebra, ela apenas expõe a fortaleza inquebrável que sempre esteve esperando para ser revelada.
Reencontrei-me nas pequenas vitórias, elas somam um outro mapa, meu avanço é discreto, mas sempre firme.
A persistência é a linguagem que mais domino, falo pouco, faço sempre, os resultados traduzem o meu discurso.
A vida me feriu, mas a esperança, com suas mãos firmes e delicadas, sempre soube transformar dor em remendo, e remendo em recomeço.
Muitos corações fogem do Senhor porque temem ser vistos. Mas a luz sempre encontra brechas, e o perdão é o abrigo que não julga. Voltar não é fraqueza, é lembrar quem você sempre foi.
Fui dor, fui cura e sigo aprendizado, a vida mantém a lição sempre à mão, aceitar ser processo é viver em evolução, aprendo a cada passo, sem pressa.
As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.
A Provisão Divina se materializa sempre naquilo que transcende o lastro da matéria e a corrosão do tempo.
O melhor momento para recomeçar é sempre aquele em que a dor da permanência é visceralmente maior que o medo da mudança.
O amadurecimento é o processo de se tornar quem você sempre foi, mas que estava escondido sob as camadas espessas da ilusão alheia.
A retaguarda da vida é sempre supervisionada por uma força que a ansiedade do presente te impede de enxergar.
A felicidade emprestada não serve, ela sempre terá o formato e o tamanho da expectativa de quem a ofereceu.
O milagre não é sempre a ruptura grandiosa das leis da física para atender a um desejo nosso, mas a manifestação silenciosa da graça que nos capacita a suportar o insuportável com dignidade, que renova a força na manhã seguinte à maior das perdas, e nos permite respirar fundo e prosseguir. A verdadeira fé reside em ver o invisível e crer no improvável, mesmo quando a lógica grita o contrário, e entender que a mão de Deus opera mais na reconstrução humilde e diária do nosso interior, do que no espetáculo externo que os olhos humanos esperam para finalmente se convencerem.
Se a chuva de inverno promete não durar para sempre, é porque há um ciclo implacável de renovação em curso. A escuridão, embora vasta, é apenas uma ausência temporária, não é preciso ignorá-la, mas usá-la como a tela nítida para o desenho exato da luz que o amanhã trará.
