Medo de Mim
A dúvida se existe amor entre a gente,
Como saber? Como ter certeza? Como não ter medo de ir?
São cascas de ovos,
São discursos pesados,
São caras fechadas,
São corações acelerados.
Em momentos...
São gritos ecoados,
São dedos apontados,
São discursos vazados,,
Em momentos...
É um amor que as vezes se esvazia, mas as vezes preenche,
É um amor que as vezes entristece, mas as vezes alegra,
É um amor que as vezes dói, mas as vezes cura.
Em momentos...
É um amor que nos condena,
A querer seguir separados,
Mesmo muitas vezes,
Não querendo.
Captura insana que é olhar
Que saturação é a ação que pela empatia
Traz o dia a quem com medo deixou de pensar.
O foco ajusta, a luz clareia,
A lente revela o que antes era sombra.
No clique da vida, o instante se fixa,
E, mesmo sem planejar, a foto sai perfeita.
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Mãe querida
Ainda sinto o perfume da fronha acalentando o medo da noite eterna e com teus olhos me velando, entregava-me ao sono profundo;
Ainda escuto tua voz na sala, quando deitado, ficava esperando o monstro da noite chegar flutuando no escuro do quarto de dormir;
Ainda sinto os delírios da febre na pele, suando na cama, tendo tua presença na doce mão tocando minha testa, fazendo-me crer que na manhã seguinte ouviria os cantos dos pássaros num cantar de mulher;
Ainda vejo os brinquedos no chão, onde criança eu construía os mundos, habitados por duendes e monstros e protegidos por um olhar atento de uma mulher;
Ainda sinto o cheiro da janta a penetrar no quarto de dormir como plasma de uma física ainda não vista, misturado ao doce perfume de uma mulher;
Ainda escuto minhas palavras duras de criança, como quem não enxerga o mundo cruel além do quarto de dormir, palavras que se tornavam doces no ouvido atento de uma mulher;
Ainda sinto o medo, quando numa noite, perdido no jardim da fazenda, olhando os vaga-lumes como olhos brilhantes de monstros noturnos, gritei desesperadamente por um nome de mulher;
Ainda sinto a vontade de crescer, de me tornar livre e independente, de voar até onde as asas dos sonhos possam levar e me ver caindo num vácuo profundo nos braços de uma mulher;
Ainda me revejo criança, nos anos efêmeros da infância, onde a vida vivida era os sonhos sonhados no doce desejo de uma mulher;
E quando Marcelina me trouxe o despertar dos sentimentos, eu ainda criança, sentindo-me rubro ao despertar de algo ainda desconhecido, sentido-me eternamente perdido tive consolo num sorriso de mulher;
E quem é essa mulher que até hoje relembro?
Uma mulher mortal e humana como qualquer uma...
Mas o que a torna única é a pureza do seu sentimento em relação a um ser que um dia saiu de suas entranhas, como um Deus que dá a vida.
Uma mulher que se torna mãe.
O único motivo pela qual você enfrenta o sucesso de frente é a sua história de vida! Não tenha medo, você não está sozinha!"
Amar...
Uma palavra tão idiota,
mas, confortante.
Nos faz sentir seguros,
mas, a medo de ir atrás dela.
As pessoas...
Fazem com que a torne idiota,
que a torne desconfiável...
Que... Tenhamos medo dela.
Desejo poder expressar os meus sentimentos,
sem medo das consequências.
Optar, sem pensar no que virá pela frente,
ser mais emoção e menos razão.
Ter coragem para viver meus sonhos,
sair da bolha.
Permitir que as pessoas conheçam quem realmente sou:
intensa, dos pés à cabeça.
Sentir amor sem apreciar o ser amado é como não comer uma fruta por medo de deformá-la. Ela vai apodrecer. Quem a guarda, além de não
consumi-la, vai perdê-la.
Sentir amor sem apreciar o ser amado é como não comer uma bela fruta por medo de deformá-la. Tê-la não significa aproveitá-la, pois ela vai apodrecer e quem a guarda, além de não consumi-la, vai perdê-la.
Os inimigos naturais de nossas vidas como; o pecado e o medo, devemos-nos habitua. Enquanto a resistência devemos enfrentar todos os dias, são elas que nos matam a longo prazo.
A velhice caduca o mau pelo
medo,
a velhice alivia o bom pelas
possibilidades,
para gozar um futuro
pleno
o coração de um jovem deve pulsar
bondade.
Perdoe-me morte, tenho medo do
escuro
Perdoe-me morte, não gosto de
"pás"
Perdoe-me morte, mas eu não caibo
nessa caixa de
madeira
Perdoe-me morte mas não voltarei a ser
o que eu era;
nada...
O início, o meio, o final e o fim.
O medo, a insegurança e a curiosidade
A coragem, a tentativa e o provar
O receio, a reflexão e a experiência
A coragem, o fazer e a sabedoria
O medo, o cansaço e a incerteza
A verdadeira consciência de um homem está em sua inconsciência.
É na raiva e no medo que demonstramos quem realmente somos.
Do medo alheio surge o corajoso, do erro surge o certo e do ignorante surge o esperto. Saiba que você não é grande, os outros que são menores do que você.
